Precificação de opções: uma análise detalhada de opções plain vanilla

No mercado financeiro, a precificação de opções é uma tarefa complexa e crucial para investidores e traders. As opções plain vanilla, que são as mais simples e tradicionais, têm grande relevância nesse cenário. Neste artigo, exploraremos a fundo como precificar essas opções, levando em consideração fatores como preço do ativo objeto, preço de exercício, tempo, taxa de juros e volatilidade. Vamos mergulhar nesse processo para entender como a análise probabilística e a modelagem matemática nos ajudam a determinar o valor justo dessas opções.

As opções plain vanilla, também conhecidas como opções de baunilha, são contratos financeiros que dão ao detentor o direito, mas não a obrigação, de comprar (no caso das opções de compra, ou call) ou vender (no caso das opções de venda, ou put) um ativo subjacente a um preço pré-determinado (preço de exercício) em uma data futura específica (data de vencimento). Essas opções são frequentemente utilizadas para proteção (hedge) de carteiras, especulação e ganhos com volatilidade.

A precificação de uma opção de compra (call) envolve diversos elementos, como o preço atual do ativo objeto, o preço de exercício, o tempo até a data de vencimento, a taxa livre de risco e a volatilidade do ativo. O modelo de precificação mais utilizado é o modelo Black-Scholes, que considera esses fatores para estimar o valor justo da opção.

 

Fórmula de Black-Scholes

A fórmula de Black-Scholes para a precificação de uma opção de compra é complexa, mas podemos simplificá-la em partes:

Z1: calculamos Z1, que é o logaritmo natural do preço atual do ativo objeto dividido pelo preço de exercício, somado à taxa livre de risco menos o dividendo do ativo, multiplicado pela volatilidade do ativo vezes a raiz quadrada do tempo.

Z2: calculamos Z2, que é similar a Z1, porém com a volatilidade dividida pela raiz quadrada do tempo.

Probabilidade: utilizando a distribuição acumulada da função normal padronizada, encontramos a probabilidade de que a opção seja exercida.

Preço da Opção: calculamos o preço da opção usando a fórmula: preço da Opção = Preço Atual * Probabilidade – Preço de Exercício * Exp(-Taxa de Juros * Tempo) * Probabilidade.

 

A precificação de uma opção de venda (put) segue uma lógica similar à precificação de uma opção de compra. A principal diferença reside no cálculo da probabilidade. Para opções de venda, a probabilidade é calculada com base na distribuição inversa da função normal padronizada.

Para encontrar os valores específicos das variáveis necessárias nas fórmulas de Black-Scholes, como volatilidade e taxa livre de risco, é comum utilizar métodos como interpolação. Assim, a precificação das opções se torna mais precisa, considerando as nuances de cada cenário.

A precificação de opções plain vanilla é um processo intrincado que envolve a análise minuciosa de diversos fatores. Utilizando modelos como o Black-Scholes, é possível estimar o valor justo das opções de compra e venda. Investidores e traders utilizam essas informações para tomar decisões embasadas e maximizar seus retornos.

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Entenda as implicações da reforma tributária no Brasil e como ela interfere na vida do planejador financeiro

 

A reforma tributária tem sido um tema crucial e relevante no cenário brasileiro, especialmente considerando o atual momento de votação e as tentativas do governo em tributar investimentos offshore. As mudanças na tributação dos investimentos aqui no Brasil estão acontecendo e têm impactos significativos na vida do planejador financeiro. Neste artigo, exploraremos em detalhes as implicações dessas mudanças e como elas afetam o cenário financeiro do país.

O Brasil é conhecido por possuir um sistema tributário complexo, litigioso e custoso. Ao longo dos últimos meses, o governo federal e o Congresso Nacional têm trabalhado em conjunto para aprovar uma proposta de emenda constitucional visando a reforma tributária do consumo. Essa reforma abrange tributos que incidem sobre as atividades econômicas das empresas, como o ICMS, o PIS, a COFINS e o IPI.

Além disso, enquanto aguarda a conclusão da reforma tributária do consumo, o governo já vem promovendo alterações na tributação de investimentos no exterior por meio de medidas provisórias. Essas mudanças, tanto na reforma tributária do consumo quanto na reforma tributária da renda, terão um enorme impacto na vida do planejador financeiro, e é fundamental entendermos suas nuances.

A proposta de reforma tributária do consumo visa, acima de tudo, simplificar o sistema tributário brasileiro. A ideia é substituir cinco tributos (ICMS, ISS, PIS, COFINS e IPI) por apenas dois novos tributos: a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), cobrada pela União Federal, e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), cobrado pelos estados e municípios por meio de um conselho federativo.

Essa reforma representa uma significativa mudança para o planejamento financeiro. Primeiramente, haverá um aumento da carga tributária em alguns setores, como o de serviços e o agronegócio, uma vez que a alíquota conjunta da CBS e do IBS será mais alta do que a tributação atualmente existente. Em segundo lugar, haverá a tributação de algumas transações que atualmente não estão sujeitas ao ISS nem ao ICMS, como é o caso da locação ou aluguel de bens móveis.

Outra mudança importante está relacionada à tributação do patrimônio e das heranças. A proposta prevê a progressividade do ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação) de acordo com o valor do bem transmitido. Além disso, a competência para tributar a herança será do estado onde o falecido tinha domicílio, e os estados poderão cobrar o ITCMD sobre heranças e doações recebidas do exterior.

Enquanto o governo e o Congresso trabalham na aprovação da reforma tributária da renda, que envolve principalmente a tributação dos lucros da pessoa jurídica e dos dividendos, algumas mudanças já foram implementadas neste primeiro semestre. Uma das mudanças que mais impacta o planejamento financeiro é a tributação dos investimentos no exterior, por meio da Medida Provisória 1.171, de 30 de abril deste ano.

Essa medida provisória trouxe três principais alterações. Primeiramente, criou-se uma regra antielisão para pessoa física, sujeitando a tributação anual, independentemente de qualquer distribuição, os lucros auferidos por meio de entidades controladas no exterior localizadas em jurisdições com tributação favorecida. Em segundo lugar, a regulamentação do trust para fins do imposto de renda da pessoa física foi estabelecida, exigindo a declaração dos bens e direitos transmitidos por esse instrumento.

Por fim, a MP alterou a forma de tributação da variação cambial sobre os investimentos no exterior, considerando na tributação também o efeito da variação cambial para praticamente todos os investimentos feitos nesse contexto.

Todas essas mudanças mencionadas influenciam profundamente a forma como o planejamento financeiro é feito no Brasil. Os planejadores financeiros devem estar atentos às implicações das reformas tributárias e às novas regras estabelecidas pelas medidas provisórias. É essencial compreender as alterações na tributação para fornecer um planejamento financeiro sólido e seguro aos seus clientes.

Portanto, para manter-se atualizado e preparado para enfrentar os desafios impostos por essas mudanças, é importante acompanhar de perto as atualizações legislativas e os debates sobre a reforma tributária em votação. Como planejador financeiro, estar bem informado é essencial para tomar decisões estratégicas e garantir o melhor resultado possível para seus clientes.

A busca por conhecimento e a compreensão das novas regras são essenciais para oferecer o melhor suporte aos clientes e alcançar resultados positivos em meio às transformações do cenário tributário brasileiro. Portanto, continue sempre se atualizando sobre o assunto para continuar crescendo profissionalmente!

MBA ou CFA®, qual escolher?

Não há uma resposta fácil para esta questão. Tanto a certificação CFA® quanto um MBA em uma reconhecida Universidade de negócios podem proporcionar grandes benefícios para a sua carreira. No entanto, há certos momentos e situações em que uma dessas opções faz mais sentido que a outra.
26 | ago. Tempo de leitura 5 min.

 

 

Faça alguns questionamentos sobre qual seu momento da carreira:

O ideal, é sempre realizar uma análise criteriosa do momento em que a sua vida profissional está e traçar seus próximos passos para chegar no seu objetivo. Para isso é necessário fazer alguns questionamentos, como:

– Em que momento de carreira estou?

– Com o que trabalho hoje?

– Onde quero trabalhar?

Esses três questionamentos irão proporcionar uma ótica clara da situação atual e do caminho que deve ser traçado para atingir o seu objetivo. Se mesmo assim você estiver com dúvidas sobre que caminho tomar, faça uma reflexão de onde você está trabalhando e que cadeira deseja ocupar.

Agora que já sabe qual momento da carreira está, leve alguns pontos em consideração:

Quando um profissional se pergunta, “em que momento de carreira eu estou”, é necessário levantar alguns pontos chaves como:

– já tenho diploma universitário?
– qual o meu cargo atual?
– quais tarefas estou desempenhando?
– necessito de conhecimento técnico e aprofundado sobre determinado tema ou ferramenta de finanças?

Qual a diferença entre as duas distinções?

Sobretudo é importante dizer que as duas distinções são espetaculares dentro do Mercado de trabalho, sendo o CFA® uma credencial exclusiva de Finanças enquanto o MBA cobre diversas áreas da formação de um executivo, e Finanças é só uma delas.

– estratégia;
– logística;
– liderança;
– finanças. Entre outras.

Então o MBA te torna mais um generalista, o CFA®, um especialista em Finanças.

Na maioria das vezes, seu tempo de vida profissional e idade podem determinar qual é o caminho adequado para seguir.

O que é necessário possuir para obter as certificações?

Para realizar um MBA no Brasil é necessário apenas ter um diploma universitário de qualquer categoria.

Já para realizar o CFA®, não é necessariamente obrigatório ter o diploma Universitário. Alunos que estão cursando o último período da graduação podem se inscrever e realizar o primeiro nível do exame.

Muitas vezes, as pessoas que buscam realizar os três níveis do exame CFA já são profissionais que atuam no mercado em áreas de análise de serviços financeiros desempenhando funções de Sell Side, Gestores de Buy Side, Private Equity, Finanças Corporativas ou Análise de Crédito Corporativo.

Além disso, os candidatos CFA, já tem um foco muito bem definido de onde querem chegar, eles têm a pretensão de ocupar cadeiras de CFO’s, Analistas de renda variável e renda fixa, Gestores de carteira, Estrategistas de carteira, Analista de risco e Investiment Banker, ou então, tem o desejo de atuar como Sales/Trader.

Já os candidatos que não tem experiência aprofundada na área de serviços financeiros e buscam uma recolocação profissional neste meio, podem se beneficiar muito optando por fazer o MBA. Seguindo este caminho o mesmo irá construir uma base sólida, pois terá exposição à todas as áreas de negócios como: Contabilidade, Finanças, Marketing, Estratégia, Operações e etc.

Finalmente, não dá para comparar o CFA® com um MBA nacional. Nada contra as faculdades brasileiras, mas com o CFA® estamos falando de um currículo mundial, montado por um corpo de especialistas do CFA® Institute, um instituto que fica na Virgínia, EUA, composto pelos maiores especialistas do mundo em investimentos. Então, comparar o CFA® com um Master in Finance em uma Top10 do mundo é mais justo.

Se deseja saber mais sobre esse assunto, nosso sócio e responsável pelos cursos e consultorias de CFA® Raphael Palone — CFA®, CFP e CPA-20, gravou um vídeo explicando sobre a diferença desses caminhos. Assista clicando no link abaixo.

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5 dicas para quem quer crescer no mercado financeiro

Para quem quer crescer no mercado financeiro, há uma demanda de profissionais habilitados e preparados para assumirem cargos dentro desse setor. Os salários são atrativos, porém, as exigências são extensas.

Atualizado em 09 | ago Tempo de Leitura: 10 min.

Além de obter certificações específicas, cada vez mais essenciais — e até mesmo obrigatórias —, o profissional precisa se esforçar ao máximo para conquistar uma carreira exemplar.

Quem se destaca no mercado financeiro é quem faz negociações com qualidade, ou seja, é quem estuda e busca se atualizar sempre, sendo, de uma certa forma, um expert em tudo que envolve seu trabalho. Além disso, é cada vez maior o número de empresas ligadas ao setor financeiro em busca de pessoas que não tenham medo de arriscar.

O mercado financeiro está em constante crescimento e, com o avanço tecnológico, está cada vez mais acessível. Preparamos algumas dicas para quem quer ingressar nesse meio. Continue a leitura e saiba mais.

1. Tenha disponibilidade e persistência

Esse não é um tipo de carreira que segue uma base tradicional, na qual você trabalha das 8h às 18h, de segunda a sexta. Esqueça isso! O mercado financeiro é exigente e uma boa negociação pode acontecer na segunda de madrugada ou no sábado à tarde.

Além disso, é necessário ter uma boa relação com os números e uma ótima capacidade analítica. Tudo isso pode parecer cansativo, mas, com persistência, o retorno financeiro vem e bons dias de férias tendem a ser uma realidade. Analisando esses pontos, você está preparado para crescer no mercado financeiro?

2. Conheça a história de outros profissionais

Muitas pessoas se destacaram na história do mercado financeiro. Desde jovens de 20 e poucos anos até pessoas com mais de 30 anos de experiência. Conheça a história deles, se inspire e aprenda. Contudo, não deixe de ser autêntico e acreditar que poderá ser a inspiração de alguém um dia.

3. Aumente a sua rede de relacionamentos

Se você ainda não conhece ninguém ligado ao setor, uma boa dica é a busca por grupos no LinkedIn, em que você também poderá encontrar algumas chances de emprego, além de fazer um primeiro contato com outros profissionais.

Um bom networking pode ser a chave para se destacar nesse meio tão competitivo, mas, antes de expor seu currículo, tenha certeza de que seus conhecimentos são consistentes e atualizados.

4. Escolha uma área de atuação

Das oportunidades existentes no mercado financeiro, algumas profissões têm se destacado nos últimos anos. No levantamento da Exame, em 2017, entre as carreiras promissoras que estão no topo da lista podemos verificar muitas ligadas às finanças, como

– Analista financeiro: precisa ter conhecimentos nas áreas de finanças, contábeis e tributos, ter senso de oportunidade e capacidade analítica;

– Controller: formação em contábeis, administração ou economia e especialização em finanças ou controladoria. É importante ter uma base sólida de contabilidade e em assuntos ligados ao setor fiscal;

– Gerente de compliance: profissão que busca por profissionais com alta capacidade analítica de interpretação de dados. A formação inicial está nas áreas de administração, economia, contábeis e TI.

Outras profissões que se destacaram em 2017 e tendem a continuar chamando a atenção de quem quer seguir carreira no mercado financeiro são: trader, analista de investimentos, gestor de M&A, entre outras.

5. Faça cursos e busque especializações na área

O profissional que busca uma carreira promissora precisa se qualificar. Algumas especializações  podem impactar a sua presença no mercado. Entre elas estão: CFP; CFA; CGA; CNPI; CPA-10 e CPA-20.

Quanto mais especializações e certificações o profissional obtiver, maiores serão as chances de ele se destacar. Naturalmente, esses estudos precisam estar de acordo com os objetivos de carreira.

Compartilhe este post em suas redes sociais e mostre para seus amigos o que você descobriu sobre as chances de crescer no mercado financeiro!

 

 

Graduação no exterior: afinal, vale a pena estudar fora?

A graduação no exterior é uma opção cada vez mais viável e que tem atraído a atenção de muitos brasileiros. Não é para menos: apesar de algumas dificuldades, estudar em outro país oferece benefícios inegáveis, que contribuem tanto no âmbito profissional quanto pessoal.

Fazer as melhores escolhas ainda na graduação, pode ser algo determinante para o seu sucesso profissional. São várias as opções de curso, universidade, ênfase: inúmeras possibilidades disponíveis no mundo todo.

Atualização em 09 | 08 Tempo de leitura: 5 min.

Quer saber se realmente vale a pena estudar fora? Confira aqui 5 motivos pelos quais a graduação no exterior pode ser uma escolha excelente!

1. Você terá a chance de estudar nas melhores universidades do mundo

De acordo com a última classificação publicada pelo Center for World University Rankings, 8 das 10 melhores universidades do mundo estão nos Estados Unidos. A USP, a melhor colocada entre as brasileiras, aparece na 138º posição.

Além de carregarem todo o prestígio de quem figura no topo da maioria dos rankings, as universidades norte-americanas ainda oferecem outra vantagem tentadora: a possibilidade de se formar ao mesmo tempo em duas ou mais áreas diferentes. Ao entrar na universidade, você não precisa escolher de cara qual será sua graduação. Você começa a cursar as matérias que mais te interessam e só depois direciona sua grade de estudos para um determinado curso.

A área escolhida será o seu major, sua formação principal, porém, ainda poderá cursar disciplinas de outras áreas e conseguir um minor, uma formação secundária. Você poderá se formar com major em ciências biológicas, e minor e filosofia, por exemplo, sem falar na possibilidade de conseguir o double major, graduação completa em dois cursos ao mesmo tempo.

2. Os melhores professores estarão ao seu alcance

Buscar uma universidade que está no topo dos rankings não é só uma questão de prestígio. As melhores faculdades têm os melhores professores, e você terá a chance de estudar com grandes nomes da sua área. Já pensou em ler um livro que é referência em uma disciplina e depois tirar dúvidas com o próprio autor?

3. Você poderá formar uma rede de contatos global

Existem universidades que são líderes em internacionalização. Elas recebem inúmeros estudantes do mundo todo e formam uma imensa rede cultural e intelectual. Será uma ótima chance para ter contato com pessoas de diversos países, conhecer pontos de vista e concepções de mundo que você nem sequer imaginava que existiam, além de criar sua agenda com contatos de pessoas de todos os cantos do mundo.

4. Terá a chance de aperfeiçoar um idioma (ou mais)

Nada melhor para treinar um idioma do que ter que lidar com ele no dia a dia. Se você não é fluente, não se preocupe, muitas universidades oferecem programas de adaptação ao idioma para alunos estrangeiros. Se você já é fluente, que tal aproveitar para aprender outro idioma com estudantes de outros países? As universidades europeias também costumam oferecer cursos em outras línguas além do idioma oficial do país.

5. Conhecerá a fundo uma nova cultura

Você pode já ter visitado outros países por um período breve, ou acreditar que conhece muito bem a cultura norte-americana porque vê filmes e séries dos Estados Unidos, por exemplo. No entanto, a imersão em uma cultura diferente precisa ser muito mais profunda para que você a conheça de fato. Alguns meses ou anos estudando no exterior te trarão novas percepções e, com certeza, vão ampliar muito seus horizontes.

As vantagens não param por aí:

1- experiência profissional no exterior;

2- atividades extracurriculares;

3- grade curricular mais flexível;

Se esses são os seus objetivos, com certeza você deve considerar uma graduação no exterior!

Você entende o conceito de Project Finance Modeling?

Saber o que é e como aplicar o Project Finance Modeling (Projeto de Modelagem Financeira) é muito importante para quem atua nessa área e precisa ter informações relevantes sobre a valorização e a capacidade de sobrevivência de um investimento ou negócio.

A implantação do Project Finance Modeling tem como foco oferecer dados numéricos que possibilitem a previsão do futuro desempenho do empreendimento, a fim de orientar a tomada de decisões dos envolvidos.

Neste artigo, falaremos sobre o tema e abordaremos sua relevância para a atuação no setor financeiro. Acompanhe e esclareça suas dúvidas.

Atualizado em 09 | ago Tempo de Leitura 5 min.

Saiba o que é Project Finance Modeling

Um Project Finance Modeling é um modelo matemático desenvolvido por profissionais de tesouraria, analistas de bancos de bancos e demais profissionais especializados, que tem como objetivo fazer uma representação da realidade de um ativo financeiro. Esse relatório deve apresentar todas as informações que comprovem a viabilidade do projeto de maneira detalhada para investidores e acionistas.

O projeto de modelagem financeira faz parte de um processo gerencial maior e pode ser implantado com o propósito de levantar fundos para obras com alto valor de execução, por exemplo.

Diante da complexidade do mercado atual, é preciso construir modelos que facilitem a compreensão de sua dinâmica e estrutura. O Project Finance Modeling é útil para tomadas de decisões, tanto em curto como em longo prazo. Suas aplicações incluem fatores, como:

–  Avaliação dos negócios e do fluxo de caixa;

– Cálculo de custo médio ponderado do capital — Weighted Average Cost of Capital (WACC);

– Análise de balanços;

– Projeção de crédito;

– Projeção de projetos e investimentos;

– Projeção de aquisição;

– Projeção de equilíbrio econômico e financeiro;

– Projeção do capital.

Entenda as vantagens do desenvolvimento de um Project Finance Modeling

Com a modelagem financeira, é possível fazer uma estimativa de resultados do empreendimento, assim como simular cenários diversos e o impacto de cada um deles nas variáveis financeiras, operacionais e no cenário da economia do país, por exemplo.

Entre as principais vantagens da modelagem financeira, podemos listar:

– Operação com escala econômica;

– Juros da dívida dedutíveis;

– Avaliação de riscos melhorada;

– Garantias tradicionais substituídas por garantias de desempenho;

– Fluxo de caixa liberado;

– Melhor alocação de riscos.

Compreenda o perfil do profissional que atua na área

Para ser um especialista em modelagem financeira, é preciso fazer um curso de especialização na área, no qual serão apresentadas técnicas de compreensão aprofundada dos conceitos de finanças e contabilidades.

O profissional deve ter um perfil dinâmico, organizado e analítico, uma vez que deverá projetar a solução para problemas reais com base nos resultados obtidos em seu modelo de projeto financeiro.

As áreas de atuação podem ser diversas, incluindo bancos, consultoria, análise de possíveis aquisições e projeções de desempenho de organizações e empresas. No cenário econômico atual, em que as empresas precisam, cada vez mais, mostrar-se capazes e competitivas, esse profissional apresenta extrema importância e valorização.

Neste artigo, falamos sobre a importância do Project Finance Modeling na hora de definir e organizar investimentos que tornem a empresa mais competitiva e lucrativa, como a modelagem financeira, a realização de importantes projetos de infraestrutura e a parceria público-privada.

 

 

Quais os desafios do gestor financeiro e como superá-las?

O gestor financeiro é o profissional responsável por cuidar do planejamento e dos recursos financeiros de uma instituição, sempre utilizando estratégias baseadas em suas análises diante dos demonstrativos contábeis e do fluxo de capital da empresa.

Sendo assim, com um papel de grande responsabilidade na corporação, o profissional tem influência direta na saúde financeira da empresa, sendo decisivo também ao decidir como aplicar e, principalmente, captar recursos. Sua importância cresce ainda mais em épocas onde a situação econômica do país esteja desfavorável às empresas.

Você sabe quais são os desafios diários na carreira de gestor financeiro? O post a seguir mostrará uma série de momentos e responsabilidades onde este profissional se faz presente de maneira decisiva para a empresa. Confira!

Planejamento tributário: impostos sob cuidado

Uma das funções mais importantes do gestor financeiro é cuidar das questões de tributação, planejando as saídas de modo cada vez mais suave para empresa.

Então, é função dele estudar modos de impactos diretos e indiretos dos impostos e definir movimentos que aliviem essa cobrança trabalhando dentro da legislação, para que não haja nenhum tipo de fraude em uma tentativa de reduzir tributos.

Mitigar riscos: em prol de diminuir prejuízos

A estabilidade financeira da empresa deve estar sempre entre as metas permanentes do gestor financeiro. Por isso, ele deve planejar todas as suas movimentações com muita cautela, sempre visando suavizar possíveis riscos.

O planejamento à longo prazo da situação financeira da empresa deve ser feito sempre pensando nestes fatores de risco, analisando a variação constante da economia do país e as taxas de juros. Planejamentos errados podem ser nocivos à saúde financeira da empresa no futuro.

Análise de mercado: gestor financeiro sempre atento

O mercado muda constantemente e a empresa precisa estar sempre se adequando às tendências do momento. O gestor é um dos grandes responsáveis por fazer com que a instituição não sofra com esse dinamismo do cenário.

Além de se adaptar rapidamente, o profissional deve estar em constante estado de alerta e estudando possíveis novas tendências para nunca ser pego de surpresa, estando sempre capaz de colocar a empresa em bom patamar no mercado.

Cortar despesas: buscar sempre ter fôlego

Esta é uma das principais e mais complicadas atribuições do gestor financeiro, especialmente nos dias atuais, diante do complicado momento financeiro vivido pelo Brasil, que afeta diretamente as atividades das empresas.

O gestor precisa estudar detalhadamente quais são os gastos da corporação, com um olhar crítico e analítico, de modo que encontre possibilidades de cortes, sem que estas reduções ou redirecionamentos de verba atrapalhem as atividades da empresa.

Auditorias internas: analisar as contas da casa

As auditorias devem ser feitas periodicamente dentro da empresa e o gestor financeiro deve conduzir e liderar o processo. É fundamental fazer o levantamento para saber como andam as atividades da empresa.

Nas auditorias, o gestor deve observar se os gastos estão sendo feitos de acordo com o planejado. Também precisa observar se os registros realmente condizem com a situação financeira atual em que a empresa se encontra, a fim de encontrar possíveis desacordos ou irregularidades provenientes de erros de planejamento, de execução ou até mesmo fraudes.

A certificação é necessária para ser um gestor financeiro

O profissional da área precisa ter a certificação CGA, que é voltada para quem atua gerindo recursos de terceiros e tem autonomia para investimentos.

Realmente não é fácil a vida de um gestor financeiro! Mas estes desafios devem servir como combustível para quem pretende chegar ao cargo, ou para aqueles que já os ocupam!

Gostou do post? Compartilhe em suas redes sociais para que mais profissionais do mercado financeiro conheçam a profissão!

Publicado 20/10/2017

Um Par de Tênis Pode ser um Investimento Alternativo?

Já imaginou um tênis ser tão caro a ponto de ser um investimento alternativo? A revista britânica DAZED & CONFUSED, publicou na edição de Outubro uma matéria chamada Five Hyped Sneakers That Might Be a Better Investment Than a House.

Essa matéria mostra os 5 modelos de tênis que podem estar tão valiosos no próximos 10 anos que seus preços se equivaleriam a uma casa de um quarto em uma cidade do subúrbio americano.

A Geração Millenials

Não é novidade para ninguém que a geração millennials investe pesado em street style, tênis, moletons e camisetas se tornaram objetos de consumo tão valiosos que marcas como Supreme, por exemplo, entraram para o mercado de luxo com preços sem precedentes. Esse mercado é tão valioso que alguns até pensam nele como um tipo de investimento alternativo.

Se tornou comum ver jovens dormindo nas filas em frente as lojas, em dia de lançamento de coleção, em busca de um item colecionável.

“Em termos evolucionários, todos colecionamos”, diz o Dr. Dimitrios Tsivrikos, psicólogo de consumo da University College London. “Sempre colecionamos artigos ou recursos para sobreviver, mas sobrevivência não se resume apenas ao que precisamos fisicamente. Precisamos, psicologicamente, nos distinguir.

“Os millennials em particular são muito conscientes das diferentes tribos de consumo; eles querem inspirar e impressionar colegas que compartilham os mesmo interesses que eles…”

Atento ao comportamento desses jovens que, em um primeiro momento, não tem a intenção de investir em nada que não seja o lifestyle,  Josh Luber criou em 2016 o site StockX.

Especializado em tênis, esse site lista cada modelo em tempo real, as flutuações de preço ao longo de um período de 90 dias e informações sobre se o tênis escolhido é ou não um bom investimento alternativo.

Dessa forma os ávidos consumidores conseguem escapar dos vendedores inescrupulosos de sites de leilão e ter a verdadeira noção do poderio de suas aquisições.

Você não precisa ser nenhum chartered alternative investment analyst (CAIA)  para saber que o segredo de investir em tênis ou qualquer outro ítem colecionável é não usa-los e esperar alguns anos para , se for o caso, comercializá-los novamente.

Modelos de tênis com grande retorno

Conheça os 5 modelos de tênis que segundo Luber trarão os mais significativos ROIs nos próximos anos

– NIKE AIR PRESTO OFF-WHITE (FIRST EDITION)– Avaliado em U$1.600,00 esse modelo teve uma valorização de 900% sobre o seu preço de lançamento.

– JORDAN 1 RETRO HIGH OFF-WHITE CHICAGO– Comercializado atualmente por U$2.400,00, valorização de 12 vezes sobre o preço original em apenas um ano.

– NIKE MARS YARD TOM SACHS (I)– Considerado uma obra de arte resultado da colaboração entre o artista Tom Sachs e a Nike.  É um modelo tão raro que não está nem listado no Stock X.

– ADIDAS NMD HU PHARRELL HUMAN RACE YELLOW– Resultado da primeira colaboração entre Pharrell e Adidas, esse modelo teve uma valorização de 650% desde o seu lançamento chegando a U$1.800,00 o par.

– AIR JORDAN 4 CARHARTT– Considerado o Santo Graal dos tênis, são apenas 10 pares. O fruto da colaboração entre o rapper Eminem e a Carhartt é o modelo é mais caro do mundo. Seu preço médio é de U$20.000,00.

Por Fabíola Carvalho – Publicado em 25/10/2018