Descubra aqui o que faz o profissional de relações com investidores

 

No Brasil, ainda são consideradas poucas as empresas que atuam em um modelo de capital aberto. No entanto, esse cenário está mudando e a perspectiva é de que cada vez mais empresas adotem este sistema. Assim, o profissional de relações com investidores, também chamado de RI, encontra pela frente um campo fértil de possibilidades.

Considerada uma profissão nova, o RI aparece como uma aposta em um mercado financeiro cada vez mais maduro e competitivo. Antes, as informações a respeito das empresas eram repassadas ao público por seus presidentes ou gestores. No entanto, com a crescente demanda, foi necessário estipular um profissional específico para essa função.

Quer saber mais sobre essa profissão, quais são suas competências e se ela é um bom caminho a seguir? Acompanhe este post!

 

O que é um profissional de relações com investidores?

Esse profissional atua como uma ponte entre a empresa e seus potenciais investidores. Ele congrega os esforços dos setores de marketing, financeiro e de comunicação com o intuito de concentrar informações a respeito da saúde da empresa e divulgar o seu potencial de investimento.

Ele atua também repassando ao mercado financeiro as informações sobre a empresa, possibilitando, dessa forma, que ela possa influenciar nos valores determinados para suas ações. Isso pode fazer com que a empresa seja mais valorizada no mercado, transparecendo credibilidade e segurança para receber investimentos.

O caminho inverso também é de responsabilidade do RI, que deve levar para a empresa o feedback do mercado, de forma a traçar estratégias para que se possam resolver eventuais problemas ou demandas.

 

De que forma atua esse profissional?

O profissional de relações com investidores atua dentro de empresas de capital aberto, representando essa empresa perante os investidores e o mercado financeiro e promovendo uma aproximação mais eficaz por meio da troca de informações especializadas.

O RI participa de eventos, realiza reuniões com investidores em potencial e com acionistas, prestando contas. Ele administra informações que vão além dos releases obrigatórios — como o relatório anual —, tornando-se o porta-voz da empresa perante o mercado e também do mercado perante a empresa.

É função dele, em contato com os outros departamentos da empresa, traçar estratégias de comunicação e posicionamento da empresa, avaliando quais informações deverão ir a público.

O RI atua buscando novos investidores e desbravando mercados ainda não explorados pela empresa — diferentes perfis de acionistas ou mesmo regiões nacionais e internacionais. Além disso, trabalha percebendo alterações na saúde financeira da empresa; neste caso, é seu papel investigar e informar os setores responsáveis a respeito dessas mudanças, quando indesejadas.

 

Que características deve ter o RI?

O profissional de relações com investidores possui acesso a informações privilegiadas e que, nem sempre, devem ser informadas ao público. Portanto, este é considerado um cargo de confiança.

Em função disso, o bom RI deve ser discreto e ter bom jogo de cintura. As suas habilidades de comunicação devem ser excepcionais, uma vez que ele passará boa parte do tempo dialogando com executivos ou se expondo em veículos de comunicação. Falar outras línguas é imprescindível.

Deve conhecer profundamente o mercado financeiro e saber identificar oportunidades ou momentos de retração. Principalmente, deve ser o grande especialista sobre a empresa que representa, conhecendo, inclusive, seu histórico financeiro, para que possa elucidar questões a respeito de épocas em que não trabalhava nela.

O trabalho do profissional de Relações com Investidores é fundamental para o real crescimento da empresa de capital aberto. Com uma demanda cada vez maior no mercado, o investimento nesta área de atuação se torna estratégico. Hoje, existem diversos cursos disponíveis para prepará-lo para o mercado financeiro.

Sente-se pronto para se tornar um profissional de relações com investidores? Quer saber mais sobre o assunto? Para receber mais conteúdos como esse, siga-nos no Facebook e no LinkedIn e veja tudo em primeira mão!

 

Publicado 29/06/2017

Por que devo saber mais sobre produtos financeiros de tesouraria?

Profissionais de finanças precisam manter-se atualizados em relação ao mercado em que atuam — o que pressupõe cursos e especializações. No atual mercado, é importante manter o controle de fluxo e gerenciar os riscos comercializados para empresas, pois dessa ação depende parte da segurança dos investimentos da companhia.

A tesouraria, por exemplo, visa buscar as melhores soluções no quesito financeiro, gerar lucro operacional e proteger o patrimônio da empresa. Um bom profissional de finanças sabe de tudo isso e entende sobre as estratégias necessárias para fazê-lo.

Os cursos de produtos financeiros de tesouraria, então, podem ser muito úteis para os profissionais da área. Quer saber mais sobre o assunto? Confira este post!

Boa leitura!

Quais são os principais conceitos que envolvem o assunto?

O primeiro passo de um curso de produtos financeiros de tesouraria é conscientizar o profissional a respeito dos principais conceitos desse mercado. Para que você entenda melhor, listamos abaixo alguns deles. Veja!

Hedge

Trata-se de uma espécie de proteção às variações de investimentos. Ele garante segurança no preço, protegendo o ativo ou passivo de taxas e variações. Isso reduz as chances de perda devido às oscilações do mercado em produtos de tesouraria.

Swap

Trata-se de uma espécie de troca de riscos com um outro investidor. Essa troca se dá sobre índices que podem ser de preço, taxas de câmbio ou juros. Duas empresas que negociam em dólar, por exemplo, podem se beneficiar do swap. É bom lembrar apenas que essas trocas devem fornecer vantagem a ambas as partes envolvidas.

Termo de moedas

Também vantajoso em transações com moeda estrangeira, trata-se de um derivativo que permite a negociação, sem que haja variações na taxa de câmbio.

Em caso de pagamento de obrigações após decorrido um período, essa medida garante que a empresa não terá de pagar um valor maior que o negociado devido às variações cambiais. O câmbio é estabelecido no momento de celebração do contrato.

Combinação de derivativos

São bons produtos para serem usados em casos bem específicos e variam de acordo com o perfil dos clientes envolvidos. Para isso, antes de aplicar essa medida, o banco solicita que o investidor preencha um formulário para avaliar seu perfil. De acordo com o resultado, a melhor solução será oferecida.

Os perfis normalmente são agrupados da seguinte forma:

  • conservador: são aqueles que fogem de qualquer risco que pressuponha perdas financeiras;
  • moderado: até aceitam assumir pequenos riscos, se as possibilidades de rentabilidade forem atrativas;
  • agressivo: acreditam que, quanto maiores os riscos, maiores as possibilidades de ganhos.

Como funciona o curso da FK Partners?

Se você ficou interessado em fazer um curso para especializar-se ainda mais na área de finanças, conheça as opções da FK Partners. Nossas aulas costumam envolver teoria e prática e, nelas, os alunos são expostos a situações comuns ao dia a dia do setor.

Os alunos aprenderão a identificar qual é o produto certo para a necessidade da empresa. Essas necessidades variam conforme a disponibilidade de caixa, o pagamento de impostos e o horizonte de investimento. Além disso, elas definem qual é o melhor derivativo a ser utilizado para a proteção ou a troca de indexador.

Com um enfoque prático, os participantes aprenderão a precificar vários derivativos e faremos exemplos de cálculo do MtM desses produtos.

Finalmente, o curso também enfoca o olhar de crédito, a exposição gerada pelos produtos e como minimizá-la.

Além disso, oferecemos preparatórios para certificações financeiras, além de cursos ministrados totalmente em inglês por professores americanos. Eles preparam o aluno para exames das principais universidades do exterior.

Se você quer conhecer um pouco mais sobre nossos cursos de produtos financeiros de tesouraria, assine agora mesmo a nossa newsletter e fique por dentro das novidades!

 

Publicado 25/04/2018

Vale a pena fazer curso para exame de proficiência?

O exame de proficiência é uma ferramenta requerida por grande parte das universidades internacionais. Ele serve para atestar as habilidades de um aluno estrangeiro no idioma utilizado em determinado curso superior ou especialização. Nas instituições de ensino que têm o inglês como língua oficial, por exemplo, a necessidade de comprovar é cada vez mais recorrente.

Mais do que isso, a comprovação também funciona como uma forma efetiva e oficial de afirmar o conhecimento idiomático, facilitando a construção de uma carreira no exterior e possibilitando a busca por uma bolsa de estudos.

Como se preparar para um exame de proficiência?

Antes de tudo, é preciso que você delimite seus objetivos. Sabendo exatamente qual dos exames você precisa para atingir aquela vaga tão sonhada ou o ingresso em uma boa universidade, tudo fica mais fácil.

É importante frisar que cada língua tem diferentes meios de certificação. Os mais populares no inglês são o TOEFL iBT e o IELTS, ao passo que o espanhol dispõe do DELE, do SIELE, por exemplo.

Cada uma das provas tem um formato específico e uma metodologia distinta utilizada na hora de testar os candidatos. A estrutura varia muito de uma avaliação para outra, pois algum aspecto, como leitura acadêmica ou conversação, pode ser privilegiado em detrimento de outros.

É evidente que não há uma receita pronta para se sair bem em nenhum deles, mas as chances aumentam significativamente quando se conhece mais a fundo a estruturação do exame que se pretende fazer.

Estudar sozinho ou fazer um curso especializado?

Um período preparatório para o exame de proficiência deverá começar com autocrítica. É preciso deixar tanto a modéstia quanto a vaidade e de lado e responder para si mesmo como está seu nível de conhecimento.

É inegável o quanto avançamos em termos de acesso ao conhecimento na era da informação. Ser autodidata, no entanto, não é um mar de rosas. A flexibilidade e a economia podem ser atraentes, mas não solidificam o aprendizado a partir da motivação e da qualificação que um curso especializado pode trazer.

Sendo assim, por mais avançado que você se considere em um idioma, é importante se dedicar com afinco à preparação para evitar dificuldades posteriores.

Como escolher um bom curso preparatório?

Para fazer uma análise precisa, é necessário olhar atentamente para dois aspectos fundamentais: os professores e os materiais que compõem o curso.

Dê preferência às instituições que contam com docentes nativos e experientes no ensino de idiomas para estrangeiros. Um material completo, original e que seja totalmente pensado para o exame em questão também é essencial.

Ter um suporte personalizado, que se proponha a personalizar o plano de estudos e sanar as dúvidas prontamente, é importantíssimo. Testes, simulados e exercícios práticos também são requisitos a serem analisados na hora de escolher. Afinal, eles permitem formular uma real perspectiva sobre a sua evolução.

Sendo assim, estudando intensamente e se dedicando a fazer uma preparação sólida, você conseguirá obter uma boa avaliação no exame de proficiência e atingir os objetivos que planeja para sua carreira.

Gostou das dicas? Entre em contato conosco para te ajudarmos ainda mais!

 

Publicado 29/06/2017

5 dicas para saber se o seu projeto é financeiramente viável

Como saber se um projeto é financeiramente viável?

 

Quando você precisa iniciar um novo projeto, você sabe por onde começar a analisar a viabilidade dele? Neste texto daremos 5 dicas para você iniciar um projeto sabendo se ele é financeiramente viável!

1.Um horizonte de tempo a analisar

Se você projetar 70 anos de fluxo de caixa para frente, provavelmente seu projeto vai se repagar e vai valer a pena ser feito. Mas você tem essa visibilidade toda quanto ao fluxo de caixa? Com exceção de algumas concessões muito específicas como rodovias ou energia elétrica, não conseguimos enxergar muito além de 4 ou 5 anos. Quanto tempo para frente você projetou?

2. Comparação entre projetos em bases de risco iguais

Se você não fizer esse projeto, onde seu dinheiro vai ficar? Muito analista compara alternativas de maneira equivocada, de um lado um projeto alavancado e com muito risco, de outro, o CDI. Claro que não se pode fazer isso sem ajustar o risco das alternativas. Pode-se usar, por exemplo, o Pure Play Method para isso.

3. Comparação entre projetos em bases de tempo iguais

Então um projeto tem payback em 3 anos, mas os fluxos de caixa são constantes e outro tem payback em 5 anos mas, os fluxos de caixa são crescentes? Não se pode comparar os projetos apenas assim, a “olho nu”, você tem que colocar as alternativas em bases iguais de tempo. Pode-se usar o MMC ou o Pagamento Anual Equivalente.

4. Opções de saída

Você descobrir no primeiro ou segundo ano que o projeto era ruim, não precisa esperar ir até o fim do 10º ano para perder o dinheiro. Você pode buscar projetos que te dão “saídas de emergência” caso algo dê errado. É o que chamamos de “Real Options”, saber incluí-las no projeto e calcular o quanto de valor elas geram é uma arte, essencial para os projetos atuais.

5. Cenários

Ver se o custo do seu empréstimo se altera ao longo dos 10 anos do projeto? E se você quebrar um covenant e tiver que reduzir o tamanho da dívida? É preciso simular algumas combinações de catástrofes para perceber que algumas delas são mais impactantes no seu negócio do que outras. Ao conhecer essa sensibilidade você pode buscar se proteger delas.

 

O curso Analise de Viabilidade Financeira de Projetos da FK Partners cobre as principais lacunas que envolvem novos negócios. É aplicável aos profissionais do Mercado Financeiro que lidam com Project Finance, Venture Capital, M&A, Tesourarias de Empresas, áreas de crédito. Saiba mais clicando aqui.

 

Publicado em 16/17/2021

CPA-10 ou CPA-20? Qual a melhor opção para você?

 

Muitos profissionais entram em contato com a gente com dúvidas sobre qual das certificações escolher, então vamos mostrar para você algumas informações para te ajudar a decidir a melhor opção de acordo com o seu momento de carreira.

Tanto a certificação CPA-10 como a CPA-20 são da ANBIMA, a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais, que é uma associação que representa as instituições como bancos, gestoras, fundos de investimento, corretoras, distribuidoras e investidores qualificados. Com essas certificações a ANBIMA garante que os profissionais do mercado financeiro nacional tenham um “selo de qualidade”.

 

A CPA-10 certifica profissionais que atuam na prospecção ou venda de produtos de investimento diretamente para o público, em agências bancárias ou plataformas de atendimento, sejam elas vinculadas ou não à ANBIMA.

Já a CPA-20 certifica profissionais que atuam na venda de produtos de investimento ou na manutenção de carteiras nos segmentos varejo alta renda, private banking, corporate e investidores institucionais, em agências bancárias ou plataformas de atendimento.

 

Quem tem CPA-20 pode, automaticamente, exercer as atividades abrangidas pela CPA-10 ou seja uma sobrepõem a outra.

 

Recentemente três tipos de profissionais começaram a buscar muito a CPA-20: estudantes, órgãos de fundos de previdência públicos (os chamados RPPS) e funcionários de empresas privadas, que gostariam de ter esse mesmo selo de qualidade que bancários têm.

O que percebemos é que a CPA-10 é mais para aqueles que buscam entrar no banco e iniciar carreira. É uma forma de entrar em um programa de trainee agregando algo para o banco (se você não tivesse, o banco teria que pagar o curso e a prova pra você ter).

Mas para cargos gerenciais, mesmo nas agências, a CPA-20 já é a exigência e o diferencial.

Se você está em dúvida qual é melhor pra você, preparamos esse resumo que pode te direcionar:

 

 

 

CPA10

CPA20

Funcionários de agencia (caixa, assistentes de atendimento)

X

Gerentes de atendimento (PF, PJ ou Gerente Geral)

X

Gerentes de relacionamento (comerciais)

X

Corretores e distribuidores de valores mobiliários

X

Estudantes de cursos que tiveram Economia e Finanças na grade

X

Estudantes de outros cursos

X

Funcionários de autarquias e órgãos públicos

X

Funcionários de Tesouraria de Empresas

X

Gerentes e Diretores Financeiros

X

 

Se você não estiver em nenhuma dessas situações, procure a FK que te ajudamos a encontrar a melhor opção para a sua carreira.

Já decidiu qual a melhor opção para você? Então prepare-se com a FK Partners. Você será direcionado para o Site da FK Lab, no qual você poderá adquirir o curso desenvolvido pela FK Partners:

 

Saiba Mais sobre as nossas certificações CPA-10 e CPA-20 

 

Publicado 06/02/2020

Como redigir cartas de apresentação para estudo no exterior

Conheça os modelos mais pedidos pelas instituições e como escrevê-los bem.

São diversas as etapas a cumprir e os documentos a preencher para estudar no exterior. Um dos que mais causam preocupação ao candidato é a carta de apresentação. O principal motivo para a apreensão é que não há um modelo pronto disponível a ser seguido e, por isso, as dúvidas são muitas.

Em primeiro lugar, o tipo de carta de apresentação pode ser diferente de acordo com o curso ou instituição. Para um MBA no exterior, o mais comum é que seja pedida uma carta de recomendação profissional. Para o mestrado, além da profissional, a acadêmica também costuma ser uma exigência. A maioria pede, ainda, uma carta motivacional ou de apresentação pessoal (personal statement), que deve sintetizar para os avaliadores os motivos da escolha do candidato pela instituição e a importância disso para sua carreira e futuro.

Orientar profissionais e universitários sobre como escrever boas cartas de apresentação faz parte da rotina do norte-americano Darrin Kerr desde 2004. Foi nesse ano que abriu a FK Partners, empresa em São Paulo que oferece cursos de certificação na área de finanças e consultoria para quem quer fazer graduação, MBA ou mestrado no exterior. Kerr aponta os erros mais comuns cometidos pelos candidatos e dá as dicas para causar uma boa impressão e ser aprovado para seu curso fora do Brasil.

Erros comuns

– Achar que a carta de recomendação será mais efetiva se for assinada por alguém com um alto cargo na empresa e na universidade.
A carta de recomendação deve ser escrita e assinada por alguém que realmente conheça o candidato. Isso vale tanto para a modalidade profissional quanto para a acadêmica. Apenas um chefe direto ou um professor bastante próximo poderá escrever com propriedade sobre os pontos fortes e fracos do candidato.

– Só falar dos pontos fortes
A carta deve ser verdadeira, porém sem exageros nos elogios. A instituição ou universidade estrangeira não está procurando pessoas perfeitas, mas alunos de diferentes perfis que possam contribuir e agregar experiências junto aos outros colegas. E, acima de tudo, que possam usufruir do que o curso vai oferecer.

– Escrever demais
Os candidatos são muitos e, quanto mais enxuta e objetiva for a carta, mais chance tem de ser lida com atenção pelos avaliadores. Portanto, não deve ultrapassar duas páginas.

– Não investir em um bom tradutor
O avaliador deve entender a mensagem perfeitamente. Por isso, vale a pena pagar para um bom tradutor fazer a versão da carta no idioma do país da instituição para a qual você está aplicando. Tradutores on-line não bastam!

Agora que você já sabe o que evitar, saiba como escrever uma boa carta, seja ela de recomendação ou de apresentação:

CARTA DE RECOMENDAÇÃO PROFISSIONAL OU ACADÊMICA

Escolha o chefe ou o professor que irá redigir o documento. É importante que a carta confirme tudo aquilo que você já disse em entrevistas anteriores ou na sua própria carta de apresentação. Deve estar em papel timbrado ou template da empresa ou universidade.

1. Seguir o que foi pedido

É cada vez mais comum, em especial no caso dos MBAs, que a instituição passe uma lista de perguntas a serem respondidas na carta, seja a profissional ou a acadêmica. Todas as respostas devem ser acompanhadas de exemplos. Se for destacar que o candidato é um bom colega, deve explicar o motivo. Exemplo: substituiu uma colega em licença maternidade e conseguiu fechar um projeto com o cliente, que estava apreensivo devido ao afastamento da funcionária que era seu ponto de contato.

2. Conteúdo mínimo

Algumas instituições, hoje, já disponibilizam um sistema on-line em formato de pergunta e resposta com espaço para preenchimento. Nesse caso, o candidato deve informar o e-mail do chefe e/ou professor escolhido e a instituição entra em contato diretamente com ele para enviar o link de acesso.

A seguir, confira os itens que costumam estar na lista das exigências. Se a sua instituição não passar as orientações, siga esse roteiro:

a) Como é seu relacionamento com o candidato
Aqui o professor ou chefe deve responder a relação formal que existe entre vocês e há quanto tempo, bem como as atividades que o candidato desempenha sob sua orientação ou comando

b) Mostre um exemplo de liderança do candidato
Como o candidato se comportou e desenvolveu um projeto em que foi líder e os resultados disso. No ambiente universitário, pode contar os grupos e clubes dos quais você fez parte.

c) Destaque dois pontos fortes
A pergunta costuma ser aberta, mas além de liderança, criatividade, capacidade de inovar, facilidade em trabalhar em grupo e boa comunicação são algumas características muito valorizadas. Vale a pena apostar em duas delas.

d) Indique dois pontos a melhorar
Aqui o chefe ou professor deve citar duas características a serem melhoradas e dizer como elas já têm sido trabalhadas pelo postulante. Por exemplo, se o ponto a ser melhorado é comunicação interpessoal, vale dizer que tem dado feedback sobre isso ao candidato a cada seis meses e que ele tem evoluído, demonstrando interesse em realizar apresentações à equipe a fim de treinar a habilidade.

e) Como é o candidato em relação a seus colegas de mesmo nível ou pares
Destacar pontos fortes, ressaltar que é um dos melhores em alguma atividade ou características e explicar o motivo, dando exemplos.

f) É realmente um bom candidato para o MBA ou mestrado nesta universidade ou instituição?
Explicar o que o curso vai contribuir para a formação em termos de conteúdo, assim como a experiência internacional.

CARTA DE APRESENTAÇÃO OU DE INTENÇÕES

Essa é a declaração que o próprio candidato precisa escrever contando sobre suas intenções, características e planos para o futuro. Além de seguir os mesmos passos da carta de recomendação, é essencial que você conte seus planos para depois do mestrado ou MBA e a maneira como ele contribuirá para seu caminho até os objetivos.

Outro ponto importante é destacar características diferenciais, como um terceiro idioma (além do materno e do país onde pretende estudar), intercâmbios e viagens internacionais, trabalho voluntário e habilidades incomuns à sua área. Exemplo: se você é administrador de empresas, mas já desenvolveu um aplicativo, vale a pena contar, pois mostra uma habilidade técnica que poucos colegas da sua área têm.

Gostou desse artigo? Conheça o serviço de consultoria que vai apoiar você na realização de seu sonho e construa uma carreira de sucesso.

 

Publicado em 19/04/2018

4 motivos para fazer uma certificação CPA-10

O mercado de trabalho está cada vez mais competitivo e, assim, virou uma necessidade se aprimorar e diferenciar para entrar no mercado e subir na carreira. Porém, conhecimento não é tudo — é preciso algo que ateste suas capacidades profissionais e seu conhecimento.

Nesse contexto, merece destaque a certificação CPA-10, que atesta as habilidades e as competências práticas de um profissional que atua na área de investimentos.

Ela foi desenvolvida pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercadores Financeiros e de Capitais (ANBIMA), que atua com o objetivo de fortalecer o mercado financeiro. Para isso, ela criou uma série de certificações, entre elas, a Certificação Profissional ANBIMA – Série 10 (CPA-10).

A CPA-10 destina-se a atestar que profissionais que desempenham atividades de comercialização e distribuição de produtos de investimento diretamente junto ao público investidor em agências bancárias, bem como de atendimento ao público investidor em centrais de atendimento tenham conhecimento do mercado.

 

Agora que você conhece um pouco sobre a CPA-10, mostramos a seguir os 4 principais motivos para conquistar seu certificado. Continue a leitura e fique de olho!

 

1. Atua como selo de aprovação

Ao pleitear um cargo de trabalho, é necessário mostrar suas qualificações – normalmente, com um currículo. É uma forma do profissional mostrar que “merece” a vaga.

Suponha uma disputa de vaga. Não é obrigatório ter a CPA-10, mas é um diferencial. O candidato A dirá que entende bem sobre o mercado financeiro e está acostumado com a área. Outro candidato, B, apresentará uma certificação de uma associação famosa e enraizada no mercado que atesta seu conhecimento. O candidato B possui vantagem nesse quesito e, provavelmente, terá preferência na hora da decisão final.

 

2. Facilita a entrada no mercado

Em 2005, foi aprovada a Resolução 3309 do Banco Central do Brasil. De acordo com ela, os profissionais que trabalham nas áreas de venda ou prospecção de investimentos devem ter suas habilidades certificadas por uma entidade reconhecida.

Ou seja, qualquer pessoa que queira trabalhar com venda ou análise de investimentos para o publico, no Brasil, precisa de uma certificação — e a CPA-10 é uma das melhores opções. Se quiser entrar no mercado financeiro, precisa se dedicar!

 

3. Pode elevar sua renda mensal

A essa altura, você já percebeu que ter uma certificação CPA-10 é uma obrigação legal ou um diferencial no mercado. Mas, nos últimos tempos, o Brasil vive um período de crise, caracterizado por um alto nível de desemprego.

Para quem deseja entrar no mercado de venda de investimentos ou escalar na carreira, ter certificações como a CPA-10 é uma necessidade. Com seu conhecimento e capacidade técnicas atestados, o profissional possui maior estabilidade no seu cargo e melhores chances de uma promoção.

 

4. Mais conhecimento na área de investimentos

A área de estudos financeiros é muito extensa. São muitos tipos de investimentos, leis e procedimentos a serem lembrados. Um profissional competente deve se manter atualizado em sua zona de atuação.

Dedicar-se ao exame de certificação CPA-10 também é uma maneira de aumentar seu conhecimento. Sabendo mais sobre o mercado financeiro, você se tornará um profissional mais competente para sua empresa.

Além disso, como você deve estar imaginando, não é fácil ser aprovado nessa prova. Os temas abordados vão desde Sistema Financeiro Nacional e Participação no Mercado até Fundos de Investimentos. Além disso, para receber a certificação, o profissional deve acertar 70% da prova.

 

Portanto, é muito importante encontrar um método e uma plataforma de estudo que se adéquem ao seu perfil. Também é essencial ter contato com professores que atuam diretamente no mercado e, obviamente, ter acesso a informações confiáveis e de qualidade.

 

Publicado 05/04/2018

Qual a melhor maneira de estudar para o exame CFA®

Obter a certificação CFA® (Chartered Financial Analyst®) é um divisor de águas na vida de qualquer profissional da área financeira.

Mundialmente reconhecida como a mais importante certificação da área, ela dá ao profissional um atestado de qualidade que o permitirá trabalhar em 150 países, independentemente de sua origem.

Quer entender melhor como funciona essa certificação e descobrir como obtê-la? Acompanhe o post!

Como utilizar a certificação CFA®?

Reconhecido mundialmente como um atestado de qualidade, o profissional aprovado pode incluir a sigla na sua assinatura, em cartões de visita e e-mail.

No entanto, não existe uma certificação parcial. Para ser um CFA® charterholder, você deve ser aprovado nos três níveis do exame.

Como obter a titulação?

A titulação é fornecida pelo CFA Institute, responsável por aplicar as provas, concomitantemente, no mundo todo. Ou seja, no Brasil, nos Estados Unidos ou no Marrocos, a prova é exatamente a mesma e a exigência também.

Os exames são aplicados duas vezes ao ano, nos meses de junho e dezembro. Em junho se dão as provas para os três níveis, e em dezembro apenas a do primeiro nível. Não há tempo de intervalo exigido para que o candidato faça as provas de cada nível.

Além de fazer os exames, é necessário um mínimo de quatro anos de experiência comprovada na área, antes ou depois da aprovação nas provas. Ou seja, mesmo que alguém que nunca trabalhou antes passe nos três níveis, só poderá obter a certificação após comprovar os quatro anos de experiência, por meio de um questionário minucioso respondido e enviado ao CFA Institute por e-mail.

Como são as provas para obtenção da titulação CFA®?

Os assuntos abordados compreendem o cenário financeiro como um todo, e o candidato precisa deter conhecimentos desde questões básicas de economia até específicas do mercado, passando por temas mais filosóficos, como ética.

O exame é dividido em três níveis, cada um com seis horas de duração (três horas pela manhã e três à tarde), aplicados em inglês.

– No Nível I, a média de tempo para responder cada questão é de 1,5 minuto. São 240 questões de múltipla escolha, de caráter mais superficial.

– No Nível II, são 120 questões mais aprofundadas. O candidato deverá ser capaz de avaliar rapidamente as situações e relacionar as áreas do conhecimento.

– No Nível III, a prova é dividida entre questões dissertativas e de múltipla escolha.

Uma certificação difícil

Em geral, os candidatos levam cerca de três anos para obter a aprovação nos três níveis, desde que se dediquem ao máximo. Afinal, a média de aprovação no processo todo é de 20%, e você só pode realizar a prova de um determinado nível depois de ter sido aprovado no anterior.

Mas o esforço vale a pena. Obter uma certificação CFA® pode ter um peso maior do que fazer um MBA ou uma pós-graduação, uma vez que demonstra que o profissional não só conhece a fundo o mercado financeiro mundial, como é capaz de suportar a maratona da aprovação.

Como se preparar para os exames?

Estudar sozinho é possível, mas requer muita dedicação e disciplina — e pode levar mais tempo do que o estudo com o auxílio de algum curso preparatório. Hoje já existe uma rede de cursos e professores especializados nas suas etapas.

Escolha o curso certo

No entanto, você precisa ficar atento na hora de escolher o curso certo para investir. Procure aqueles voltados especificamente para a certificação CFA®, que foquem não apenas em dar aulas, mas ofereçam laboratórios de exercícios com acompanhamento de professores e simulados parciais e completos.

É importante, também, atentar para que a escola ofereça professores certificados e capazes de acompanhá-lo durante os três níveis. Muitas escolas oferecem programas apenas para o Nível I, que, de maneira geral, é o mais simples de todos.

No mercado desde 2004, a FK Partners tem treinado a maior parte dos CFA® charterholders do Brasil, oferecendo acompanhamento individual com relatórios, diagnósticos e follow-up, durante todo o processo de obtenção do certificado.

Quer ser um CFA® chaterholder? Entre em contato conosco!

O CFA Institute não endossa, promove ou garante a exatidão ou qualidade de produtos e serviços oferecidos pela FK Partners. CFA Institute, CFA® e Chartered Financial Analyst® são marcas registradas do CFA Institute. 

 

Publicado em 04/09/2017

7 fatos que você não sabia sobre o CGA…

…e 7 motivos pra se tornar um Gestor de Ativos Anbima!!

1 – O CGA dá ao profissionais habilitação para atuar na gestão de carteira de títulos e valores mobiliários, além de passar a ter alçada/poder discricionário de investimento (compra e venda) dos ativos integrantes dessa carteira.

2 – É uma certificação da Anbima, a entidade reguladora dos Mercados Financeiro e de Capitais do Brasil e a prova é aplicada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

3 – Pode ser conseguida no mesmo dia. Tem apenas dois módulos, que podem ser prestados no mesmo dia se o candidato assim desejar. A FK Partners prepara os alunos para fazer os dois módulos no mesmo dia.

4 – Comparado a um MBA ou qualquer curso de especialização é sensivelmente mais barato. Curso + inscrição pra prova custam menos de R$6 mil, all in (por todo o trimestre)

5 – Dá profundidade e competência ao candidato em temas muito valorizados no mercado financeiro, como Econometria, Corporate Finance, Renda Fixa e Renda Variável, Estratégias com Derivativos, Investimentos no Exterior, além do profissional CGA aderir a um rigoroso código de Ética.

6 – Como gestor de ativos, o profissional aprende e é testado em Teoria Moderna de Carteiras, Modelos de Precificação, Finanças Comportamentais, Gestão e Política de Investimento, Rebalanceamento de carteiras e Ferramentas de Gestão de Risco, como V@r®.

7 – Existem atualmente menos de 2 mil CGAs no Brasil (Fev/2018), sendo uma distinção muito grande e uma oportunidade para movimentos verticais e diagonais de carreira.

A FK Partners é a única empresa que prepara candidatos para o CGA desde Jun/2010.
Temos uma taxa de aprovação aproximadamente 1,5x maior que a média do mercado!

Venha buscar a preparação necessária para se tornar um CGA.

 

Publicado em 06/03/2018