Certificação CFG: por que ela se tornou essencial para quem quer crescer na gestão de recursos 

Escrito por:

Gabriela Victorio

certificação CFG deixou de ser apenas um diferencial técnico e passou a ocupar um papel estratégico na trajetória de quem deseja construir carreira sólida na gestão de recursos no Brasil. Criada pela ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) em 2021, a certificação se consolidou como a principal porta de entrada para profissionais que almejam posições em asset management, wealth management e private banking, áreas cada vez mais exigentes em formação técnica e visão estruturada de mercado.  

Em um cenário de crescimento da indústria de fundos e maior sofisticação dos produtos financeiros, o mercado passou a valorizar profissionais que dominam fundamentos antes mesmo de assumirem cargos formais de gestão. É exatamente nesse ponto que a CFG ganha relevância. 

O que é a Certificação CFG e por que ela importa 

A CFG, sigla para Certificação ANBIMA de Fundamentos em Gestão, foi lançada para preencher uma lacuna histórica na formação dos profissionais do mercado financeiro. Antes dela, muitos candidatos avançavam para certificações mais complexas sem uma base homogênea de conhecimento técnico. 

A certificação valida o domínio de fundamentos essenciais da gestão de recursos, incluindo economia, estatística, finanças corporativas, mercados financeiros, teoria de carteiras, ética, regulação e novas tecnologias aplicadas às finanças. Não se trata de uma habilitação para atuar como gestor, mas de um pré-requisito obrigatório para quem deseja avançar para certificações como CGA ou CGE. 

Na prática, a CFG funciona como um filtro de qualidade. Instituições passaram a utilizá-la como critério em processos seletivos, mesmo para funções que não exigem certificação por regulação. 

Um mercado mais técnico e mais seletivo 

A indústria de fundos de investimento no Brasil movimenta trilhões de reais e reúne milhares de produtos ativos. Por trás desses números está um grupo relativamente pequeno de profissionais responsáveis por decisões que impactam diretamente o patrimônio de investidores institucionais e pessoas físicas de alta renda. 

Com esse nível de responsabilidade, o mercado se tornou mais criterioso. Profissionais certificados tendem a se destacar não apenas pelo selo formal, mas pela formação estruturada que a certificação exige. Dados recentes mostram que o número de profissionais com CFG ainda é restrito em comparação ao tamanho da indústria, o que reforça seu valor como diferencial competitivo. 

Para quem a CFG faz mais sentido 

Embora seja frequentemente associada à carreira de gestor, a Certificação CFG é relevante para um espectro mais amplo de profissionais. Ela é indicada para quem atua ou pretende atuar em: 

• Análise de investimentos
• Suporte à gestão de fundos
• Middle office e controles
• Risco e compliance
• Produtos estruturados
• Relacionamento com investidores institucionais

Além disso, profissionais que planejam seguir a trilha de certificações em gestão encontram na CFG um ponto de partida natural. Começar por ela reduz significativamente o tempo total de preparação e cria uma base comum de conhecimento que será aprofundada nas certificações superiores. 

Como funciona o exame da Certificação CFG 

O exame da CFG é presencial e composto por 60 questões de múltipla escolha, com duração de três horas. Para aprovação, é necessário atingir pelo menos 70% de acertos. A certificação tem validade de três anos e pode ser renovada por meio de curso de atualização da ANBIMA. 

O conteúdo da prova é amplo e exige consistência. Não basta dominar um único tema. O candidato precisa transitar com segurança por doze áreas de conhecimento, o que torna a preparação estratégica tão importante quanto o estudo em si. 

CFG como base para CGA e CGE 

Quem pretende se tornar gestor certificado precisa, obrigatoriamente, passar pela CFG. Sem ela, não é possível conquistar as certificações que efetivamente habilitam para cargos de gestão: 

A trilha é clara:
CFG → CGA ou CGE → Cargo de Gestor 

CGA (Certificação de Gestores ANBIMA): habilita para gestão de fundos de renda fixa, ações, cambiais, multimercados, carteiras administradas e ETFs. 

CGE (Certificação para Fundos Estruturados): habilita para gestão de fundos imobiliários (FII), fundos de investimento em participações (FIP), fundos de direitos creditórios (FIDC) e fundos do agronegócio (Fiagro). 

A CFG estabelece o vocabulário técnico, o raciocínio financeiro e a visão integrada que serão exigidos nas etapas seguintes da carreira. Por isso, profissionais que iniciam pela CFG costumam apresentar desempenho superior nas certificações avançadas. 

Muitos profissionais optam por conquistar ambas as certificações (CGA e CGE) para maximizar oportunidades de carreira e atuar em diferentes classes de fundos. 

Preparação faz diferença no resultado  

A prova da CFG não costuma ser considerada simples. O volume de conteúdo e a diversidade de temas exigem organização, priorização e treino constante. Preparações eficientes combinam três pilares principais: conteúdo estruturado por relevância, prática com questões e simulados alinhados ao padrão da prova, e revisão orientada por erros. 

Nesse contexto, escolher um curso preparatório alinhado ao exame, com professores que tenham vivência prática no mercado, faz diferença não apenas na aprovação, mas na formação profissional de longo prazo.  

Uma certificação que vai além da prova  

Investir na Certificação CFG não é apenas uma estratégia para passar em um exame, é uma decisão de posicionamento de carreira. Profissionais certificados tendem a acessar posições mais estratégicas, apresentam maior mobilidade entre áreas e constroem uma trajetória mais consistente rumo à gestão de recursos.  

Em um mercado cada vez mais competitivo, a CFG deixou de ser um passo opcional. Para muitos profissionais, ela se tornou o ponto de partida obrigatório para quem deseja crescer com solidez e credibilidade no mercado financeiro. 

Prepare-se para a Certificação CFG com quem entende de aprovação 

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