MBA em empreendedorismo no exterior: quais as melhores instituições?

Um MBA em empreendedorismo é o curso ideal para quem pensa em abrir um novo negócio e buscar inovação no mercado de trabalho. Além disso, essa é a direção certa para ficar atualizado em relação a tudo o que acontece em administração e gestão.

Em um MBA, você terá a oportunidade de conhecer outras pessoas, aprimorar seus conhecimentos e aumentar as suas chances de sucesso na carreira.

Stanford, MIT, Universidade de São Diego, Babson College e tantas outras. A verdade é que escolas de negócios e administração estão espalhadas pelo mundo inteiro. Mas, afinal, como saber em qual delas realmente vale a pena investir?

Neste post, selecionamos as melhores opções de instituições no exterior que oferecem MBA em empreendedorismo. Porém, antes de conhecê-las, vamos conferir algumas das vantagens de fazer esse tipo de curso.

Por que fazer um MBA em empreendedorismo?

Seja nos Estados Unidos, no Reino Unido, no Japão ou no Chile, fazer um MBA em empreendedorismo é a maneira mais eficaz de ganhar novos conhecimentos, independentemente da sua formação inicial.

Não é mais segredo que, para garantir o sucesso na carreira e obter mais oportunidades no mercado de trabalho, ou até mesmo para abrir o próprio negócio, fazer um MBA deixa você à frente da concorrência.

Se especializar no exterior é a chance de ter contato real com novas culturas, com idiomas diferentes, com outras maneiras de pensar os negócios, e, principalmente, com pessoas que farão parte de suas conexões com o mundo.

Onde estudar MBA em empreendedorismo fora do Brasil?

Conheça agora algumas das melhores universidades, nos Estados Unidos e no Reino Unido, que podem ser boas opções para você realizar o seu MBA em empreendedorismo. Confira nesse hanking e faça a sua escolha.

Babson College

A faculdade mais buscada por visionários e inovadores prepara seus alunos para enfrentarem os desafios do mundo dos negócios. No nordeste americano, em Massachusetts, a Babson se destaca quando o assunto é empreendedorismo, que é o foco do ensino por lá.

Stanford University

A Stanford Graduate School of Business é considerada, pelo ranking uma das melhores universidades de empreendedorismo do mundo. O número de estudantes que abriram o próprio negócio — mais de 30% deles — depois de estudarem em Stanford, é um fator que chama a atenção de quem pretende tentar uma vaga.

MIT-Sloan School

Fazer um MBA em empreendedorismo no Massachusetts Institute of Technology (MIT), também é uma boa escolha para quem quer abrir seu próprio negócio.

O que o deixa em segundo lugar no ranking das melhores é o fato de ter um pouco menos de resultados positivos quanto a financiamentos. Mas, ainda assim, é alto o número de ex-alunos que conseguem dinheiro para abrirem o próprio negócio.

University of San Diego — School of Bussines Administration

Fazendo parte do ranking dos últimos anos, a escola de negócios e administração da Universidade de São Diego é mais uma ótima opção.

Para quem quer estudar em um lugar onde os maiores líderes aprendem, na teoria e na prática, certamente essa é uma possibilidade que não deixa a desejar.

University of Oxford — Saïd Business School

No Reino Unido você encontrará uma escola de negócios que se destaca entre as dez melhores há alguns anos.

Com centros de empreendedorismo e a presença de especialistas londrinos, a universidade de Oxford é destaque quando o assunto é MBA em empreendedorismo.

Quando fazer um curso de MBA no exterior?

Um curso de MBA no exterior vai garantir mais que o sucesso na sua carreira. Pessoas que buscam por esse tipo de especialização se mostram mais propícias à liderança, pois lidam com o que há de mais atual no meio da administração e dos negócios. Estudar em outro país deve ser parte dos planos de quem pensa em crescer e ter bons resultados com seus negócios.

Se você sonha em abrir seu próprio negócio ou quer melhorar as condições da sua carreira, fazer um MBA em empreendedorismo no exterior pode ser a porta para essas conquistas.

Executivos de todo o mundo buscam, nesse tipo de curso, o aprimoramento de suas habilidades e, consequentemente, passam a ganhar melhores salários e destaque entre seus colegas.

Você já pensou em fazer um MBA em empreendedorismo no exterior? Conte para a gente aqui nos comentários!

Como conseguir uma bolsa de estudos para faculdade nos EUA?

Neste post, listamos os principais requisitos para se obter uma bolsa de estudos nos Estados Unidos, incluindo documentação exigida e avaliações necessárias. Esperamos que ao final do texto você se sinta seguro para escolher a instituição mais adequada e que consiga estudar fora como sempre quis.

Imagem mostra mulher com uma mala de viagem indo para um intercambio

São muitas as oportunidades de se conseguir uma bolsa de estudos nos EUA. Com currículos flexíveis e grande engajamento com o mercado de trabalho, o número de brasileiros estudando nos Estados Unidos aumentou nos últimos anos.

As bolsas podem ser para grandes universidades — como o MIT, Harvard e Stanford — ou para instituições menos conhecidas, porém, não menos conceituadas, como a Babson College.

Diferentes institutos, como o Education USA e Fundação Estudar, auxiliam nas buscas e na conquista de bolsas para quem quer se graduar fora do Brasil, chegando a cobrir quase 100% das despesas com os estudos.

Verifique os requisitos básicos para obter uma bolsa

As bolsas são oferecidas para diferentes modalidades de estudos, envolvendo desde cursos de inglês até os últimos níveis de pós-graduação. Para cada candidatura de bolsa, um nível de conhecimento da língua inglesa e de domínio da área poderá ser solicitado.

Algumas instituições abrem processos de seleção de bolsas para músicos, esportistas e pessoas com baixa renda. Outras vezes, porém, conseguir uma bolsa dependerá do mérito do candidato, ou seja, das suas avaliações acadêmicas anteriores ao processo seletivo.

Organize os documentos necessários para estudar nos EUA

Ao se candidatar a uma bolsa de estudos nos EUA, normalmente, o candidato precisa comprovar seu bom desempenho como estudante e atividades extras escolares. Além disso, são pedidas cartas de recomendação que comprovem suas atividades durante o período escolar.

Redações de temas sobre sua vida estudantil ou sobre conhecimentos da sua área de atuação e/ou cartas de apresentação pessoal também podem ser solicitadas. Isso sem falar que, durante o processo de aceitação do candidato, documentos pessoais devem ser providenciados, como visto e passaporte.

Entre as avaliações exigidas, destacamos o SAT — Scholastic Aptitude Test —, conhecido como a versão americana do ENEM e, portanto, um exame para medir a aptidão escolar do estudante de maneira mais ampla.

Explore as possibilidades de bolsas de estudos nos EUA

Existem diferentes instituições apoiadoras de quem quer estudar fora do país. Entre elas, destacamos a EducationUSA e a Fundação Estudar, mencionadas no início deste post.

EducationUSA

A EducationUSA é a instituição mais indicada para começar a sua busca. Com o programa Oportunidades Acadêmicas, eles selecionam candidatos e os ajudam financeiramente durante o processo de seleção, cobrindo custos com testes e traduções necessárias.

Fundação Estudar

Com diferentes programas, as oportunidades são abrangentes para quem procura o apoio da Fundação Estudar. Os financiamentos variam entre 5% e 95% dos custos dos estudos. Para a preparação do candidato, eles têm o programa Prep Course, em que os selecionados recebem apoio psicológico, administrativo e financeiro no processo de seleção.

Conheça pessoas que estudaram ou estudam nos Estados Unidos

Para você não ter a sensação de que está dando tiros no escuro, antes de tomar a decisão sobre onde estudar, procure por pessoas que já fizeram ou ainda fazem faculdade nos EUA. Se você não conhece ninguém, uma dica válida é buscar vídeos no YouTube ou blogs de pessoas que contam suas experiências.

Se você quer ficar de olho em oportunidades de ter uma bolsa de estudos nos EUA, indicamos fontes confiáveis como o blog Estudarfora.org — ligado ao EducationUSA, o site da Fundação Estudar, do Partiu Intercâmbio, da Fullbright e as páginas das próprias universidades. Lá você encontrará datas e prazos para inscrições nos processos, além de mais dicas sobre como estudar nos EUA.

Então, já está pronto para encontrar o curso ideal? compartilhe e conte para a gente como este post lhe ajudou!

Perguntas frequentes sobre bolsa de estudos para faculdade nos EUA

Tire as principais dúvidas sobre bolsa de estudos nos EUA e veja como continuar a carreira com a FK Partners.

Depois de aceito, a bolsa cobre só a mensalidade ou também moradia e passagem?

Depende muito do programa. Bolsas integrais de universidades de elite costumam cobrir mensalidade, moradia e até material didático; já bolsas parciais de instituições ou fundações de apoio, como a EducationUSA, tendem a focar em custos pontuais, como taxas de inscrição e tradução de documentos. Por isso vale sempre ler o edital com atenção antes de contar com determinado valor no orçamento.

É possível estudar de graça nos Estados Unidos?

Sim, mas é bem mais raro do que parece nas redes sociais: bolsas 100% integrais (cobrindo mensalidade e moradia) existem em um número pequeno de universidades de elite e a concorrência é global. O caminho mais realista para a maioria é combinar bolsa parcial por mérito com apoio financeiro por necessidade, o que já reduz o custo drasticamente.

Quanto custa estudar 4 anos em uma universidade de prestígio nos EUA sem bolsa?

Em universidades como Harvard, o custo total (mensalidade, moradia e despesas) pode ultrapassar US$ 80 mil por ano sem nenhum tipo de auxílio. Isso reforça por que o processo de bolsa é tão disputado e por que planejamento financeiro familiar precisa começar cedo, não só o preparo acadêmico do candidato.

Depois de se formar nos EUA, como transformar essa bagagem internacional em carreira no mercado financeiro brasileiro?

Quem retorna ao Brasil com diploma internacional costuma ter inglês fluente e visão de mercado global, dois diferenciais reais. O que falta, na maioria dos casos, é a certificação local reconhecida pelo mercado brasileiro. A certificação CFA Nível I conversa naturalmente com quem já estudou finanças fora, porque segue padrão internacional e é aceita tanto aqui quanto lá fora.

Vale a pena fazer uma certificação financeira antes ou depois da graduação nos EUA?

Depende do objetivo: quem já sabe que vai trabalhar no mercado financeiro brasileiro ganha tempo começando a se preparar ainda durante o intercâmbio. Muitos candidatos ao CFA Nível I estudam em paralelo aos últimos anos da graduação, já que o exame não exige aprovação prévia em outra certificação.

Por que devo saber mais sobre produtos financeiros de tesouraria?

Profissionais de finanças precisam manter-se atualizados em relação ao mercado em que atuam — o que pressupõe cursos e especializações. No atual mercado, é importante manter o controle de fluxo e gerenciar os riscos comercializados para empresas, pois dessa ação depende parte da segurança dos investimentos da companhia.

A tesouraria, por exemplo, visa buscar as melhores soluções no quesito financeiro, gerar lucro operacional e proteger o patrimônio da empresa. Um bom profissional de finanças sabe de tudo isso e entende sobre as estratégias necessárias para fazê-lo.

Os cursos de produtos financeiros de tesouraria, então, podem ser muito úteis para os profissionais da área. Quer saber mais sobre o assunto? Confira este post!

Boa leitura!

Quais são os principais conceitos que envolvem o assunto?

O primeiro passo de um curso de produtos financeiros de tesouraria é conscientizar o profissional a respeito dos principais conceitos desse mercado. Para que você entenda melhor, listamos abaixo alguns deles. Veja!

Hedge

Trata-se de uma espécie de proteção às variações de investimentos. Ele garante segurança no preço, protegendo o ativo ou passivo de taxas e variações. Isso reduz as chances de perda devido às oscilações do mercado em produtos de tesouraria.

Swap

Trata-se de uma espécie de troca de riscos com um outro investidor. Essa troca se dá sobre índices que podem ser de preço, taxas de câmbio ou juros. Duas empresas que negociam em dólar, por exemplo, podem se beneficiar do swap. É bom lembrar apenas que essas trocas devem fornecer vantagem a ambas as partes envolvidas.

Termo de moedas

Também vantajoso em transações com moeda estrangeira, trata-se de um derivativo que permite a negociação, sem que haja variações na taxa de câmbio.

Em caso de pagamento de obrigações após decorrido um período, essa medida garante que a empresa não terá de pagar um valor maior que o negociado devido às variações cambiais. O câmbio é estabelecido no momento de celebração do contrato.

Combinação de derivativos

São bons produtos para serem usados em casos bem específicos e variam de acordo com o perfil dos clientes envolvidos. Para isso, antes de aplicar essa medida, o banco solicita que o investidor preencha um formulário para avaliar seu perfil. De acordo com o resultado, a melhor solução será oferecida.

Os perfis normalmente são agrupados da seguinte forma:

  • conservador: são aqueles que fogem de qualquer risco que pressuponha perdas financeiras;
  • moderado: até aceitam assumir pequenos riscos, se as possibilidades de rentabilidade forem atrativas;
  • agressivo: acreditam que, quanto maiores os riscos, maiores as possibilidades de ganhos.

Como funciona o curso da FK Partners?

Se você ficou interessado em fazer um curso para especializar-se ainda mais na área de finanças, conheça as opções da FK Partners. Nossas aulas costumam envolver teoria e prática e, nelas, os alunos são expostos a situações comuns ao dia a dia do setor.

Os alunos aprenderão a identificar qual é o produto certo para a necessidade da empresa. Essas necessidades variam conforme a disponibilidade de caixa, o pagamento de impostos e o horizonte de investimento. Além disso, elas definem qual é o melhor derivativo a ser utilizado para a proteção ou a troca de indexador.

Com um enfoque prático, os participantes aprenderão a precificar vários derivativos e faremos exemplos de cálculo do MtM desses produtos.

Finalmente, o curso também enfoca o olhar de crédito, a exposição gerada pelos produtos e como minimizá-la.

Além disso, oferecemos preparatórios para certificações financeiras, além de cursos ministrados totalmente em inglês por professores americanos. Eles preparam o aluno para exames das principais universidades do exterior.

Se você quer conhecer um pouco mais sobre nossos cursos de produtos financeiros de tesouraria, assine agora mesmo a nossa newsletter e fique por dentro das novidades!

 

Publicado 25/04/2018

Vale a pena fazer curso para exame de proficiência?

O exame de proficiência é uma ferramenta requerida por grande parte das universidades internacionais. Ele serve para atestar as habilidades de um aluno estrangeiro no idioma utilizado em determinado curso superior ou especialização. Nas instituições de ensino que têm o inglês como língua oficial, por exemplo, a necessidade de comprovar é cada vez mais recorrente.

Mais do que isso, a comprovação também funciona como uma forma efetiva e oficial de afirmar o conhecimento idiomático, facilitando a construção de uma carreira no exterior e possibilitando a busca por uma bolsa de estudos.

Como se preparar para um exame de proficiência?

Antes de tudo, é preciso que você delimite seus objetivos. Sabendo exatamente qual dos exames você precisa para atingir aquela vaga tão sonhada ou o ingresso em uma boa universidade, tudo fica mais fácil.

É importante frisar que cada língua tem diferentes meios de certificação. Os mais populares no inglês são o TOEFL iBT e o IELTS, ao passo que o espanhol dispõe do DELE, do SIELE, por exemplo.

Cada uma das provas tem um formato específico e uma metodologia distinta utilizada na hora de testar os candidatos. A estrutura varia muito de uma avaliação para outra, pois algum aspecto, como leitura acadêmica ou conversação, pode ser privilegiado em detrimento de outros.

É evidente que não há uma receita pronta para se sair bem em nenhum deles, mas as chances aumentam significativamente quando se conhece mais a fundo a estruturação do exame que se pretende fazer.

Estudar sozinho ou fazer um curso especializado?

Um período preparatório para o exame de proficiência deverá começar com autocrítica. É preciso deixar tanto a modéstia quanto a vaidade e de lado e responder para si mesmo como está seu nível de conhecimento.

É inegável o quanto avançamos em termos de acesso ao conhecimento na era da informação. Ser autodidata, no entanto, não é um mar de rosas. A flexibilidade e a economia podem ser atraentes, mas não solidificam o aprendizado a partir da motivação e da qualificação que um curso especializado pode trazer.

Sendo assim, por mais avançado que você se considere em um idioma, é importante se dedicar com afinco à preparação para evitar dificuldades posteriores.

Como escolher um bom curso preparatório?

Para fazer uma análise precisa, é necessário olhar atentamente para dois aspectos fundamentais: os professores e os materiais que compõem o curso.

Dê preferência às instituições que contam com docentes nativos e experientes no ensino de idiomas para estrangeiros. Um material completo, original e que seja totalmente pensado para o exame em questão também é essencial.

Ter um suporte personalizado, que se proponha a personalizar o plano de estudos e sanar as dúvidas prontamente, é importantíssimo. Testes, simulados e exercícios práticos também são requisitos a serem analisados na hora de escolher. Afinal, eles permitem formular uma real perspectiva sobre a sua evolução.

Sendo assim, estudando intensamente e se dedicando a fazer uma preparação sólida, você conseguirá obter uma boa avaliação no exame de proficiência e atingir os objetivos que planeja para sua carreira.

Gostou das dicas? Entre em contato conosco para te ajudarmos ainda mais!

 

Publicado 29/06/2017

CPA-10 ou CPA-20? Qual a melhor opção para você?

 

Muitos profissionais entram em contato com a gente com dúvidas sobre qual das certificações escolher, então vamos mostrar para você algumas informações para te ajudar a decidir a melhor opção de acordo com o seu momento de carreira.

Tanto a certificação CPA-10 como a CPA-20 são da ANBIMA, a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais, que é uma associação que representa as instituições como bancos, gestoras, fundos de investimento, corretoras, distribuidoras e investidores qualificados. Com essas certificações a ANBIMA garante que os profissionais do mercado financeiro nacional tenham um “selo de qualidade”.

 

A CPA-10 certifica profissionais que atuam na prospecção ou venda de produtos de investimento diretamente para o público, em agências bancárias ou plataformas de atendimento, sejam elas vinculadas ou não à ANBIMA.

Já a CPA-20 certifica profissionais que atuam na venda de produtos de investimento ou na manutenção de carteiras nos segmentos varejo alta renda, private banking, corporate e investidores institucionais, em agências bancárias ou plataformas de atendimento.

 

Quem tem CPA-20 pode, automaticamente, exercer as atividades abrangidas pela CPA-10 ou seja uma sobrepõem a outra.

 

Recentemente três tipos de profissionais começaram a buscar muito a CPA-20: estudantes, órgãos de fundos de previdência públicos (os chamados RPPS) e funcionários de empresas privadas, que gostariam de ter esse mesmo selo de qualidade que bancários têm.

O que percebemos é que a CPA-10 é mais para aqueles que buscam entrar no banco e iniciar carreira. É uma forma de entrar em um programa de trainee agregando algo para o banco (se você não tivesse, o banco teria que pagar o curso e a prova pra você ter).

Mas para cargos gerenciais, mesmo nas agências, a CPA-20 já é a exigência e o diferencial.

Se você está em dúvida qual é melhor pra você, preparamos esse resumo que pode te direcionar:

 

 

 

CPA10

CPA20

Funcionários de agencia (caixa, assistentes de atendimento)

X

Gerentes de atendimento (PF, PJ ou Gerente Geral)

X

Gerentes de relacionamento (comerciais)

X

Corretores e distribuidores de valores mobiliários

X

Estudantes de cursos que tiveram Economia e Finanças na grade

X

Estudantes de outros cursos

X

Funcionários de autarquias e órgãos públicos

X

Funcionários de Tesouraria de Empresas

X

Gerentes e Diretores Financeiros

X

 

Se você não estiver em nenhuma dessas situações, procure a FK que te ajudamos a encontrar a melhor opção para a sua carreira.

Já decidiu qual a melhor opção para você? Então prepare-se com a FK Partners. Você será direcionado para o Site da FK Lab, no qual você poderá adquirir o curso desenvolvido pela FK Partners:

 

Saiba Mais sobre as nossas certificações CPA-10 e CPA-20 

 

Publicado 06/02/2020

4 motivos para fazer uma certificação CPA-10

O mercado de trabalho está cada vez mais competitivo e, assim, virou uma necessidade se aprimorar e diferenciar para entrar no mercado e subir na carreira. Porém, conhecimento não é tudo — é preciso algo que ateste suas capacidades profissionais e seu conhecimento.

Nesse contexto, merece destaque a certificação CPA-10, que atesta as habilidades e as competências práticas de um profissional que atua na área de investimentos.

Ela foi desenvolvida pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercadores Financeiros e de Capitais (ANBIMA), que atua com o objetivo de fortalecer o mercado financeiro. Para isso, ela criou uma série de certificações, entre elas, a Certificação Profissional ANBIMA – Série 10 (CPA-10).

A CPA-10 destina-se a atestar que profissionais que desempenham atividades de comercialização e distribuição de produtos de investimento diretamente junto ao público investidor em agências bancárias, bem como de atendimento ao público investidor em centrais de atendimento tenham conhecimento do mercado.

 

Agora que você conhece um pouco sobre a CPA-10, mostramos a seguir os 4 principais motivos para conquistar seu certificado. Continue a leitura e fique de olho!

 

1. Atua como selo de aprovação

Ao pleitear um cargo de trabalho, é necessário mostrar suas qualificações – normalmente, com um currículo. É uma forma do profissional mostrar que “merece” a vaga.

Suponha uma disputa de vaga. Não é obrigatório ter a CPA-10, mas é um diferencial. O candidato A dirá que entende bem sobre o mercado financeiro e está acostumado com a área. Outro candidato, B, apresentará uma certificação de uma associação famosa e enraizada no mercado que atesta seu conhecimento. O candidato B possui vantagem nesse quesito e, provavelmente, terá preferência na hora da decisão final.

 

2. Facilita a entrada no mercado

Em 2005, foi aprovada a Resolução 3309 do Banco Central do Brasil. De acordo com ela, os profissionais que trabalham nas áreas de venda ou prospecção de investimentos devem ter suas habilidades certificadas por uma entidade reconhecida.

Ou seja, qualquer pessoa que queira trabalhar com venda ou análise de investimentos para o publico, no Brasil, precisa de uma certificação — e a CPA-10 é uma das melhores opções. Se quiser entrar no mercado financeiro, precisa se dedicar!

 

3. Pode elevar sua renda mensal

A essa altura, você já percebeu que ter uma certificação CPA-10 é uma obrigação legal ou um diferencial no mercado. Mas, nos últimos tempos, o Brasil vive um período de crise, caracterizado por um alto nível de desemprego.

Para quem deseja entrar no mercado de venda de investimentos ou escalar na carreira, ter certificações como a CPA-10 é uma necessidade. Com seu conhecimento e capacidade técnicas atestados, o profissional possui maior estabilidade no seu cargo e melhores chances de uma promoção.

 

4. Mais conhecimento na área de investimentos

A área de estudos financeiros é muito extensa. São muitos tipos de investimentos, leis e procedimentos a serem lembrados. Um profissional competente deve se manter atualizado em sua zona de atuação.

Dedicar-se ao exame de certificação CPA-10 também é uma maneira de aumentar seu conhecimento. Sabendo mais sobre o mercado financeiro, você se tornará um profissional mais competente para sua empresa.

Além disso, como você deve estar imaginando, não é fácil ser aprovado nessa prova. Os temas abordados vão desde Sistema Financeiro Nacional e Participação no Mercado até Fundos de Investimentos. Além disso, para receber a certificação, o profissional deve acertar 70% da prova.

 

Portanto, é muito importante encontrar um método e uma plataforma de estudo que se adéquem ao seu perfil. Também é essencial ter contato com professores que atuam diretamente no mercado e, obviamente, ter acesso a informações confiáveis e de qualidade.

 

Publicado 05/04/2018

4 dicas para ser um profissional atualizado constantemente

 

O mercado de trabalho está ficando cada vez mais exigente, por isso, ser um profissional atualizado é imprescindível para garantir sua competitividade e sucesso. Destacar-se no meio de tantos profissionais é um desafio constante enfrentado pelo profissional, que deve buscar qualificação e não poupar esforços para conseguir seu próprio desenvolvimento.

A disputa no mercado de trabalho é grande e mesmo aqueles que já têm uma carreira estabilizada precisam estar em dia com as novidades do seu segmento. Nos tempos de hoje em que mudanças ocorrem rapidamente, quem não é capaz de acompanhá-las acaba ficando para trás e perdendo boas oportunidades de crescimento profissional.

Por outro lado, o profissional atento, que procura constantemente atualizar seu currículo e aperfeiçoar suas habilidades, é o mais procurado e valorizado pelas empresas. As necessidades que o mercado impõe variam o tempo todo e as empresas buscam profissionais que acompanham essas atualizações, seja no momento de uma nova contratação ou na hora de revisar o quadro de funcionários.

Você não quer ficar para trás e perder boas oportunidades, não é mesmo? Então veja as dicas que preparamos para que você sempre seja um profissional atualizado!

Imagem mostra uma pessoa dando um upgrade em sua carreira

1. Invista em qualificações formais

Investir em cursos de especialização e atualização é um hábito que indica boas qualidades a respeito do profissional. Hoje em dia as empresas procuram por profissionais que tenham algo além do curso de graduação em seu currículo.

Para isso, é importante estar atento às necessidades da sua área de atuação e aos seus objetivos para investir nos cursos que te proporcionarão maior competitividade. Por exemplo: se você atua em uma das áreas do planejamento financeiro pessoal e está em busca de um bom preparo para o exame CFP, um ótimo curso seria o Certified Financial Planner oferecido pela FK Partners.

2. Participe de congressos e eventos

Além de serem ótimos locais para estabelecer novas conexões em seu networking e, claro, fortalecer as antigas, os eventos do seu segmento também são ideais para se manter ciente das novidades.

Fique atento aos congressos, seminários, palestras e workshops mais importantes da sua área, neles você terá acesso às novas ideias, pesquisas e tendências de mercado do seu setor. Esse conhecimento fará grande diferença no seu currículo.

3. Aprenda outro idioma

Falar mais de um idioma já é um requisito obrigatório para os profissionais de muitas empresas, porém, para quem não pratica com frequência, a fluência pode acabar se perdendo com o tempo. Por isso, mesmo os profissionais que já possuem um curso de línguas não devem se descuidar, afinal, é a prática que leva a perfeição.

Outro fator decisivo para um profissional atualizado é não se contentar apenas com o inglês. Procure investir também em outros idiomas que estejam mais presentes no seu segmento, isso contará muitos pontos no seu currículo e te deixará na frente da concorrência.

4. Participe de grupos temáticos

As redes sociais, como Facebook e LinkedIn, também podem ser grandes aliadas do bom profissional atualizado. Para aproveitar o potencial que elas disponibilizam, uma boa dica é participar de grupos temáticos.

Nesse tipo de grupo é possível participar de discussões relevantes sobre temas relacionados à sua área de atuação, além de ser um bom local para troca de informações, experiências profissionais, opiniões e novidades. Também é uma boa oportunidade para ampliar seu networking.

Agora que você já sabe como ser um profissional atualizado, não perca tempo e coloque as nossas dicas em prática! E não se esqueça de contar para nós: o que você faz para se atualizar profissionalmente?

 

 

Uma Carreira em Investment Banking

Investment bankers são os responsáveis por auxiliar empresas do ramo de finanças corporativas em fusões e aquisições, reestruturações corporativas e compra e vendas de ativos. Eles as ajudam a gerar capital nos mercados por meio da venda de instrumentos de dívida como títulos corporativos, IPOs, ofertas secundárias e colocações privadas.

Atualizado em 30 | ago. Tempo de Leitura 4 min.

O que faz um Investment Bank?

Esses profissionais geralmente trabalham no departamento de Investment Banking em bancos maiores ou em Investment Banking boutiques. As tarefas típicas incluem:

– Criar livros de argumentos de vendas para educar clientes potenciais sobre o cenário da indústria, junto com as possibilidades de negócios de fusões e aquisições;

– Construir modelos financeiros para consultoria;

– Estruturar negócios e transações de fusão e aquisição e vender novas ofertas de ações ou dívidas;

– Viagens à trabalho e visitas a clientes para argumentar sobre a venda de novos negócios, e também acompanhá-los em conversas externas com investidores.

Para você que está começando agora, veja alguma dicas:

Os profissionais ainda em fase “júnior” dessa área devem ser habilidosos com os programas Microsoft Excel e Powerpoint, pois passarão períodos construindo modelos financeiros e apresentações. São necessários fortes conhecimentos sobre contabilidade financeira, uma vez que irão aconselhar clientes sobre as últimas tendências do setor. Já os banqueiros seniores são responsáveis por desenvolver relacionamentos sólidos com os gerentes no mesmo nível da empresa para fechar negócios.

Se você está procurando uma carreira na qual trabalhará em transações que cheguem às manchetes da seção de negócios do jornal, a área de Investment Banking pode ser uma boa opção para você! Embora o trabalho seja intenso, a experiência costuma abrir oportunidades para trabalhar em níveis seniores das empresas ou, futuramente, em até fundos de investimento.

 

Perguntas frequentes sobre carreira em investment banking

Tire as principais duvidas sobre carreira em Investment Banking e veja como se preparar com a FK Partners.

Quanto ganha um profissional junior de Investment Banking no Brasil?

Um analista junior de Investment Banking no Brasil costuma comecar entre R$ 8 mil e R$ 15 mil por mes, com bonus que podem dobrar ou triplicar essa remuneracao dependendo do desempenho e do banco. Em cargos de Associate, os valores sobem consideravelmente, podendo ultrapassar seis digitos anuais.

Como e a rotina de trabalho de quem esta comecando em Investment Banking?

A rotina de um analista junior costuma envolver longas jornadas (10 a 12 horas ou mais), construcao intensiva de modelos financeiros e apresentacoes, e prazos apertados ditados pelas negociacoes em andamento. E um inicio exigente, mas que acelera bastante o aprendizado tecnico.

E verdade que Investment Banking exige trabalhar muitas horas por dia?

Sim, principalmente nos primeiros anos de carreira. Jornadas de 12 horas ou mais sao comuns em periodos de fechamento de negocios, embora a intensidade tenda a diminuir (ou se transformar em outro tipo de dedicacao, mais estrategica) conforme o profissional sobe de nivel.

Depois de alguns anos como analista, quais sao os proximos passos de carreira em Investment Banking?

A progressao tipica vai de Analista para Associate, depois Vice President, Director e Managing Director, com aumento de responsabilidade em relacionamento com clientes e originacao de negocios a cada nivel. Muitos profissionais tambem migram para private equity ou para a area financeira de empresas depois de alguns anos em IB.

Modelagem financeira e mais importante que a certificacao CFA para entrar em Investment Banking?

Sao complementares, nao concorrentes: a modelagem financeira e a habilidade tecnica do dia a dia, cobrada logo nas primeiras entrevistas e usada constantemente no trabalho. Ja o CFA funciona mais como uma credencial de longo prazo, que reforca o curriculo mas nao substitui a habilidade pratica de montar um modelo do zero. Conheca o curso de Modelagem Financeira Aplicada.

Produtos financeiros de tesouraria: o que você precisa saber

Os produtos financeiros de tesouraria são serviços de controle de fluxo e gestão de riscos comercializados para empresas, a fim de monitorar e manter seus investimentos com segurança.

Cada um dos principais produtos comercializados tem um propósito específico, que geralmente são relacionados a controle de taxas e variações de indicadores do mercado financeiro, tudo isso com a finalidade de ter o controle sobre as finanças.

O post a seguir vai explicar melhor cada um dos principais produtos financeiros de tesouraria e suas variações em cada caso comum ao mercado. Acompanhe a leitura e confira!

 

Hedge: proteção às variações de investimentos

Este produto é um derivativo focado em proteger um investimento de possíveis variações de mercado. Pode ser considerado um instrumento de segurança ao preço.

O hedge protege qualquer ativo (investimentos) ou passivo (dívidas) de uma possível mudança de taxas e preços, o que reduz bastante as chances de perdas. Este produto serve para fixar o valor de um ativo ou até mesmo de uma mercadoria.

Há algumas maneiras de se fazer o hedge. Algumas ferramentas derivativas ajudam a reduzir essa possível perda. Os recursos nada mais são que alguns produtos de tesouraria que você conhecerá a seguir.

 

Swap: trocando riscos para sair ganhando

Uma das maneiras de proteger os investimentos é por meio do swap, que consiste na troca de riscos de um ativo ou passivo com outro investidor. Esta troca é feita em cima de índices, que podem ser taxas de juros, de câmbio e índice de preços.

O swap é altamente recomendado para duas empresas que trabalham com variações de moeda, ou seja, negociam compra e venda em dólares, por exemplo.

A troca dos riscos pode ser vantajosas para ambas as partes. Os acordos são feitos previamente, de modo que os dois envolvidos saiam ganhando com as variações.

 

 

Termo de moedas: negociação de moeda estrangeira

Este tipo de derivativo propõe a compra de um termo que garante em uma determinada o pagamento de um valor em moeda estrangeira sem que haja variação do câmbio da moeda.

Isso evita o pagamento de um valor maior no momento do vencimento da obrigação. Por exemplo, se uma empresa precisa pagar 25 mil dólares em 60 dias e não quer contar com imprevistos na variação do câmbio, ela contrata um termo que garanta uma taxa e câmbio pré-estabelecidos.

 

 

Opções: negociações futuras pré-definidas

Opções se definem como contratos entre partes, podendo ser de venda ou compra, em que é definido o direito ou a obrigação da negociação de um ativo.

Tudo isso é feito com certa flexibilidade em relação as datas estabelecidas para as negociações. As opções e dividem em duas variações:

  • Call – Exclusivamente opção de compra. Dá este direito em uma data futura e um valor pré-estabelecidos entre duas partes.
  • Put – Para a opção de venda. Dá ao titular o direito de vender o objeto de ativo, na determinada data e pelo valor estipulados previamente.

 

Combinação de derivativos: para casos específicos

As combinações são bons recursos para serem utilizados em casos mais específicos, de acordo com o perfil de cada cliente.

Para isso, o banco oferece um formulário em que o investidor preenche com suas características e, posteriormente, a análise é feita em cima destas informações para definir qual o perfil do cliente em relação aos investimentos.

 

Estes perfis são identificados por três características básicas:

  • Conservador: não aceitam nenhum risco de perda financeira, prezam pela liquidez e segurança
  • Moderado: assumem pequenos riscos em favor de maior possibilidades de rentabilidade.
  • Agressivo: entendem que quanto maior o risco, maior a rentabilidade e aceitam se expor mais às perdas.

 

Entender cada um destes produtos de tesouraria é fundamental para ser um competente profissional da área. A FK Partners oferece um curso que prepara os funcionários que desejam ter domínio sobre estes conceitos. Entre em contato conosco e saiba mais sobre nossos serviços.

 

Publicado em 20/10/2017