MBA em empreendedorismo no exterior: quais as melhores instituições?

Um MBA em empreendedorismo é o curso ideal para quem pensa em abrir um novo negócio e buscar inovação no mercado de trabalho. Além disso, essa é a direção certa para ficar atualizado em relação a tudo o que acontece em administração e gestão.

Em um MBA, você terá a oportunidade de conhecer outras pessoas, aprimorar seus conhecimentos e aumentar as suas chances de sucesso na carreira.

Stanford, MIT, Universidade de São Diego, Babson College e tantas outras. A verdade é que escolas de negócios e administração estão espalhadas pelo mundo inteiro. Mas, afinal, como saber em qual delas realmente vale a pena investir?

Neste post, selecionamos as melhores opções de instituições no exterior que oferecem MBA em empreendedorismo. Porém, antes de conhecê-las, vamos conferir algumas das vantagens de fazer esse tipo de curso.

Por que fazer um MBA em empreendedorismo?

Seja nos Estados Unidos, no Reino Unido, no Japão ou no Chile, fazer um MBA em empreendedorismo é a maneira mais eficaz de ganhar novos conhecimentos, independentemente da sua formação inicial.

Não é mais segredo que, para garantir o sucesso na carreira e obter mais oportunidades no mercado de trabalho, ou até mesmo para abrir o próprio negócio, fazer um MBA deixa você à frente da concorrência.

Se especializar no exterior é a chance de ter contato real com novas culturas, com idiomas diferentes, com outras maneiras de pensar os negócios, e, principalmente, com pessoas que farão parte de suas conexões com o mundo.

Onde estudar MBA em empreendedorismo fora do Brasil?

Conheça agora algumas das melhores universidades, nos Estados Unidos e no Reino Unido, que podem ser boas opções para você realizar o seu MBA em empreendedorismo. Confira nesse hanking e faça a sua escolha.

Babson College

A faculdade mais buscada por visionários e inovadores prepara seus alunos para enfrentarem os desafios do mundo dos negócios. No nordeste americano, em Massachusetts, a Babson se destaca quando o assunto é empreendedorismo, que é o foco do ensino por lá.

Stanford University

A Stanford Graduate School of Business é considerada, pelo ranking uma das melhores universidades de empreendedorismo do mundo. O número de estudantes que abriram o próprio negócio — mais de 30% deles — depois de estudarem em Stanford, é um fator que chama a atenção de quem pretende tentar uma vaga.

MIT-Sloan School

Fazer um MBA em empreendedorismo no Massachusetts Institute of Technology (MIT), também é uma boa escolha para quem quer abrir seu próprio negócio.

O que o deixa em segundo lugar no ranking das melhores é o fato de ter um pouco menos de resultados positivos quanto a financiamentos. Mas, ainda assim, é alto o número de ex-alunos que conseguem dinheiro para abrirem o próprio negócio.

University of San Diego — School of Bussines Administration

Fazendo parte do ranking dos últimos anos, a escola de negócios e administração da Universidade de São Diego é mais uma ótima opção.

Para quem quer estudar em um lugar onde os maiores líderes aprendem, na teoria e na prática, certamente essa é uma possibilidade que não deixa a desejar.

University of Oxford — Saïd Business School

No Reino Unido você encontrará uma escola de negócios que se destaca entre as dez melhores há alguns anos.

Com centros de empreendedorismo e a presença de especialistas londrinos, a universidade de Oxford é destaque quando o assunto é MBA em empreendedorismo.

Quando fazer um curso de MBA no exterior?

Um curso de MBA no exterior vai garantir mais que o sucesso na sua carreira. Pessoas que buscam por esse tipo de especialização se mostram mais propícias à liderança, pois lidam com o que há de mais atual no meio da administração e dos negócios. Estudar em outro país deve ser parte dos planos de quem pensa em crescer e ter bons resultados com seus negócios.

Se você sonha em abrir seu próprio negócio ou quer melhorar as condições da sua carreira, fazer um MBA em empreendedorismo no exterior pode ser a porta para essas conquistas.

Executivos de todo o mundo buscam, nesse tipo de curso, o aprimoramento de suas habilidades e, consequentemente, passam a ganhar melhores salários e destaque entre seus colegas.

Você já pensou em fazer um MBA em empreendedorismo no exterior? Conte para a gente aqui nos comentários!

Como funciona a certificação CFP® e por que ela é importante

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O que é a certificação CFP®?

A certificação CFP® (Certified Financial Planner) é uma das mais prestigiadas credenciais do mundo para quem atua com planejamento financeiro pessoal.
De acordo com a própria Planejar, entidade responsável pela certificação no Brasil, “a Certified Financial Planner (CFP®) é uma certificação internacional de distinção, que atesta que o profissional está apto para atuar como planejador financeiro pessoal, considerando os mais altos padrões de excelência”.

Ter o selo CFP® é uma forma de comprovar que o profissional domina temas essenciais como investimentos, seguros, previdência, sucessão patrimonial e tributação, e segue um código de ética que reforça a confiança no relacionamento com os clientes.


Qual o impacto da certificação CFP® na carreira?

Como profissional certificado há mais de 15 anos e membro ativo da comunidade CFP®, posso afirmar: a certificação tem o poder de transformar carreiras.

Já acompanhei centenas de profissionais em sua jornada até a certificação e sei o impacto que ela traz em termos de reconhecimento, autoridade e oportunidades.

Se você atua com atendimento financeiro a pessoas físicas -seja em investimentos, seguros, previdência, tributação, sucessão ou planejamento financeiro completo -, o título de profissional CFP® o posiciona como alguém diferenciado perante clientes, colegas e instituições.

Exemplo: é praticamente impossível conquistar uma vaga em Private Banks ou Multi Family Offices sem ser certificado CFP®.
Mesmo nos segmentos voltados para o público de alta renda, essa certificação é um diferencial decisivo.


Como obter a certificação CFP®?

A jornada para obter o título de Certified Financial Planner é desafiadora – o que explica por que existem apenas pouco mais de 11,5 mil profissionais certificados no Brasil (2025).
Para efeito de comparação, há quase 60 mil certificados CEA e centenas de milhares com CPA-10 ou CPA-20.

Requisitos para obter o CFP®:

  • Ter ensino superior completo;

  • Comprovar mais de 5 anos de experiência no relacionamento direto com clientes pessoa física em áreas como:

    • gestão de investimentos,

    • planejamento de aposentadoria,

    • gestão de riscos e seguros,

    • planejamento fiscal e sucessório,

    • e planejamento financeiro integrado;

  • Aderir ao código de ética da Planejar;

  • Completar o curso oficial (da própria Planejar) com a entrega de um plano financeiro completo.

Mas o maior obstáculo dessa jornada é, sem dúvida, ser aprovado no exame CFP®.


O exame CFP®: o maior desafio do planejador financeiro

O exame da certificação CFP® é uma maratona de conhecimento e resistência.
São 140 questões de múltipla escolha, aplicadas em uma prova de 7 horas de duração, cobrindo 8 módulos que englobam todos os pilares do planejamento financeiro pessoal (a partir de 2026, o conteúdo também incluirá Psicologia do Planejamento Financeiro).

A prova é realizada três vezes por ano – geralmente em abril, julho e outubro -, e os índices de aprovação variam entre 20% e 30%.
O candidato precisa alcançar pelo menos 70% de acertos, mas é possível conquistar aprovações por módulos dentro de um período de dois anos.


Como se preparar para o exame CFP®?

A preparação é o segredo para conquistar a aprovação.
Entre os cursos preparatórios disponíveis, o curso da FK Partners é amplamente reconhecido como referência nacional.
A instituição oferece:

  • Professores experientes e atuantes no mercado financeiro;

  • Apostilas, resumos e áudiobooks atualizados;

  • Grupos de discussão com professores e alunos, promovendo uma troca rica de conhecimento;

  • Simulados realistas, com a “cara da prova” do CFP®, que ajudam o candidato a se sentir mais confiante e preparado.

Durante a reta final, a FK Partners intensifica o treinamento com baterias de questões e simulados presenciais, o que faz toda a diferença no desempenho.


Vale a pena conquistar o CFP®?

Sim, vale muito a pena.
Ser aprovado e se tornar um profissional CFP® é mais do que ter uma certificação, é conquistar reconhecimento, autoridade técnica e novas oportunidades no mercado financeiro.

Os benefícios incluem:

  • Crescimento na carreira e aumento de remuneração;

  • Inserção em uma comunidade global de planejadores financeiros;

  • A oportunidade de transformar a vida financeira das pessoas com ética, responsabilidade e excelência.

Se você atua no mercado financeiro e atende pessoas físicas, o CFP® é o próximo passo para alavancar definitivamente a sua carreira.

Conheça o curso preparatório da FK Partners e descubra como se tornar um profissional CFP® com o suporte de quem mais aprova no Brasil.

Continuem com a gente para mais conteúdos!

Carreira horizontal e vertical: quais as diferenças entre elas?

O sucesso pode ser encontrado nas mais diferentes trajetórias profissionais — independentemente de área de atuação, é preciso se atentar à forma como elas são construídas. Por isso, há a necessidade de entender os conceitos de carreira horizontal e vertical.

No entanto, você consegue reconhecer quais são as diferenças entre elas ou qual perfil de profissional se adapta melhor a cada uma? Pensando nisso, elaboramos este post com o intuito de esclarecer as dúvidas mais recorrentes sobre esse tema. Leia o texto até o final para saber mais!

Atualizado em 12 | ago Tempo de leitura: 5 min.

 

Imagem mostra moça sorrindo na frente do computador

Carreira horizontal e vertical: no que consistem?

Carreira horizontal

Planejar-se para trilhar um caminho horizontal na carreira é o mesmo que se interessar por diferentes atribuições cotidianas. Se você trabalha em uma empresa e pretende continuar nela, a horizontalização será notada em suas funções: você mudará de departamento e até mesmo de função com alguma periodicidade.

Aos poucos, a ideia é que você reúna diferentes competências para exercer cargos que, embora sejam afins a partir de uma perspectiva abrangente, têm obrigações distintas na prática. No mercado financeiro, por exemplo, você pode atuar com análise de investimentos, gerenciamento de riscos e assim por diante.

Carreira vertical

A verticalização, por sua vez, é análoga a uma escada: é fundamental subir um degrau por vez para se chegar ao topo. Portanto, se você atua como analista financeiro, a ideia é se especializar cada vez mais nessa função e dominar todas as especialidades que ela requer para ser praticada com excelência.

Nesse caso, você deve focar no contínuo gesto de se aprofundar em um mesmo campo de conhecimento, a fim de ser uma referência em determinado assunto e assumir cargos de chefia ou gerência.

Quais são os perfis que se adaptam melhor a cada uma?

Em linhas gerais, pode-se dizer que a carreira vertical combina mais com aqueles que têm um interesse específico e pretendem desenvolvê-lo com afinco.

A horizontal, por sua vez, tende a ser melhor aproveitada por pessoas que gostam de desafios constantes e sentem preferência por especializações variadas, que permitam diferentes possibilidades de atuação.

Como se preparar para elas?

Horizontal

Se você gosta de variar o que faz no cotidiano de trabalho, precisa encontrar variações no estudo. Na área financeira, por exemplo, invista em cursos técnicos e profissionalizantes, além, é claro, das certificações mais importantes ligadas a esse mercado. A modelagem financeira é um campo que pode abrir muitas portas. Outras dicas são:

Matemática financeira;

Seguros;

Investment banking e private equity.

Vertical

Para incrementar suas chances em uma trajetória vertical, considere investir no CFA ou em um MBA. Pós-graduações, em geral, também são bem-vindas, desde que se relacionem com o restante de sua formação e sejam condizentes com seus objetivos. Dessa forma, programe-se para fazer um mestrado no exterior e tente se especializar o máximo que puder.

Refletir sobre carreira horizontal e vertical é uma maneira de construir o seu futuro. Afinal, elas possuem especificidades que demandam planejamentos bastante distintos entre si. As preparações para cada uma delas também são divergentes e merecem atenção.

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Como conseguir uma bolsa de estudos para faculdade nos EUA?

Neste post, listamos os principais requisitos para se obter uma bolsa de estudos nos Estados Unidos, incluindo documentação exigida e avaliações necessárias. Esperamos que ao final do texto você se sinta seguro para escolher a instituição mais adequada e que consiga estudar fora como sempre quis.

Imagem mostra mulher com uma mala de viagem indo para um intercambio

São muitas as oportunidades de se conseguir uma bolsa de estudos nos EUA. Com currículos flexíveis e grande engajamento com o mercado de trabalho, o número de brasileiros estudando nos Estados Unidos aumentou nos últimos anos.

As bolsas podem ser para grandes universidades — como o MIT, Harvard e Stanford — ou para instituições menos conhecidas, porém, não menos conceituadas, como a Babson College.

Diferentes institutos, como o Education USA e Fundação Estudar, auxiliam nas buscas e na conquista de bolsas para quem quer se graduar fora do Brasil, chegando a cobrir quase 100% das despesas com os estudos.

Verifique os requisitos básicos para obter uma bolsa

As bolsas são oferecidas para diferentes modalidades de estudos, envolvendo desde cursos de inglês até os últimos níveis de pós-graduação. Para cada candidatura de bolsa, um nível de conhecimento da língua inglesa e de domínio da área poderá ser solicitado.

Algumas instituições abrem processos de seleção de bolsas para músicos, esportistas e pessoas com baixa renda. Outras vezes, porém, conseguir uma bolsa dependerá do mérito do candidato, ou seja, das suas avaliações acadêmicas anteriores ao processo seletivo.

Organize os documentos necessários para estudar nos EUA

Ao se candidatar a uma bolsa de estudos nos EUA, normalmente, o candidato precisa comprovar seu bom desempenho como estudante e atividades extras escolares. Além disso, são pedidas cartas de recomendação que comprovem suas atividades durante o período escolar.

Redações de temas sobre sua vida estudantil ou sobre conhecimentos da sua área de atuação e/ou cartas de apresentação pessoal também podem ser solicitadas. Isso sem falar que, durante o processo de aceitação do candidato, documentos pessoais devem ser providenciados, como visto e passaporte.

Entre as avaliações exigidas, destacamos o SAT — Scholastic Aptitude Test —, conhecido como a versão americana do ENEM e, portanto, um exame para medir a aptidão escolar do estudante de maneira mais ampla.

Explore as possibilidades de bolsas de estudos nos EUA

Existem diferentes instituições apoiadoras de quem quer estudar fora do país. Entre elas, destacamos a EducationUSA e a Fundação Estudar, mencionadas no início deste post.

EducationUSA

A EducationUSA é a instituição mais indicada para começar a sua busca. Com o programa Oportunidades Acadêmicas, eles selecionam candidatos e os ajudam financeiramente durante o processo de seleção, cobrindo custos com testes e traduções necessárias.

Fundação Estudar

Com diferentes programas, as oportunidades são abrangentes para quem procura o apoio da Fundação Estudar. Os financiamentos variam entre 5% e 95% dos custos dos estudos. Para a preparação do candidato, eles têm o programa Prep Course, em que os selecionados recebem apoio psicológico, administrativo e financeiro no processo de seleção.

Conheça pessoas que estudaram ou estudam nos Estados Unidos

Para você não ter a sensação de que está dando tiros no escuro, antes de tomar a decisão sobre onde estudar, procure por pessoas que já fizeram ou ainda fazem faculdade nos EUA. Se você não conhece ninguém, uma dica válida é buscar vídeos no YouTube ou blogs de pessoas que contam suas experiências.

Se você quer ficar de olho em oportunidades de ter uma bolsa de estudos nos EUA, indicamos fontes confiáveis como o blog Estudarfora.org — ligado ao EducationUSA, o site da Fundação Estudar, do Partiu Intercâmbio, da Fullbright e as páginas das próprias universidades. Lá você encontrará datas e prazos para inscrições nos processos, além de mais dicas sobre como estudar nos EUA.

Então, já está pronto para encontrar o curso ideal? compartilhe e conte para a gente como este post lhe ajudou!

Descubra aqui o que faz o profissional de relações com investidores

 

No Brasil, ainda são consideradas poucas as empresas que atuam em um modelo de capital aberto. No entanto, esse cenário está mudando e a perspectiva é de que cada vez mais empresas adotem este sistema. Assim, o profissional de relações com investidores, também chamado de RI, encontra pela frente um campo fértil de possibilidades.

Considerada uma profissão nova, o RI aparece como uma aposta em um mercado financeiro cada vez mais maduro e competitivo. Antes, as informações a respeito das empresas eram repassadas ao público por seus presidentes ou gestores. No entanto, com a crescente demanda, foi necessário estipular um profissional específico para essa função.

Quer saber mais sobre essa profissão, quais são suas competências e se ela é um bom caminho a seguir? Acompanhe este post!

 

O que é um profissional de relações com investidores?

Esse profissional atua como uma ponte entre a empresa e seus potenciais investidores. Ele congrega os esforços dos setores de marketing, financeiro e de comunicação com o intuito de concentrar informações a respeito da saúde da empresa e divulgar o seu potencial de investimento.

Ele atua também repassando ao mercado financeiro as informações sobre a empresa, possibilitando, dessa forma, que ela possa influenciar nos valores determinados para suas ações. Isso pode fazer com que a empresa seja mais valorizada no mercado, transparecendo credibilidade e segurança para receber investimentos.

O caminho inverso também é de responsabilidade do RI, que deve levar para a empresa o feedback do mercado, de forma a traçar estratégias para que se possam resolver eventuais problemas ou demandas.

 

De que forma atua esse profissional?

O profissional de relações com investidores atua dentro de empresas de capital aberto, representando essa empresa perante os investidores e o mercado financeiro e promovendo uma aproximação mais eficaz por meio da troca de informações especializadas.

O RI participa de eventos, realiza reuniões com investidores em potencial e com acionistas, prestando contas. Ele administra informações que vão além dos releases obrigatórios — como o relatório anual —, tornando-se o porta-voz da empresa perante o mercado e também do mercado perante a empresa.

É função dele, em contato com os outros departamentos da empresa, traçar estratégias de comunicação e posicionamento da empresa, avaliando quais informações deverão ir a público.

O RI atua buscando novos investidores e desbravando mercados ainda não explorados pela empresa — diferentes perfis de acionistas ou mesmo regiões nacionais e internacionais. Além disso, trabalha percebendo alterações na saúde financeira da empresa; neste caso, é seu papel investigar e informar os setores responsáveis a respeito dessas mudanças, quando indesejadas.

 

Que características deve ter o RI?

O profissional de relações com investidores possui acesso a informações privilegiadas e que, nem sempre, devem ser informadas ao público. Portanto, este é considerado um cargo de confiança.

Em função disso, o bom RI deve ser discreto e ter bom jogo de cintura. As suas habilidades de comunicação devem ser excepcionais, uma vez que ele passará boa parte do tempo dialogando com executivos ou se expondo em veículos de comunicação. Falar outras línguas é imprescindível.

Deve conhecer profundamente o mercado financeiro e saber identificar oportunidades ou momentos de retração. Principalmente, deve ser o grande especialista sobre a empresa que representa, conhecendo, inclusive, seu histórico financeiro, para que possa elucidar questões a respeito de épocas em que não trabalhava nela.

O trabalho do profissional de Relações com Investidores é fundamental para o real crescimento da empresa de capital aberto. Com uma demanda cada vez maior no mercado, o investimento nesta área de atuação se torna estratégico. Hoje, existem diversos cursos disponíveis para prepará-lo para o mercado financeiro.

Sente-se pronto para se tornar um profissional de relações com investidores? Quer saber mais sobre o assunto? Para receber mais conteúdos como esse, siga-nos no Facebook e no LinkedIn e veja tudo em primeira mão!

 

Publicado 29/06/2017

Por que devo saber mais sobre produtos financeiros de tesouraria?

Profissionais de finanças precisam manter-se atualizados em relação ao mercado em que atuam — o que pressupõe cursos e especializações. No atual mercado, é importante manter o controle de fluxo e gerenciar os riscos comercializados para empresas, pois dessa ação depende parte da segurança dos investimentos da companhia.

A tesouraria, por exemplo, visa buscar as melhores soluções no quesito financeiro, gerar lucro operacional e proteger o patrimônio da empresa. Um bom profissional de finanças sabe de tudo isso e entende sobre as estratégias necessárias para fazê-lo.

Os cursos de produtos financeiros de tesouraria, então, podem ser muito úteis para os profissionais da área. Quer saber mais sobre o assunto? Confira este post!

Boa leitura!

Quais são os principais conceitos que envolvem o assunto?

O primeiro passo de um curso de produtos financeiros de tesouraria é conscientizar o profissional a respeito dos principais conceitos desse mercado. Para que você entenda melhor, listamos abaixo alguns deles. Veja!

Hedge

Trata-se de uma espécie de proteção às variações de investimentos. Ele garante segurança no preço, protegendo o ativo ou passivo de taxas e variações. Isso reduz as chances de perda devido às oscilações do mercado em produtos de tesouraria.

Swap

Trata-se de uma espécie de troca de riscos com um outro investidor. Essa troca se dá sobre índices que podem ser de preço, taxas de câmbio ou juros. Duas empresas que negociam em dólar, por exemplo, podem se beneficiar do swap. É bom lembrar apenas que essas trocas devem fornecer vantagem a ambas as partes envolvidas.

Termo de moedas

Também vantajoso em transações com moeda estrangeira, trata-se de um derivativo que permite a negociação, sem que haja variações na taxa de câmbio.

Em caso de pagamento de obrigações após decorrido um período, essa medida garante que a empresa não terá de pagar um valor maior que o negociado devido às variações cambiais. O câmbio é estabelecido no momento de celebração do contrato.

Combinação de derivativos

São bons produtos para serem usados em casos bem específicos e variam de acordo com o perfil dos clientes envolvidos. Para isso, antes de aplicar essa medida, o banco solicita que o investidor preencha um formulário para avaliar seu perfil. De acordo com o resultado, a melhor solução será oferecida.

Os perfis normalmente são agrupados da seguinte forma:

  • conservador: são aqueles que fogem de qualquer risco que pressuponha perdas financeiras;
  • moderado: até aceitam assumir pequenos riscos, se as possibilidades de rentabilidade forem atrativas;
  • agressivo: acreditam que, quanto maiores os riscos, maiores as possibilidades de ganhos.

Como funciona o curso da FK Partners?

Se você ficou interessado em fazer um curso para especializar-se ainda mais na área de finanças, conheça as opções da FK Partners. Nossas aulas costumam envolver teoria e prática e, nelas, os alunos são expostos a situações comuns ao dia a dia do setor.

Os alunos aprenderão a identificar qual é o produto certo para a necessidade da empresa. Essas necessidades variam conforme a disponibilidade de caixa, o pagamento de impostos e o horizonte de investimento. Além disso, elas definem qual é o melhor derivativo a ser utilizado para a proteção ou a troca de indexador.

Com um enfoque prático, os participantes aprenderão a precificar vários derivativos e faremos exemplos de cálculo do MtM desses produtos.

Finalmente, o curso também enfoca o olhar de crédito, a exposição gerada pelos produtos e como minimizá-la.

Além disso, oferecemos preparatórios para certificações financeiras, além de cursos ministrados totalmente em inglês por professores americanos. Eles preparam o aluno para exames das principais universidades do exterior.

Se você quer conhecer um pouco mais sobre nossos cursos de produtos financeiros de tesouraria, assine agora mesmo a nossa newsletter e fique por dentro das novidades!

 

Publicado 25/04/2018

Vale a pena fazer curso para exame de proficiência?

O exame de proficiência é uma ferramenta requerida por grande parte das universidades internacionais. Ele serve para atestar as habilidades de um aluno estrangeiro no idioma utilizado em determinado curso superior ou especialização. Nas instituições de ensino que têm o inglês como língua oficial, por exemplo, a necessidade de comprovar é cada vez mais recorrente.

Mais do que isso, a comprovação também funciona como uma forma efetiva e oficial de afirmar o conhecimento idiomático, facilitando a construção de uma carreira no exterior e possibilitando a busca por uma bolsa de estudos.

Como se preparar para um exame de proficiência?

Antes de tudo, é preciso que você delimite seus objetivos. Sabendo exatamente qual dos exames você precisa para atingir aquela vaga tão sonhada ou o ingresso em uma boa universidade, tudo fica mais fácil.

É importante frisar que cada língua tem diferentes meios de certificação. Os mais populares no inglês são o TOEFL iBT e o IELTS, ao passo que o espanhol dispõe do DELE, do SIELE, por exemplo.

Cada uma das provas tem um formato específico e uma metodologia distinta utilizada na hora de testar os candidatos. A estrutura varia muito de uma avaliação para outra, pois algum aspecto, como leitura acadêmica ou conversação, pode ser privilegiado em detrimento de outros.

É evidente que não há uma receita pronta para se sair bem em nenhum deles, mas as chances aumentam significativamente quando se conhece mais a fundo a estruturação do exame que se pretende fazer.

Estudar sozinho ou fazer um curso especializado?

Um período preparatório para o exame de proficiência deverá começar com autocrítica. É preciso deixar tanto a modéstia quanto a vaidade e de lado e responder para si mesmo como está seu nível de conhecimento.

É inegável o quanto avançamos em termos de acesso ao conhecimento na era da informação. Ser autodidata, no entanto, não é um mar de rosas. A flexibilidade e a economia podem ser atraentes, mas não solidificam o aprendizado a partir da motivação e da qualificação que um curso especializado pode trazer.

Sendo assim, por mais avançado que você se considere em um idioma, é importante se dedicar com afinco à preparação para evitar dificuldades posteriores.

Como escolher um bom curso preparatório?

Para fazer uma análise precisa, é necessário olhar atentamente para dois aspectos fundamentais: os professores e os materiais que compõem o curso.

Dê preferência às instituições que contam com docentes nativos e experientes no ensino de idiomas para estrangeiros. Um material completo, original e que seja totalmente pensado para o exame em questão também é essencial.

Ter um suporte personalizado, que se proponha a personalizar o plano de estudos e sanar as dúvidas prontamente, é importantíssimo. Testes, simulados e exercícios práticos também são requisitos a serem analisados na hora de escolher. Afinal, eles permitem formular uma real perspectiva sobre a sua evolução.

Sendo assim, estudando intensamente e se dedicando a fazer uma preparação sólida, você conseguirá obter uma boa avaliação no exame de proficiência e atingir os objetivos que planeja para sua carreira.

Gostou das dicas? Entre em contato conosco para te ajudarmos ainda mais!

 

Publicado 29/06/2017

CPA-10 ou CPA-20? Qual a melhor opção para você?

 

Muitos profissionais entram em contato com a gente com dúvidas sobre qual das certificações escolher, então vamos mostrar para você algumas informações para te ajudar a decidir a melhor opção de acordo com o seu momento de carreira.

Tanto a certificação CPA-10 como a CPA-20 são da ANBIMA, a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais, que é uma associação que representa as instituições como bancos, gestoras, fundos de investimento, corretoras, distribuidoras e investidores qualificados. Com essas certificações a ANBIMA garante que os profissionais do mercado financeiro nacional tenham um “selo de qualidade”.

 

A CPA-10 certifica profissionais que atuam na prospecção ou venda de produtos de investimento diretamente para o público, em agências bancárias ou plataformas de atendimento, sejam elas vinculadas ou não à ANBIMA.

Já a CPA-20 certifica profissionais que atuam na venda de produtos de investimento ou na manutenção de carteiras nos segmentos varejo alta renda, private banking, corporate e investidores institucionais, em agências bancárias ou plataformas de atendimento.

 

Quem tem CPA-20 pode, automaticamente, exercer as atividades abrangidas pela CPA-10 ou seja uma sobrepõem a outra.

 

Recentemente três tipos de profissionais começaram a buscar muito a CPA-20: estudantes, órgãos de fundos de previdência públicos (os chamados RPPS) e funcionários de empresas privadas, que gostariam de ter esse mesmo selo de qualidade que bancários têm.

O que percebemos é que a CPA-10 é mais para aqueles que buscam entrar no banco e iniciar carreira. É uma forma de entrar em um programa de trainee agregando algo para o banco (se você não tivesse, o banco teria que pagar o curso e a prova pra você ter).

Mas para cargos gerenciais, mesmo nas agências, a CPA-20 já é a exigência e o diferencial.

Se você está em dúvida qual é melhor pra você, preparamos esse resumo que pode te direcionar:

 

 

 

CPA10

CPA20

Funcionários de agencia (caixa, assistentes de atendimento)

X

Gerentes de atendimento (PF, PJ ou Gerente Geral)

X

Gerentes de relacionamento (comerciais)

X

Corretores e distribuidores de valores mobiliários

X

Estudantes de cursos que tiveram Economia e Finanças na grade

X

Estudantes de outros cursos

X

Funcionários de autarquias e órgãos públicos

X

Funcionários de Tesouraria de Empresas

X

Gerentes e Diretores Financeiros

X

 

Se você não estiver em nenhuma dessas situações, procure a FK que te ajudamos a encontrar a melhor opção para a sua carreira.

Já decidiu qual a melhor opção para você? Então prepare-se com a FK Partners. Você será direcionado para o Site da FK Lab, no qual você poderá adquirir o curso desenvolvido pela FK Partners:

 

Saiba Mais sobre as nossas certificações CPA-10 e CPA-20 

 

Publicado 06/02/2020

4 motivos para fazer uma certificação CPA-10

O mercado de trabalho está cada vez mais competitivo e, assim, virou uma necessidade se aprimorar e diferenciar para entrar no mercado e subir na carreira. Porém, conhecimento não é tudo — é preciso algo que ateste suas capacidades profissionais e seu conhecimento.

Nesse contexto, merece destaque a certificação CPA-10, que atesta as habilidades e as competências práticas de um profissional que atua na área de investimentos.

Ela foi desenvolvida pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercadores Financeiros e de Capitais (ANBIMA), que atua com o objetivo de fortalecer o mercado financeiro. Para isso, ela criou uma série de certificações, entre elas, a Certificação Profissional ANBIMA – Série 10 (CPA-10).

A CPA-10 destina-se a atestar que profissionais que desempenham atividades de comercialização e distribuição de produtos de investimento diretamente junto ao público investidor em agências bancárias, bem como de atendimento ao público investidor em centrais de atendimento tenham conhecimento do mercado.

 

Agora que você conhece um pouco sobre a CPA-10, mostramos a seguir os 4 principais motivos para conquistar seu certificado. Continue a leitura e fique de olho!

 

1. Atua como selo de aprovação

Ao pleitear um cargo de trabalho, é necessário mostrar suas qualificações – normalmente, com um currículo. É uma forma do profissional mostrar que “merece” a vaga.

Suponha uma disputa de vaga. Não é obrigatório ter a CPA-10, mas é um diferencial. O candidato A dirá que entende bem sobre o mercado financeiro e está acostumado com a área. Outro candidato, B, apresentará uma certificação de uma associação famosa e enraizada no mercado que atesta seu conhecimento. O candidato B possui vantagem nesse quesito e, provavelmente, terá preferência na hora da decisão final.

 

2. Facilita a entrada no mercado

Em 2005, foi aprovada a Resolução 3309 do Banco Central do Brasil. De acordo com ela, os profissionais que trabalham nas áreas de venda ou prospecção de investimentos devem ter suas habilidades certificadas por uma entidade reconhecida.

Ou seja, qualquer pessoa que queira trabalhar com venda ou análise de investimentos para o publico, no Brasil, precisa de uma certificação — e a CPA-10 é uma das melhores opções. Se quiser entrar no mercado financeiro, precisa se dedicar!

 

3. Pode elevar sua renda mensal

A essa altura, você já percebeu que ter uma certificação CPA-10 é uma obrigação legal ou um diferencial no mercado. Mas, nos últimos tempos, o Brasil vive um período de crise, caracterizado por um alto nível de desemprego.

Para quem deseja entrar no mercado de venda de investimentos ou escalar na carreira, ter certificações como a CPA-10 é uma necessidade. Com seu conhecimento e capacidade técnicas atestados, o profissional possui maior estabilidade no seu cargo e melhores chances de uma promoção.

 

4. Mais conhecimento na área de investimentos

A área de estudos financeiros é muito extensa. São muitos tipos de investimentos, leis e procedimentos a serem lembrados. Um profissional competente deve se manter atualizado em sua zona de atuação.

Dedicar-se ao exame de certificação CPA-10 também é uma maneira de aumentar seu conhecimento. Sabendo mais sobre o mercado financeiro, você se tornará um profissional mais competente para sua empresa.

Além disso, como você deve estar imaginando, não é fácil ser aprovado nessa prova. Os temas abordados vão desde Sistema Financeiro Nacional e Participação no Mercado até Fundos de Investimentos. Além disso, para receber a certificação, o profissional deve acertar 70% da prova.

 

Portanto, é muito importante encontrar um método e uma plataforma de estudo que se adéquem ao seu perfil. Também é essencial ter contato com professores que atuam diretamente no mercado e, obviamente, ter acesso a informações confiáveis e de qualidade.

 

Publicado 05/04/2018