Você entende o conceito de Project Finance Modeling?

Saber o que é e como aplicar o Project Finance Modeling (Projeto de Modelagem Financeira) é muito importante para quem atua nessa área e precisa ter informações relevantes sobre a valorização e a capacidade de sobrevivência de um investimento ou negócio.

A implantação do Project Finance Modeling tem como foco oferecer dados numéricos que possibilitem a previsão do futuro desempenho do empreendimento, a fim de orientar a tomada de decisões dos envolvidos.

Neste artigo, falaremos sobre o tema e abordaremos sua relevância para a atuação no setor financeiro. Acompanhe e esclareça suas dúvidas.

Saiba o que é Project Finance Modeling

Um Project Finance Modeling é um modelo matemático desenvolvido por profissionais de tesouraria, analistas de bancos de bancos e demais profissionais especializados, que tem como objetivo fazer uma representação da realidade de um ativo financeiro. Esse relatório deve apresentar todas as informações que comprovem a viabilidade do projeto de maneira detalhada para investidores e acionistas.

O projeto de modelagem financeira faz parte de um processo gerencial maior e pode ser implantado com o propósito de levantar fundos para obras com alto valor de execução, por exemplo.

Diante da complexidade do mercado atual, é preciso construir modelos que facilitem a compreensão de sua dinâmica e estrutura. O Project Finance Modeling é útil para tomadas de decisões, tanto em curto como em longo prazo. Suas aplicações incluem fatores, como:

  • avaliação dos negócios e do fluxo de caixa;
  • cálculo de custo médio ponderado do capital — Weighted Average Cost of Capital (WACC);
  • análise de balanços;
  • projeção de crédito;
  • projeção de projetos e investimentos;
  • projeção de aquisição;
  • projeção de equilíbrio econômico e financeiro;
  • projeção do capital.

Entenda as vantagens do desenvolvimento de um Project Finance Modeling

Com a modelagem financeira, é possível fazer uma estimativa de resultados do empreendimento, assim como simular cenários diversos e o impacto de cada um deles nas variáveis financeiras, operacionais e no cenário da economia do país, por exemplo.

Entre as principais vantagens da modelagem financeira, podemos listar:

  • operação com escala econômica;
  • juros da dívida dedutíveis;
  • avaliação de riscos melhorada;
  • garantias tradicionais substituídas por garantias de desempenho;
  • fluxo de caixa liberado;
  • melhor alocação de riscos.

Compreenda o perfil do profissional que atua na área

Para ser um especialista em modelagem financeira, é preciso fazer um curso de especialização na área, no qual serão apresentadas técnicas de compreensão aprofundada dos conceitos de finanças e contabilidades.

O profissional deve ter um perfil dinâmico, organizado e analítico, uma vez que deverá projetar a solução para problemas reais com base nos resultados obtidos em seu modelo de projeto financeiro.

As áreas de atuação podem ser diversas, incluindo bancos, consultoria, análise de possíveis aquisições e projeções de desempenho de organizações e empresas. No cenário econômico atual, em que as empresas precisam, cada vez mais, mostrar-se capazes e competitivas, esse profissional apresenta extrema importância e valorização.

Neste artigo, falamos sobre a importância do Project Finance Modeling na hora de definir e organizar investimentos que tornem a empresa mais competitiva e lucrativa, como a modelagem financeira, a realização de importantes projetos de infraestrutura e a parceria público-privada.

Gostou do nosso conteúdo? Deixe um comentário no post e diga-nos qual a sua opinião sobre o tema!

 

Publicado 06/12/2017

Conheça 4 mestrados internacionais na área das finanças

Os mestrados internacionais na área das finanças é um requisito fundamental para o profissional que deseja alcançar os mais altos cargos, entregando o máximo à empresa.

Alguns dos melhores cursos de mestrado internacionais para a área financeira encontram-se fora do Brasil, e para os profissionais que desejam aprofundar-se em diferentes vertentes, essas são as melhores opções.

O mestrado proporciona maior aprofundamento e especialização em determinadas áreas de atuação da carreira de finanças, formando um profissional impreterível e fundamental dentro de uma corporação.

Este post tratará um pouco mais sobre a experiência dos mestrados internacionais na área das finanças e apresentará as 4 melhores instituições atualmente. Confira!

 

 

1. London Business School (Inglaterra)

Considerada pela Forbes a segunda melhor escola de negócios do mundo e a melhor da Europa, a LBS gradua cerca de 1.400 estudantes por ano.

Seu índice de aproveitamento é ótimo quando falamos de alunos que foram aproveitados no mercado após concluírem o mestrado. Em 2014, 93% dos estudantes que iniciaram os estudos pela instituição foram contratados por empresas renomadas em até 3 meses após formados.

O grande diferencial da LBS é seu corpo docente e discente, formado por professores e PhDs que são consultores e gerentes nas maiores empresas do segmento ao redor do mundo. A experiência de mercado trazida por eles é o grande diferencial no ensino da instituição.

O ingresso na London Business School é rigoroso e o processo seletivo segue as seguintes etapas:

O mestrado da LBS oferece três diferentes cursos, divididos por especializações e voltados para determinados objetivos profissionais. São eles: Global Masters in Management (Global Mim), Master in Management (MiM) e Master in Finance.

 

2. Nova School of Business & Economics (Portugal)

A Nova SBE é a 14ª melhor escola de negócios do mundo, segundo o ranking de 55 instituições promovido anualmente pela renomada revista Financial Times.

Ela é a única instituição de Portugal a constar na lista pelo sexto ano consecutivo, e vem a cada dia mais se tornando referência no segmento mundial.

Outro dado impressionante da Nova é a sua taxa de retorno. Cerca de 92% dos alunos conseguem emprego ao fim de três meses como estudante da instituição. O dado é ainda melhor ao final de um semestre: 97%

A instituição, localizada em Lisboa, oferece três tipos de mestrado: Masters in Economics, Masters in Finance e Masters in Management.

 

3. University of St. Gallen (Suíça)

Instituição com mais de 100 anos de experiência, a HSG é uma das escolas de negócios mais renomadas da Europa.

A universidade é a primeira de língua germânica a receber certificados de qualidade da European Quality Improvement System (EQUIS) e da Association to Advance Collegiate Schools of Business (AACSB International).

Com suas próprias particularidades, a HSG tem em sua filosofia um ensino mais integral, que busca desenvolver nos alunos senso cultural, liderança e pensamento crítico.

O estudante que entra na instituição passa obrigatoriamente pelo Assessment, ou seja, um método que visa uma grade curricular única durante um ano. Durante esse período os alunos desenvolvem as primeiras habilidades científicas e são introduzidos aos objetivos da universidade.

Após o Assessment, os alunos então escolhem sua especialização. A instituição possui uma vasta pasta de especializações, e você pode conferir aqui.

 

4. Harvard Business School (EUA)

A HBS é a escola de negócios mais importante do mundo, sendo colocada como líder nos principais ranking de instituições mundiais do segmento financeiro.

O processo seletivo da universidade é bastante rigoroso, atingindo um percentual que costuma variar de 12% a 13% de aprovação dos candidatos apenas.

Um dos principais pontos a serem destacados é o método de ensino bastante particular da HBS. Nos cursos de mestrado do segmento financeiro, a instituição não trabalha com aulas expositivas, mas sim foca no ensino baseado em debates de cases reais das principais corporações mundiais, promovendo estreitamento de relações interpessoais, resultando no famoso networking, tão fundamental nos ambientes profissionais e acadêmicos.

A tradição e competência das instituições internacionais exigem que o aluno esteja sempre pronto para os testes e processos seletivos. Agora que você já tem base suficiente para escolher seu mestrado em finanças, compartilhe este post em suas redes sociais!

 

Publicado em 20/07/2017

Mestrado no exterior: saiba como escrever a carta de apresentação pessoal

A carta de apresentação pessoal é uma importante etapa a ser cumprida se você quer fazer mestrado no exterior. Também conhecida como carta de motivação, é uma documentação que demonstra os propósitos do candidato.

Assim como o exame de proficiência em língua estrangeira, ela é um documento exigido por muitas instituições de ensino. Mais do que isso, serve para expor suas intenções e aspirações acadêmicas.

Sendo assim, nós elaboramos este texto para te ajudar com algumas dicas sobre como escrevê-la da melhor maneira possível.

 

 

Faça exatamente o que foi pedido

O seu desejo é dar um passo maior em sua carreira acadêmica e estudar fora é bastante enriquecedor nesse sentido. Mas para alcançar o objetivo, você precisa se adequar aos requisitos das instituições de ensino e preencher os formulários individuais.

Cada instituição discrimina as perguntas ou tópicos que devem ser desenvolvidos na apresentação, e você deve falar somente do que foi sugerido.

Reafirme suas motivações científicas, caso isso seja descrito pela proposta. Do contrário, faça somente aquilo que foi pedido, sem ser prolixo.

A linguagem deve ser coesa e clara, para que não haja nenhum mal-entendido a respeito das suas ambições. Afinal, ser erroneamente interpretado pode prejudicar todo o projeto.

 

Não exagere na carta de apresentação pessoal

O principal objetivo dos testes de admissão para mestrado no exterior é conhecer você e saber como pode contribuir com o curso. Portanto, todo cuidado é pouco.

É absolutamente prejudicial falar demais sobre sua biografia. Lembre-se: “pessoal”, neste caso, não quer dizer “íntimo”. Não é recomendado expor sentimentos, ideais de vida ou temas controversos. Os examinadores querem entender melhor o porquê de você se relacionar com a temática proposta.

Ao explicar suas motivações, não é necessário listar todos os grupos de estudo dos quais você fez parte, tampouco redigir um relatório detalhado das dissertações e trabalhos realizados anteriormente. Concentre-se em pontos estratégicos:

  • destaque as razões pelas quais você quer estudar naquele local;.
  • explique — sem ser emotivo — o quão importante esta oportunidade é para sua jornada profissional;
  • faça um resumo contendo apenas os seus principais feitos acadêmicos;
  • seja claro ao justificar por que escolheu aquele programa em vez de outro;
  • mantenha a qualidade do conteúdo em todas as respostas e seja honesto;
  • seja direto e objetivo, o que não significa ser genérico — tenha isso em mente.

Capriche na escrita e deixe um boa impressão

Se você realmente quer ser aceito em alguma instituição para fazer o mestrado no exterior, capriche ao declarar quais são suas motivações. Causar boa impressão é essencial, pois esse primeiro contato com os examinadores pode ter caráter eliminatório.

Revise a ortografia, leia o texto em voz alta, verifique se ele está bem articulado e cumprindo aquilo que foi proposto. Se preciso, faça a revisão várias vezes, a fim de otimizar o processo.

Embora pareça uma mera formalidade, a carta de apresentação pessoal tem relevância para que você seja selecionado. Então, escreva-a com rigor e dedicação.

Gostou do post? Acha que ele pode ajudar mais alguém? Compartilhe-o nas suas redes sociais!

 

Publicado em 07/08/2017

5 aplicativos para investidores e para quem atua no mercado financeiro

O mundo está se tornando mais tecnológico a cada dia que se passa. Anos atrás, quem desejasse investir na Bolsa de Valores precisava se deslocar até Wall Street, a BOVESPA ou ir ao local onde funcionava a bolsa de seu país para realizar as transações.

Aquelas cenas famosas de pessoas negociando ações em 3 ou 4 telefones, ao mesmo tempo, é coisa do passado — ou dos filmes. Hoje, é possível realizar todo tipo de movimentação financeira pela internet e por meio da utilização de aplicativos.

É possível dizer que os smartphones vieram para ajudar a vida dos profissionais do mercado financeiro e, também, de quem deseja investir o seu próprio dinheiro. Por isso, neste texto, listamos 5 aplicativos para investidores e para quem atua no mercado financeiro. Confira!

 

 

1. HP 12C

Uma calculadora simples não é suficiente para o volume e a complexidade de contas que um investidor precisa fazer. Muitas pessoas optam por utilizar o Excel, mas a opção mais prática e comum é a HP 12C.

O aplicativo tem as mesmas funções que a calculadora real, mas apresenta um preço inferior. O aparelho custa algumas centenas de reais, enquanto a aquisição do aplicativo custa apenas R$25,00.

A grande vantagem do uso do app, além do custo de aquisição, é poder realizar os cálculos financeiros na palma de sua mão, sempre que for necessário.

 

2. Bolsa de Valores App

O Bolsa de Valores App é um dos melhores aplicativos para investidores. O app tem como função mostrar informações atualizadas sobre o dia a dia da B3 (novo nome da BMF&BOVESPA). As informações encontradas vão desde notícias até o preço de ações, cotações e alguns índices.

É possível, ainda, criar um widget no formato de um quadro, com as cotações brasileiras que você desejar.

 

3. Moni

O  Moni é um aplicativo que permite ao usuário o controle seus gastos e do saldo financeiro em sua conta. O grande diferencial desse app é que é possível cadastrar quantas contas você quiser e, ainda, controlá-las individualmente.

Esse aplicativo é completamente intuitivo, sendo extremamente fácil de usar e cadastrar as despesas. Além disso, o app tem um bom design e é gratuito. Vale a pena conhecer e testar!

 

4. Bloomberg

O Bloomberg é perfeito para você acompanhar o mercado financeiro de perto. O app oferece informações de quase todos os ativos negociados no mundo inteiro. É possível verificar as ações negociadas na B3, a compra de moedas, commodities e, inclusive, as taxas de juros.

Assim como outras opções, o Bloomberg permite que o usuário fique por dentro das principais notícias que estão impactando os mercados. O seu diferencial é permitir a visualização das informações de companhias negociadas e a possibilidade de cadastrar um portfólio.

 

5. Órama

A Órama é um aplicativo que oferece alguns fundos que, antes, eram exclusivos dos grandes investidores. O investimento inicial deveria ser superior a R$300.000,00, mas a plataforma conseguiu reduzir o valor mínimo para R$1.000,00.

Além disso, é possível acompanhar e analisar os gráficos de rentabilidade. Mesmo que você não deseje se tornar um investidor dos fundos oferecidos pela Órama, é válido ter esse aplicativo. É possível realizar a comparação dos fundos de investimento da Órama com as opções fornecidas pelo gerente de seu banco, por exemplo.

Não pense que os aplicativos para investidores são as únicas maneiras que você tem para obter o sucesso em seus investimentos. É preciso buscar novos conhecimentos por meio de cursos e treinamentos. Já existem até empresas especializadas em preparar pessoas que buscam certificações para o mercado financeiro. Vale a pena conhecer!

E aí, gostou do nosso artigo? O que achou dos aplicativos para investidores? Então, compartilhe nas suas redes sociais e ajude outras pessoas a conhecerem um pouco mais sobre o mercado financeiro!

 

Publicado em 30/06/2017

Gerenciamento de risco financeiro: como atua o profissional da área?

 

O mercado financeiro é um setor que se mantém aquecido no decorrer dos anos. Novos conceitos e especializações surgem, permitindo um aprimoramento ainda mais detalhado aos profissionais da área.

O gerenciamento de risco financeiro é uma dessas atividades que vêm ganhando cada vez mais espaço. Embora o nome da função seja autoexplicativo, a especialidade requer um conjunto complexo de habilidades e conhecimentos.

Continue lendo o artigo para conhecê-los mais a fundo e entender a atuação desse tipo de especialista.

 

 

Avaliando os riscos com precisão

 

Quando se pensa em “gerenciamento”, logo vem a ideia de “análise” e “planejamento“. Afinal, quem é responsável por gerenciar algo está em constante contato com a organização das metas e a necessidade de analisar os processos, a fim de otimizá-los para se chegar aos melhores resultados.

Pois é exatamente assim que um gestor de risco financeiro trabalha: acompanhando atentamente o mercado para saber como lidar com determinados setores de investimento. Munindo-se de boas ferramentas, ele pode fazer cálculos e previsões precisas sobre o risco de uma determinada ação.

Ter alguém que cuida do gerenciamento de risco financeiro por perto é uma necessidade, principalmente em momentos econômicos de recessão e alta imprevisibilidade.

Colaborando na estratégia utilizada

 

Um risco pode ter diversas naturezas: operacional, de crédito, de mercado e também de liquidez. Uma empresa ou corretora também pode atuar em setores específicos, lidando mais com um ou outro fator de modelagem financeira.

Nesse sentido, a colaboração de alguém que gerencia os riscos é imprescindível, já que ele é uma peça que faz essa engrenagem funcionar devidamente. Entre tantas outras funções, pode-se destacar:

  • a estruturação de medidas de retorno pensando no risco previsto;
  • melhor planejamento nas operações de trading;
  • integração da gestão de risco aos outros ambientes: estratégico, negócios, tecnológico etc;
  • o desenvolvimento de relatórios, políticas e procedimentos perante cada tipo de risco;
  • capacidade de definir o “apetite” de retorno versus as possibilidades em torno do risco;
  • gestão e otimização do capital de forma geral.

 

Exercendo suas responsabilidades e conhecimentos

 

Um profissional devidamente atualizado está apto a gerir qualquer instituição, financeira ou não, e ser responsável por suas finanças. Além disso, ele também cuidará das tomadas de decisão frente ao mercado no qual está a atuação de sua empresa. Cabe a ele, inclusive, a procura por outros mercados promissores, se for o caso.

Por isso, surge a necessidade de obter uma certificação de FRM (Financial Risk Manager). Ela qualifica o profissional e fornece uma real capacitação para quem deseja se especializar na área. Além disso, fornece todo subsídio técnico para exercer as grandes responsabilidades inerentes ao cargo.

Correndo menos riscos, uma organização se aproxima de uma melhor rentabilidade perante os investimentos. A longo prazo, isso significa uma margem de lucro progressiva.

Quem lida com o controle daquilo que se investe também se responsabiliza por monitorar analiticamente os investimentos e implementar melhorias na conduta da empresa em termos financeiros.

Sendo assim, é possível notar a crescente importância do gerenciamento de risco financeiro em diversos segmentos.

Ficou interessado pelo tema? Gostaria de saber mais informações? Então entre em contato conosco! Será um prazer ajudá-lo!

 

Publicado 13/09/2017

4 carreiras de sucesso no mercado financeiro

O mercado financeiro costuma proporcionar uma variedade de carreiras promissoras. Em meio a uma conjuntura econômica marcada pela insegurança financeira, algumas carreiras no mercado financeiro ganham ainda mais evidência.

Dentre essas profissões, podemos considerar 4 cargos de destaque: gestor de compliance, trader, analista de investimentos, e gestor de M&A. Quer conhecer os detalhes de cada uma dessas carreiras? Continue a leitura e descubra qual é a melhor especialização para o seu perfil!

 

 

1. Gestor de compliance

O gestor de compliance é o responsável por fazer com que a empresa siga as normas vigentes e implantadas pelos órgãos reguladores. Um dos objetivos é diminuir o risco de fraudes.

Para tanto, você deve efetuar um amplo diagnóstico, a fim de identificar possíveis falhas nos processos adotados pela empresa em questão. Em seguida, é necessário aprimorar a execução desses processos por meio da adoção de novas políticas.

Essas novas políticas tendem a gerar mais burocracia. O grande desafio é fazer com que os processos fiquem mais transparentes, mas sem comprometer muito a flexibilidade da empresa.

A gestão de compliance exige um conhecimento detalhado do mercado financeiro e do nicho de atuação no qual a empresa estiver inserida.

 

2. Trader

O papel do trader consiste em garimpar o mercado à procura das melhores oportunidades de aplicação financeira no decorrer daquele dia.

As operações do trader são realizadas com os recursos financeiros de um único investidor ou de um grupo de investidores (que formam os fundos de investimentos). O profissional também pode trabalhar com o dinheiro de bancos, por exemplo.

Para se tornar um trader, você deve estar disposto a mergulhar na volatilidade diária do mercado financeiro.

 

3. Analista de investimentos

Como a própria expressão sugere, o analista de investimentos é aquele profissional encarregado de analisar o mercado e indicar as melhores oportunidades de aplicação financeira.

Tudo isso é feito com base em um diagnóstico prévio da carteira atual de investimentos do cliente. As orientações também levam em conta o perfil de cada investidor naquele momento.

Mesmo que você seja graduado e já atue no mercado financeiro, a função de analista de investimentos exige a obtenção de um certificado, como o CEA — a certificação de especialista de investimentos emitida pela Anbima.

 

4. Gestor de M&A

O gestor de M&A (Merger and Acquisition) controla os processos inerentes às fusões e aquisições. Para executar bem essa função, é necessário que você tenha pleno domínio sobre os processos de valuation.

Se você tiver um perfil assertivo e estiver habituado a apresentar road shows atrativos para investidores, talvez essa carreira seja uma boa escolha.

Como o trato com investidores estrangeiros é constante, a fluência em outras línguas (pelo menos o inglês) é necessária. Também é recomendável fazer um curso de modelagem e valuation. Quanto ao certificado, considere a certificação CFA como a ideal, ok?

Você conferiu 4 ótimas carreiras no mercado financeiro. Já escolheu qual caminho trilhar? Não se esqueça de se preparar adequadamente para a obtenção dos certificados de especialização. Afinal, eles oferecem uma valiosa credibilidade!

 

Gostou das carreiras sugeridas? Compartilhe agora mesmo essas orientações com seus amigos do Facebook e contatos do Linkedin!

 

Publicado em 14/08/2017

MBA em empreendedorismo no exterior: quais as melhores instituições?

Um MBA em empreendedorismo é o curso ideal para quem pensa em abrir um novo negócio e buscar inovação no mercado de trabalho. Além disso, essa é a direção certa para ficar atualizado em relação a tudo o que acontece em administração e gestão.

Em um MBA, você terá a oportunidade de conhecer outras pessoas, aprimorar seus conhecimentos e aumentar as suas chances de sucesso na carreira.

Stanford, MIT, Universidade de São Diego, Babson College e tantas outras. A verdade é que escolas de negócios e administração estão espalhadas pelo mundo inteiro. Mas, afinal, como saber em qual delas realmente vale a pena investir?

Neste post, selecionamos as melhores opções de instituições no exterior que oferecem MBA em empreendedorismo. Porém, antes de conhecê-las, vamos conferir algumas das vantagens de fazer esse tipo de curso.

Por que fazer um MBA em empreendedorismo?

Seja nos Estados Unidos, no Reino Unido, no Japão ou no Chile, fazer um MBA em empreendedorismo é a maneira mais eficaz de ganhar novos conhecimentos, independentemente da sua formação inicial.

Não é mais segredo que, para garantir o sucesso na carreira e obter mais oportunidades no mercado de trabalho, ou até mesmo para abrir o próprio negócio, fazer um MBA deixa você à frente da concorrência.

Se especializar no exterior é a chance de ter contato real com novas culturas, com idiomas diferentes, com outras maneiras de pensar os negócios, e, principalmente, com pessoas que farão parte de suas conexões com o mundo.

Onde estudar MBA em empreendedorismo fora do Brasil?

Conheça agora algumas das melhores universidades, nos Estados Unidos e no Reino Unido, que podem ser boas opções para você realizar o seu MBA em empreendedorismo.

Babson College

A faculdade mais buscada por visionários e inovadores prepara seus alunos para enfrentarem os desafios do mundo dos negócios. No nordeste americano, em Massachusetts, a Babson se destaca quando o assunto é empreendedorismo, que é o foco do ensino por lá.

Stanford University

A Stanford Graduate School of Business é considerada, pelo ranking de 2017, a melhor universidade de empreendedorismo do mundo. O número de estudantes que abriram o próprio negócio — mais de 30% deles — depois de estudarem em Stanford, é um fator que chama a atenção de quem pretende tentar uma vaga.

MIT-Sloan School

Fazer um MBA em empreendedorismo no Massachusetts Institute of Technology (MIT), também é uma boa escolha para quem quer abrir seu próprio negócio.

O que o deixa em segundo lugar no ranking das melhores é o fato de ter um pouco menos de resultados positivos quanto a financiamentos. Mas, ainda assim, é alto o número de ex-alunos que conseguem dinheiro para abrirem o próprio negócio.

University of San Diego — School of Bussines Administration

Fazendo parte do ranking dos últimos anos, a escola de negócios e administração da Universidade de São Diego é mais uma ótima opção.

Para quem quer estudar em um lugar onde os maiores líderes aprendem, na teoria e na prática, certamente essa é uma possibilidade que não deixa a desejar.

University of Oxford — Saïd Business School

No Reino Unido você encontrará uma escola de negócios que se destaca entre as dez melhores há alguns anos.

Com centros de empreendedorismo e a presença de especialistas londrinos, a universidade de Oxford é destaque quando o assunto é MBA em empreendedorismo.

Quando fazer um curso de MBA no exterior?

Um curso de MBA no exterior vai garantir mais que o sucesso na sua carreira. Pessoas que buscam por esse tipo de especialização se mostram mais propícias à liderança, pois lidam com o que há de mais atual no meio da administração e dos negócios. Estudar em outro país deve ser parte dos planos de quem pensa em crescer e ter bons resultados com seus negócios.

Se você sonha em abrir seu próprio negócio ou quer melhorar as condições da sua carreira, fazer um MBA em empreendedorismo no exterior pode ser a porta para essas conquistas.

Executivos de todo o mundo buscam, nesse tipo de curso, o aprimoramento de suas habilidades e, consequentemente, passam a ganhar melhores salários e destaque entre seus colegas.

Você já pensou em fazer um MBA em empreendedorismo no exterior? Conte para a gente aqui nos comentários!

 

Publicado 23/11/2017

Certificação CFP: entenda como funciona e por que ela é importante

A certificação CFP® (Certified Financial Planner) é fundamental para quem deseja trabalhar como planejador financeiro. Além disso, ela também pode ser útil para profissionais de finanças que lidam com outras áreas de atuação mas desejam expandir suas possibilidades perante o mercado de trabalho.

Levando isso em consideração, surgem algumas questões pertinentes. Como ela funciona? Qual é a importância dela para a sua carreira? Como é o exame necessário para obtê-la? Como se preparar para essa prova? Leia o texto para saber mais!

 

Qual é o conceito e a importância da certificação CFP®?

Em termo resumidos, ela nada mais é do que o principal certificado para quem pretende atuar como planejador financeiro pessoal. Foi criada nos Estados Unidos e trazida para o Brasil pelo antigo Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros (IBCPF), que atualmente é conhecido como Planejar— Associação Brasileira de Planejadores Financeiros.

Mundialmente reconhecida, ela se constitui como um dos documentos mais importantes para aqueles que almejam exercer as atribuições comuns ao planejamento financeiro.

Embora seu nome original em inglês tenha se mantido, assim como ocorre em outros países, ela foi adaptada — sob licença da instituição responsável, a Certified Financial Planner Board of Standards — à realidade brasileira.

 

Quais são os requisitos e as particularidades do exame?

Para tentar a aprovação na prova e assim conquistar o seu CFP®, não basta esperar as inscrições abrirem e fazer uma boa preparação. Alguns requisitos são imprescindíveis. Veja logo abaixo quais são eles:

  • ter no mínimo 3 anos de experiência comprovada com atividades relacionadas a clientes pessoas físicas envolvendo planejamento financeiro, fiscal, sucessório ou de aposentadoria — seguros e investimentos também são válidos;
  • possuir e comprovar um curso superior completo e reconhecido pelo MEC.

De acordo com a Planejar, algumas exceções em relação ao tempo de experiência podem ficar sujeitas à análise.

O exame ainda pode ser modular ou feito de uma só vez. Desta maneira, tem uma duração total de 7 horas e 5 minutos, com um intervalo de 1 hora e 30 minutos, sendo que o seu formato é composto por 140 questões de múltipla escolha com 4 alternativas de respostas.

 

Como se preparar para a prova?

Seguir essa carreira, ser aprovado e obter o certificado requer uma preparação bem-feita, que seja capaz de instruir o candidato sobre todos os módulos que são pedidos no exame. São eles:

  • Planejamento Financeiro e Ética;
  • Gestão de Ativos e Investimentos;
  • Planejamento de Aposentadoria;
  • Gestão de Riscos e Seguros;
  • Planejamento Fiscal;
  • Planejamento Sucessório.

 

Por isso, é recomendável fazer bons cursos preparatórios, sejam eles presenciais, sejam em formato de e-learning. Fazendo-os, você se qualifica e aumenta suas chances de obter um desempenho satisfatório na prova, a fim de conseguir a certificação.

Além de impactar sua presença no mercado, ela também servirá para que você se mantenha profissionalmente atualizado, ficando apto a exercer as funções de um planejador financeiro com excelência.

Sendo assim, a certificação CFP®, apesar de demandar experiência e uma preparação completa, é fortemente indicada para alavancar sua carreira e fazer com que você se torne um profissional mais reconhecido.

 

Se você gostou deste texto ou ficou com alguma dúvida, manifeste-se nos comentários. Nós queremos saber a sua opinião!

 

Publicado em 05/04/2018

Carreira horizontal e vertical: quais as diferenças entre elas?

 

O sucesso pode ser encontrado nas mais diferentes trajetórias profissionais — independentemente de área de atuação, é preciso se atentar à forma como elas são construídas. Por isso, há a necessidade de entender os conceitos de carreira horizontal e vertical.

No entanto, você consegue reconhecer quais são as diferenças entre elas ou qual perfil de profissional se adapta melhor a cada uma? Pensando nisso, elaboramos este post com o intuito de esclarecer as dúvidas mais recorrentes sobre esse tema. Leia o texto até o final para saber mais!

 

Carreira horizontal e vertical: no que consistem?

Carreira horizontal

Planejar-se para trilhar um caminho horizontal na carreira é o mesmo que se interessar por diferentes atribuições cotidianas. Se você trabalha em uma empresa e pretende continuar nela, a horizontalização será notada em suas funções: você mudará de departamento e até mesmo de função com alguma periodicidade.

Aos poucos, a ideia é que você reúna diferentes competências para exercer cargos que, embora sejam afins a partir de uma perspectiva abrangente, têm obrigações distintas na prática. No mercado financeiro, por exemplo, você pode atuar com análise de investimentos, gerenciamento de riscos e assim por diante.

 

Carreira vertical

A verticalização, por sua vez, é análoga a uma escada: é fundamental subir um degrau por vez para se chegar ao topo. Portanto, se você atua como analista financeiro, a ideia é se especializar cada vez mais nessa função e dominar todas as especialidades que ela requer para ser praticada com excelência.

Nesse caso, você deve focar no contínuo gesto de se aprofundar em um mesmo campo de conhecimento, a fim de ser uma referência em determinado assunto e assumir cargos de chefia ou gerência.

 

Quais são os perfis que se adaptam melhor a cada uma?

Em linhas gerais, pode-se dizer que a carreira vertical combina mais com aqueles que têm um interesse específico e pretendem desenvolvê-lo com afinco.

A horizontal, por sua vez, tende a ser melhor aproveitada por pessoas que gostam de desafios constantes e sentem preferência por especializações variadas, que permitam diferentes possibilidades de atuação.

 

Como se preparar para elas?

Horizontal

Se você gosta de variar o que faz no cotidiano de trabalho, precisa encontrar variações no estudo. Na área financeira, por exemplo, invista em cursos técnicos e profissionalizantes, além, é claro, das certificações mais importantes ligadas a esse mercado. A modelagem financeira é um campo que pode abrir muitas portas. Outras dicas são:

 

Vertical

Para incrementar suas chances em uma trajetória vertical, considere investir no CFA ou em um MBA. Pós-graduações, em geral, também são bem-vindas, desde que se relacionem com o restante de sua formação e sejam condizentes com seus objetivos. Dessa forma, programe-se para fazer um mestrado no exterior e tente se especializar o máximo que puder.

Refletir sobre carreira horizontal e vertical é uma maneira de construir o seu futuro. Afinal, elas possuem especificidades que demandam planejamentos bastante distintos entre si. As preparações para cada uma delas também são divergentes e merecem atenção.

 

Se você gostou deste conteúdo, compartilhe-o em suas redes sociais e aproveite para marcar seus colegas de profissão!

 

Publicado em 12/12/2017

Descubra aqui o que faz o profissional de relações com investidores

 

No Brasil, ainda são consideradas poucas as empresas que atuam em um modelo de capital aberto. No entanto, esse cenário está mudando e a perspectiva é de que cada vez mais empresas adotem este sistema. Assim, o profissional de relações com investidores, também chamado de RI, encontra pela frente um campo fértil de possibilidades.

Considerada uma profissão nova, o RI aparece como uma aposta em um mercado financeiro cada vez mais maduro e competitivo. Antes, as informações a respeito das empresas eram repassadas ao público por seus presidentes ou gestores. No entanto, com a crescente demanda, foi necessário estipular um profissional específico para essa função.

Quer saber mais sobre essa profissão, quais são suas competências e se ela é um bom caminho a seguir? Acompanhe este post!

 

O que é um profissional de relações com investidores?

Esse profissional atua como uma ponte entre a empresa e seus potenciais investidores. Ele congrega os esforços dos setores de marketing, financeiro e de comunicação com o intuito de concentrar informações a respeito da saúde da empresa e divulgar o seu potencial de investimento.

Ele atua também repassando ao mercado financeiro as informações sobre a empresa, possibilitando, dessa forma, que ela possa influenciar nos valores determinados para suas ações. Isso pode fazer com que a empresa seja mais valorizada no mercado, transparecendo credibilidade e segurança para receber investimentos.

O caminho inverso também é de responsabilidade do RI, que deve levar para a empresa o feedback do mercado, de forma a traçar estratégias para que se possam resolver eventuais problemas ou demandas.

 

De que forma atua esse profissional?

O profissional de relações com investidores atua dentro de empresas de capital aberto, representando essa empresa perante os investidores e o mercado financeiro e promovendo uma aproximação mais eficaz por meio da troca de informações especializadas.

O RI participa de eventos, realiza reuniões com investidores em potencial e com acionistas, prestando contas. Ele administra informações que vão além dos releases obrigatórios — como o relatório anual —, tornando-se o porta-voz da empresa perante o mercado e também do mercado perante a empresa.

É função dele, em contato com os outros departamentos da empresa, traçar estratégias de comunicação e posicionamento da empresa, avaliando quais informações deverão ir a público.

O RI atua buscando novos investidores e desbravando mercados ainda não explorados pela empresa — diferentes perfis de acionistas ou mesmo regiões nacionais e internacionais. Além disso, trabalha percebendo alterações na saúde financeira da empresa; neste caso, é seu papel investigar e informar os setores responsáveis a respeito dessas mudanças, quando indesejadas.

 

Que características deve ter o RI?

O profissional de relações com investidores possui acesso a informações privilegiadas e que, nem sempre, devem ser informadas ao público. Portanto, este é considerado um cargo de confiança.

Em função disso, o bom RI deve ser discreto e ter bom jogo de cintura. As suas habilidades de comunicação devem ser excepcionais, uma vez que ele passará boa parte do tempo dialogando com executivos ou se expondo em veículos de comunicação. Falar outras línguas é imprescindível.

Deve conhecer profundamente o mercado financeiro e saber identificar oportunidades ou momentos de retração. Principalmente, deve ser o grande especialista sobre a empresa que representa, conhecendo, inclusive, seu histórico financeiro, para que possa elucidar questões a respeito de épocas em que não trabalhava nela.

O trabalho do profissional de Relações com Investidores é fundamental para o real crescimento da empresa de capital aberto. Com uma demanda cada vez maior no mercado, o investimento nesta área de atuação se torna estratégico. Hoje, existem diversos cursos disponíveis para prepará-lo para o mercado financeiro.

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Publicado 29/06/2017