Resoluções que funcionam para quem vive o mercado financeiro

Todo começo de ano tem um roteiro conhecido: a pessoa faz uma lista de promessas, se anima por alguns dias e, quando a rotina volta ao normal, as metas ficam para depois. No mercado financeiro, onde pressão e urgência são constantes, esse “depois” costuma chegar rápido.

O caminho mais honesto é trocar a promessa pela prática. Em vez de metas gigantes e abstratas, funciona melhor construir um sistema simples, com escolhas claras e revisão frequente. A própria psicologia recomenda metas menores, realistas e sustentáveis, em vez de planos grandiosos que dependem de motivação permanente.

Para 2026, a pergunta que vale é menos “o que eu quero” e mais “o que eu vou sustentar”. Abaixo, estão resoluções desenhadas para quem trabalha com finanças e precisa de resultado.


Por que a maioria das resoluções não sai do papel

As resoluções falham, em geral, por motivos bem prosaicos: a meta é vaga, o plano não existe e a pessoa tenta mudar tudo de uma vez. Quando o mês aperta, o que não virou rotina sai da agenda.

A literatura de comportamento tem uma ferramenta clássica para reduzir esse risco, que transforma intenção em ação com um plano objetivo do tipo “se acontecer X, então eu faço Y”. É o que os estudos chamam de implementation intentions, um jeito direto de amarrar decisão e execução sem depender só de força de vontade.


Resolução 1: escolher uma trilha de certificações com base na carreira que você quer ter

Certificação é ferramenta que serve para sinalizar competência, abrir portas e organizar o estudo. O problema é tratar certificação como troféu, porque sem clareza de direção, o profissional acumula siglas mas não ganha posicionamento.

Por que 2026 é estratégico

O mercado tem valorizado cada vez mais repertório técnico combinado com capacidade de aprender rápido e se adaptar. O Future of Jobs Report 2025, do World Economic Forum, reforça a importância de habilidades como pensamento analítico, resiliência e alfabetização tecnológica, além do aumento do foco em requalificação e treinamento contínuo.

Na prática, isso empurra muita gente para trilhas formais de qualificação, e aí entra o ponto central: não existe “a melhor certificação”, existe a certificação que faz sentido para a área que você quer jogar.

Como fazer funcionar

Comece pelo destino e volte um passo. Alguns exemplos de trilhas que ajudam a organizar essa decisão:

  • Gestão de recursos no Brasil: para quem quer atuar com gestão de recursos de terceiros, a trilha mais comum passa pelas certificações CGA e CGE, da ANBIMA. No site oficial, a ANBIMA informa que a CGA pode ser solicitada por equivalência por quem tem CFA® ativo, e que a CGE pode ser solicitada por equivalência por quem tem CAIA® ativo. ANBIMA+1
    Além disso, a própria ANBIMA reúne as regras e reforça que, desde janeiro de 2025, é possível pedir CGA e CGE sem exames por dispensa (experiência) ou por equivalência com CFA® e/ou CAIA®, seguindo os procedimentos indicados. ANBIMA+1

  • Gestão de investimentos com reconhecimento global: o CFA Program®, do CFA Institute, é uma das credenciais internacionais mais conhecidas para quem quer se aprofundar em investimentos, ética e gestão de portfólio. ANBIMA

  • Análise de investimentos e research: o CNPI é apresentado pela APIMEC como certificação para o profissional de investimentos, com enquadramento e exigências ligados à atuação como analista no mercado brasileiro. FK Partners

  • Planejamento financeiro: se o foco é carreira em planejamento, a referência é a certificação CFP®, e no Brasil ela é administrada pela Planejar, que é a entidade responsável por essa certificação no país dentro da rede internacional ligada à marca CFP®. ANBIMA+1

  • Gestão de risco: o FRM®, da GARP, é posicionado como credencial global voltada a financial risk management, para quem trabalha com medição e monitoramento de risco.

  • Investimentos alternativos: o CAIA® Charter, da CAIA Association®, é voltado a profissionais que querem profundidade em investimentos alternativos.

O objetivo aqui é escolher uma linha coerente, porque depois disso o plano fica mais óbvio e menos emocional.


Resolução 2: aprender uma habilidade híbrida por vez e colocar em uso

A expressão “habilidade híbrida” pode parecer moda, mas descreve um movimento real: finanças não é mais só finanças, já que dados, tecnologia e comunicação viraram parte do trabalho.

Relatórios recentes sobre trabalho e treinamento apontam crescimento do foco em IA, dados e requalificação. A conclusão prática é que estudar de forma dispersa não resolve, enquanto a regra que costuma funcionar é uma habilidade por ciclo, com aplicação real: IA aplicada ao trabalho (com critério e governança), análise de dados (Excel avançado, SQL, Python) ou comunicação com números (síntese e clareza).

Sem aplicação, vira consumo de conteúdo; com aplicação, vira diferencial.


Resolução 3: criar um sistema de atualização contínua, sem depender de “tempo livre”

No mercado financeiro, quem para de acompanhar o setor perde repertório rápido. Não se trata apenas de notícia, mas de linguagem, contexto e capacidade de conversar com profundidade.

O World Economic Forum tem insistido na ideia de que habilidades mudam e que aprendizado contínuo tende a ser um componente permanente da carreira. Um sistema de atualização não precisa ser pesado, mas precisa ser constante: um hábito curto diário para contexto, um ritual semanal para conteúdo técnico e uma revisão mensal para consolidar e aplicar.

O que faz diferença é transformar informação em repertório. Registrar aprendizados e compartilhar bons insights no LinkedIn pode ajudar, não como vitrine, mas como forma de fixar conhecimento.


Resolução 4: proteger energia e saúde mental para sustentar performance

A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que depressão e ansiedade geram perdas enormes de produtividade globalmente e reforça que condições de trabalho, como carga excessiva e baixo controle, podem elevar riscos à saúde mental.

Em finanças, isso costuma aparecer como exaustão disfarçada de “rotina normal”, mas o problema é que essa conta chega. Limite não é luxo, mas estratégia: definir horário de corte para o que pode esperar, proteger algum espaço real de recuperação e organizar blocos de trabalho profundo reduzindo interrupções.


Resolução 5: tratar networking como construção, não como evento

Networking não é uma ida ocasional a evento com conversa superficial, mas recorrência, troca e confiança. Quem transforma isso em processo costuma colher resultado: presença consistente em temas da área, conversas curtas e bem feitas, e ajuda antes do pedido.

No mercado financeiro, reputação é ativo que se constrói com tempo.


Resolução 6: colocar suas finanças pessoais em ordem, mesmo trabalhando com dinheiro

Trabalhar com finanças não imuniza ninguém contra desorganização pessoal. Quando a vida financeira está apertada, o profissional perde liberdade para negociar, estudar e escolher oportunidades com calma.

Aqui, o básico bem feito resolve mais do que qualquer “hack”: automatizar uma parte dos investimentos, fazer revisão mensal rápida e reduzir decisões impulsivas com regras simples.


Resolução 7: revisar metas em ciclos curtos, porque o ano muda no meio do caminho

Um plano anual perfeito costuma morrer no primeiro trimestre. O que tende a sobreviver é aquilo que a pessoa revisa e ajusta. A American Psychological Association recomenda metas realistas, pequenas e atingíveis ao longo do tempo, justamente para aumentar a chance de continuidade.

Na prática, a lógica é a mesma de uma boa gestão: você olha o que aconteceu, ajusta e segue.


No fim, 2026 tende a premiar consistência. Quem avança não é quem escreve a lista mais bonita, e sim quem escolhe poucas metas boas, transforma isso em rotina e revisa o plano com regularidade. Se uma das suas prioridades for organizar certificações, acelerar habilidades e crescer no mercado financeiro, a FK Partners pode apoiar esse caminho com formações voltadas para objetivos diferentes, do nível básico ao avançado.

Checklist do profissional financeiro: como se preparar para 2026

Dezembro chegou e, com ele, o momento clássico de retrospectiva; para quem atua no mercado financeiro, porém, olhar para trás é só parte do trabalho, porque a etapa decisiva é transformar o que passou em um plano claro para o que vem pela frente. O fim do ano fecha ciclos e, ao mesmo tempo, abre portas para novas oportunidades, e em um setor em que qualificação faz diferença real, esse planejamento pode orientar escolhas que mudam o ritmo da carreira em 2026.

A seguir, um checklist simples, prático e estratégico para organizar esse processo.

1. Revise suas metas de 2025

Antes de traçar novos objetivos, vale fazer uma análise honesta do ano: o que você conquistou, o que ficou pelo caminho, o que funcionou e o que não funcionou; a intenção aqui não é alimentar frustração, e sim extrair aprendizado, porque essa leitura coloca suas decisões de 2026 em uma rota mais objetiva e coerente.

2. Mapeie novas oportunidades de crescimento

O mercado financeiro muda rápido e novas frentes ganham relevância a cada ciclo, de investimentos sustentáveis e alternativos a criptoativos, gestão de risco e uso de dados no dia a dia. Observe o que está em alta no seu segmento, quais competências aparecem com mais força nas vagas e onde você consegue gerar mais valor; muitas vezes, um ajuste de foco bem escolhido já abre espaço para oportunidades maiores em 2026.

3. Atualize seu planejamento de carreira para 2026

Carreira raramente é uma linha reta, então revisar a rota faz parte do jogo; pode ser o momento de buscar uma promoção, mudar de área, migrar de segmento ou assumir novos desafios, desde que a escolha esteja alinhada com quem você é hoje e com o tipo de mercado que você quer ocupar daqui a um ano.

4. Defina qual certificação será seu próximo passo

No mercado financeiro, certificações são mais do que diferencial e, em muitos casos, são pré-requisito. Certificações como CPA, CFG, CFP®, CFA® abrem portas diferentes, e a escolha mais eficiente é a que conversa com seu momento de carreira e com o próximo objetivo profissional que você quer destravar.

5. Organize sua rotina de estudos antes da volta do ritmo intenso

Certificação exige dedicação e dedicação exige agenda; defina quantas horas por semana você consegue estudar de forma realista, monte um cronograma e trate esse horário como compromisso, porque consistência quase sempre vence o “intensivão” de última hora, além de reduzir o risco de abandonar o plano no primeiro mês do ano.

6. Escolha uma metodologia que aumente suas chances de aprovação

Estudar muito não significa estudar bem, e é aí que método pesa: materiais bem estruturados e professores experientes reduzem ruído, aumentam eficiência e tornam a preparação mais previsível; na prática, isso diminui estresse, melhora retenção e eleva a chance de aprovação.

Há mais de 20 anos, a FK Partners trabalha exatamente nesse ponto, apoiando profissionais que querem se preparar com estratégia, metodologia e foco em resultado; já são mais de 250 mil alunos formados, muitos deles hoje em posições de destaque no mercado financeiro.


Para fechar, fica a pergunta: qual item desse checklist você vai priorizar primeiro para começar 2026 com direção?

O que o Natal pode nos ensinar sobre o mercado financeiro: lições de planejamento, gratidão e renovação para sua carreira

O Natal é uma época mágica, na qual as casas e edifícios se enfeitam e se enchem de luzes, os amigos e familiares se reúnem e a proximidade do fim do ano traz reflexões sobre o passado e, claro, planos para o futuro.

Mas você já parou para pensar que essa celebração pode oferecer lições importantes para suas finanças e sua carreira? A preparação com antecedência para a ceia, a gratidão pelos momentos compartilhados e a renovação para o Ano Novo são valores que podem ser aplicados diretamente às nossas decisões financeiras.

Vamos refletir sobre como o espírito natalino pode inspirar uma gestão mais inteligente do seu dinheiro e do seu futuro profissional.

Planejamento: a base para uma ceia de sucesso e para suas finanças

Para uma boa festa de Natal, o planejamento é essencial: lista de compras, orçamento para presentes e organização da casa para receber os convidados. Sem isso, o caos se instala, com gastos excessivos e desnecessários, estresse, frustração e arrependimentos. No mercado financeiro, é a mesma coisa: planejar significa definir metas claras, como poupar para uma emergência ou investir em uma boa carteira que se alinhe aos seus objetivos de longo prazo.

Essa lição se estende à carreira: quantas vezes você adiou aquele curso ou certificação por falta de tempo? Planejar sua trajetória profissional é como montar a árvore de Natal, requer visão de futuro. O fim do ano, com feriados e recesso, é o momento ideal para revisar seu currículo, analisar tendências do mercado e traçar um plano realista para 2026. Lembre-se: um bom planejamento financeiro e de carreira evita surpresas ruins e multiplica as boas oportunidades.

Gratidão: valorizando o que já temos para construir ainda mais

O Natal nos lembra da importância da gratidão pelo que conquistamos: a união e o amor da família, a saúde, as pequenas vitórias do dia a dia. No contexto financeiro, a gratidão nos ajuda a valorizar o que já temos, evitando impulsos consumistas que podem drenar o orçamento. Em vez de comprar presentes caros por obrigação, foque no que realmente importa, como presentes com significado ou mesmo no seu próprio desenvolvimento.

Na carreira, a gratidão se traduz em reconhecer suas habilidades atuais e usá-las para impulsionar seu crescimento. Seja grato pelo emprego atual, mas use essa energia para buscar promoções ou transições. Alguns estudos mostram que profissionais que investem em aprendizado contínuo têm maior satisfação e renda. Neste Natal, pratique a gratidão refletindo sobre suas conquistas financeiras e profissionais de 2025 e transforme isso em motivação para ir além.

Renovação: o espírito do Ano Novo aplicado às finanças e à carreira

A virada de ano marca o fim de um ciclo e o início de outro, e com ela vêm as promessas de renovação. No mercado financeiro, isso significa revisar investimentos, ajustar portfólios e se preparar para novas tendências, como a ascensão de ativos sustentáveis ou tecnologias emergentes. A renovação não é só sobre zerar dívidas, é sobre reinventar sua abordagem para o dinheiro, talvez diversificando sua renda, talvez fazendo cortes em itens do orçamento que você nem se lembrava que tinha.

Para a carreira, a renovação é sinônimo de novas habilidades e conhecimentos. O mundo muda rápido: IA, sustentabilidade e habilidades digitais estão redefinindo os trabalhos e os empregos. Usar a época do fim do ano para estudar é estratégico porque você aproveita o ritmo mais lento para absorver conhecimento sem pressa. Imagine entrar em janeiro com novas competências, pronto para aplicar em novos projetos. É como ganhar um impulso inicial no ano novo, enquanto muita gente ainda está se recuperando das festas.

O melhor presente de Natal: invista no seu futuro profissional

Pense bem antes de comprar gadgets caros ou fazer viagens apenas por impulso. O melhor presente que você pode se dar neste Natal é investir no seu futuro profissional. Por quê? Porque conhecimento é o ativo mais valioso. Ele rende juros compostos na forma de melhores oportunidades, salários mais altos e estabilidade financeira.

Estudar no fim do ano é especialmente estratégico. Com as festas, a maior parte das pessoas para tudo, mas você pode usar esse tempo livre para se aprimorar, com leituras interessantes ou mesmo cursos para certificações. Em janeiro, quando o mercado acelera, você já estará à frente, mais preparado para promoções, mudanças de emprego ou até mesmo para empreender. Pense nisso como plantar sementes agora para colher frutos o ano todo.

E você? Que tal dar esse passo transformador, aumentar seus conhecimentos sobre investimentos ou aprimorar suas habilidades profissionais? A FK Partners tem opções de cursos para você começar o ano novo com toda força e fazer de 2026 um ano inesquecível na sua carreira e na sua vida. Seu futuro eu vai agradecer.

Um Feliz Natal, cheio de seu verdadeiro espírito de amor, paz e união, e um 2026 cheio de prosperidade!

O que Stranger Things, Game of Thrones e The Last of Us têm em comum? Lições de estratégia em M&A

Quando pensamos em grandes produções do entretenimento como Stranger Things, Game of Thrones e The Last of Us, normalmente focamos em suas narrativas envolventes, produção cinematográfica ou impacto cultural. Mas existe uma camada estratégica por trás dessas séries que poucos percebem: elas representam decisões sofisticadas de alocação de capital e construção de valor corporativo.

Contexto atual: o mercado de streaming está em ebulição. Recentemente, a Warner Bros. Discovery rejeitou uma oferta bilionária da Paramount Global e seguiu apoiando a proposta da Netflix. Esse movimento ilustra como decisões de fusões e aquisições (M&A, do inglês Mergers & Acquisitions) vão muito além de simplesmente aceitar o maior lance financeiro.

Este artigo explora como conceitos fundamentais de M&A se manifestam não apenas em transações corporativas bilionárias, mas também na forma como grandes empresas de mídia constroem seus portfólios de conteúdo. Vamos entender por que uma oferta maior nem sempre vence e como a verdadeira sinergia vai muito além de somar ativos. 

Não é gênero, não é público, não é estética

À primeira vista, Stranger Things, Game of Thrones e The Last of Us parecem completamente diferentes. Uma é ficção científica nostálgica dos anos 80, outra é fantasia medieval épica e a terceira é um drama pós-apocalíptico. Gêneros distintos, públicos diversos, estéticas únicas.

Então, o que elas realmente têm em comum?

Coerência estratégica dentro do mesmo ecossistema.

Cada uma dessas produções reforça uma tese clara dentro da estratégia de sua plataforma:

  • Stranger Things ancora a Netflix (o streaming global) em franquias recorrentes e altamente escaláveis, gerando valor de longo prazo por meio de múltiplas temporadas e produtos derivados.

  • Game of Thrones construiu o posicionamento premium e épico da HBO (canal a cabo da Warner Bros. Discovery, posteriormente integrado ao streaming HBO Max), estabelecendo a marca como sinônimo de produções de alto orçamento e qualidade cinematográfica.

  • The Last of Us demonstrou a capacidade da Warner Bros. Discovery de transformar propriedades intelectuais (IPs) consolidadas em narrativas de alto valor, validando a estratégia de adaptação de games para TV premium.

O ponto crucial é simples: elas não competem entre si. Elas se complementam dentro de seus respectivos ecossistemas estratégicos. 

O caso Yellowstone e a pergunta estratégica

Agora, considere Yellowstone, série original da Paramount Network (canal do conglomerado Paramount Global, que também opera o streaming Paramount+). A série é um sucesso absoluto, com audiência massiva e valor financeiro inegável.

Mas em estratégia corporativa e M&A, a pergunta não é apenas “quanto vale?”, e sim:

Onde esse ativo cria mais valor marginal?

Essa é a essência de muitas decisões de fusões e aquisições. Um ativo pode ter valor intrínseco significativo, mas seu valor real depende de onde ele está posicionado estrategicamente.

O caso real: recentemente, a Warner Bros. Discovery rejeitou uma oferta bilionária da Paramount Global e seguiu apoiando uma proposta da Netflix. Embora valores e estruturas possam variar ao longo do processo, a decisão ilustra dois conceitos fundamentais que todo profissional do mercado financeiro precisa dominar.

1) Oferta hostil: um problema de controle, não apenas de preço

Uma oferta pode ser financeiramente superior e ainda assim ser rejeitada. Por quê?

Porque decisões de M&A vão muito além do preço oferecido. Diversos fatores estruturais influenciam a aceitação ou rejeição de uma proposta:

Risco regulatório: transações envolvendo grandes players do setor podem enfrentar barreiras antitruste e regulatórias que aumentam incerteza e tempo de fechamento.

Estrutura de governança pós-deal: como será a composição do conselho? Quem terá poder de decisão estratégica? Essas questões impactam diretamente a autonomia da empresa.

Perda de autonomia estratégica: mesmo com valorização financeira, a perda de controle pode significar o fim da capacidade de executar a visão original da companhia.

Complexidade de integração: culturas corporativas diferentes, sistemas operacionais incompatíveis e equipes com objetivos divergentes podem tornar a integração extremamente desafiadora.

Preço fecha a negociação. Estratégia sustenta a empresa depois do fechamento.

Em outras palavras, o que acontece após a assinatura do contrato é tão importante quanto o valor pago. Uma transação mal estruturada pode destruir valor rapidamente, mesmo que o preço inicial pareça atrativo.

2) Sinergia não é soma de ativos: é compatibilidade de tese

No fim, decisões de fusões e aquisições são escolhas fundamentais sobre:

Onde alocar capital: em um mundo de recursos limitados, escolher onde investir é escolher qual futuro construir.

Quais riscos aceitar: toda transação traz riscos. A questão é quais riscos são compatíveis com a capacidade e o perfil da empresa.

Qual história a empresa quer contar no longo prazo: M&A não é apenas sobre números. É sobre posicionamento, narrativa de mercado e construção de legado.

Nem sempre a proposta mais alta vence. Vence quem entende o papel estratégico do ativo.

Esse é o diferencial entre profissionais que apenas avaliam preços e aqueles que compreendem criação de valor estratégico.

Voltando ao exemplo das séries:

Nem todo crossover faz sentido. Colocar personagens de universos diferentes juntos pode parecer atrativo, mas frequentemente resulta em algo artificial e desconexo.

Nem toda união agrada o público. A combinação de elementos incompatíveis pode afastar a audiência, em vez de atraí-la.

Nem toda combinação cria valor. Juntar ativos sem coerência estratégica pode diluir marcas e confundir posicionamento.

Em M&A, sinergia mal definida destrói valor, mesmo em deals financeiramente atrativos. A história corporativa está repleta de fusões caras que falharam precisamente por falta de compatibilidade estratégica real.

A essência das decisões de M&A

No fim, decisões de fusões e aquisições são escolhas fundamentais sobre:

Onde alocar capital: em um mundo de recursos limitados, escolher onde investir é escolher qual futuro construir.

Quais riscos aceitar: toda transação traz riscos. A questão é quais riscos são compatíveis com a capacidade e o perfil da empresa.

Qual história a empresa quer contar no longo prazo: M&A não é apenas sobre números. É sobre posicionamento, narrativa de mercado e construção de legado.

Nem sempre a proposta mais alta vence. Vence quem entende o papel estratégico do ativo.

Esse é o diferencial entre profissionais que apenas avaliam preços e aqueles que compreendem criação de valor estratégico.

Conclusão: aprofunde-se na estratégia de M&A

Os conceitos discutidos neste artigo, como sinergia, oferta hostil, governança, valuation e criação de valor em fusões e aquisições, são fundamentais para profissionais que desejam atuar de forma sofisticada no mercado financeiro.

No curso de M&A da FK Partners, esses temas são tratados em profundidade, com foco em decisões reais, não apenas em modelos financeiros. O objetivo é formar profissionais capazes de avaliar transações de forma estratégica e integral, considerando não apenas o preço, mas o valor de longo prazo criado ou destruído em cada decisão.

Se você quer dominar a arte de avaliar, estruturar e executar transações de M&A de forma estratégica, conheça os cursos especializados da FK Partners. Afinal, no mercado financeiro, entender a diferença entre preço e valor é o que separa decisões medianas de decisões extraordinárias.

Você tem CFA® ou CAIA®? Saiba como obter certificações ANBIMA sem fazer prova

Se você já conquistou certificações internacionais como CFA® (Chartered Financial Analyst) ou CAIA® (Chartered Alternative Investment Analyst), existe um caminho estratégico para validar sua expertise no mercado brasileiro: a equivalência para certificações ANBIMA de gestão.

Essa possibilidade pode economizar tempo, energia e investimento, além de acelerar seu posicionamento profissional no Brasil. E o melhor: a FK Partners te ajuda em todo o processo.

Como funciona a equivalência ANBIMA para CFA® e CAIA®

A ANBIMA permite que profissionais certificados internacionalmente obtenham as certificações CGA (Certificação de Gestores ANBIMA) ou CGE (Certificação de Gestores de Estratégias) sem realizar os exames tradicionais.

O que é necessário:

• Possuir CFA® ou CAIA® ativo e válido;

• Concluir o curso de equivalência oferecido pela ANBIMA;

• Solicitar formalmente a equivalência junto à certificadora.

Vantagens desse caminho:

• Não há necessidade de comprovação adicional de experiência profissional;

• Processo de validação mais rápido;

• Reconhecimento internacional aplicado ao contexto brasileiro;

• Forma eficiente de validar sua atuação em gestão no mercado nacional.

Por que essa equivalência faz sentido para sua carreira

O mercado financeiro brasileiro valoriza tanto certificações internacionais quanto nacionais. Ter CFA® ou CAIA® demonstra domínio técnico global, mas as certificações ANBIMA são frequentemente exigidas ou preferenciais para:

• Gestores de fundos de investimento;

• Profissionais de asset management;

• Especialistas em alocação de carteiras;

• Gestores de estratégias complexas.

Combinar certificações internacionais com as nacionais amplia suas oportunidades, fortalece sua credibilidade e posiciona você como um profissional completo.

Entenda as certificações de gestão ANBIMA

CFG – Certificação de Fundamentos em Gestão: nível inicial para profissionais que atuam em suporte à gestão de recursos.

CGA – Certificação de Gestores ANBIMA: voltada a gestores que tomam decisões de investimento em fundos e carteiras.

CGE – Certificação de Gestores de Estratégias: nível mais avançado, destinado a gestores de estratégias complexas e portfólios sofisticados.

Outras formas de obter CGA ou CGE sem exame

Além da equivalência por certificação internacional, existe outra modalidade para quem já atua na área:

Dispensa por experiência profissional

Indicada para profissionais que já trabalham com tomada de decisão em gestão de recursos. É necessário:

• apresentar documentos que comprovem atividades relacionadas à gestão de carteiras;

• demonstrar responsabilidades na tomada de decisão de investimentos;

• comprovar períodos de atuação;

• concluir o curso de equivalência da ANBIMA.

Planeje sua trilha de certificações com inteligência

Essa época do ano é estratégica para planejar seu desenvolvimento profissional. Se você já possui CFA® ou CAIA®, aproveite esse diferencial para:

• ampliar sua atuação no mercado brasileiro;

• atender requisitos regulatórios de forma mais eficiente;

• economizar tempo e recursos em exames adicionais;

• fortalecer sua autoridade como gestor certificado nacional e internacionalmente.

Dica FK Partners: muitos profissionais não conhecem essa possibilidade e acabam refazendo exames desnecessariamente. Avalie sua situação e identifique se você pode encurtar esse caminho.

Pontos importantes sobre validade e renovação

As certificações ANBIMA de gestão não são mais perenes. Todas possuem validade definida e devem ser renovadas periodicamente:

Ciclos de renovação:

Para renovar, é necessário completar o curso de atualização específico da certificação dentro do prazo de validade. Isso garante que você esteja sempre atualizado com as práticas e regulamentações do mercado.

Checklist: Avalie se você pode solicitar equivalência

Use este checklist para identificar se você está elegível:

[ ] Você possui CFA® ou CAIA® ativo e válido?
[ ] Você atua ou pretende atuar com gestão de recursos no Brasil?
[ ] Você conhece as exigências regulatórias da sua área de atuação?
[ ] Você já verificou os prazos e documentos necessários para equivalência?
[ ] Você planejou sua trilha de certificações para os próximos anos?

Perguntas Frequentes sobre Equivalência ANBIMA

Qual é a diferença entre CFG, CGA e CGE?
 A CFG é o nível inicial para suporte à gestão. A CGA é voltada para gestores que tomam decisões de investimento. A CGE é o nível mais avançado, para gestores de estratégias complexas.

Posso solicitar equivalência para CGA se tenho CFA®?
 Sim. Quem possui CFA® ativo pode solicitar equivalência para obter a CGA sem realizar prova, apenas concluindo o curso de equivalência oferecido pela ANBIMA. O mesmo vale para portadores de CAIA®.

Preciso comprovar experiência profissional se tenho CFA® ou CAIA®?
 Não. A equivalência por certificação internacional não exige comprovação adicional de experiência. Apenas o curso de equivalência é necessário.

Como funciona a renovação das certificações ANBIMA?
 As certificações têm validade de 3 ou 5 anos, dependendo da sua atuação. Para renovar, você deve completar o curso de atualização específico dentro do prazo.

A FK Partners pode me ajudar nesse processo?
 Sim. Oferecemos orientação especializada, cursos preparatórios atualizados e suporte para processos de equivalência e dispensa.

A FK Partners te prepara para certificações nacionais e internacionais

Se você está planejando sua trilha de certificações para 2026, conte com quem já formou milhares de profissionais certificados.

Por que escolher a FK Partners:

Cursos preparatórios completos para CFA®, CAIA®, CFG, CGA e CGE;
Conteúdo atualizado com as regras e práticas do mercado;
Suporte especializado para processos de equivalência e dispensa;
Cases reais do mercado financeiro brasileiro;
Aprovação comprovada de mais de 250 mil alunos.

Se você já possui certificações internacionais, podemos ajudá-lo a validar sua expertise no Brasil de forma estratégica. Se ainda está conquistando suas primeiras certificações, oferecemos toda a estrutura para você alcançar seus objetivos com segurança.

Conclusão: Transforme suas certificações em vantagem competitiva

Ter CFA® ou CAIA® já é um diferencial significativo. Complementar com certificações ANBIMA amplia suas possibilidades e fortalece seu posicionamento no mercado brasileiro.

Muitos profissionais desconhecem essas oportunidades de equivalência e acabam investindo tempo e recursos em caminhos mais longos. Planeje com inteligência, aproveite seus diferenciais e conte com quem pode te orientar em cada etapa.

 

Não deixe para depois. Avalie sua situação, identifique as melhores oportunidades e comece 2026 com sua trilha profissional definida.

Banco Master: Entenda o caso e como se proteger

Nos últimos dias, o nome “Banco Master” voltou aos holofotes por um motivo preocupante: o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do banco no último dia 18 de novembro de 2025.

O que aconteceu?

O Banco Central identificou indícios graves de irregularidades na gestão e na contabilidade da instituição, entre eles:

• Concessão de operações de crédito sem a devida análise ou garantias adequadas
• Possíveis fraudes contábeis e manipulação de balanços
• Descumprimento reiterado de normas prudenciais

Quem pode ser prejudicado?

1. Investidores que adquiriram títulos com cobertura do FGC

Como CDBs, LCIs etc. diretamente no banco ou em corretoras que os distribuíam.
Neste caso:
• Até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ estão garantidos pelo FGC
• Valores acima de R$ 250 mil podem ser perdidos

2. Investidores que adquiriram títulos não cobertos pelo FGC

Como Letras Financeiras (LF) diretamente no banco ou em corretoras que os distribuíam.
Neste caso: como não há cobertura pelo FGC, a perda total é praticamente certa

3. Investidores de fundos de investimento ou fundos de previdência

Incluindo fundos de pensão estatais, que adquiriram títulos do banco: essa parte do patrimônio do fundo tende a desaparecer, o que se mostrará como um rendimento negativo (ou menos positivo) para o fundo

Por que isso aconteceu?

Alguns bancos médios no Brasil cresceram muito nos últimos anos oferecendo juros mais altos em títulos, especialmente CDBs com 120%, 130% do CDI ou mais. Para pagar esses juros elevados, eles precisam emprestar o dinheiro a taxas ainda maiores e/ou correr mais risco. Quando a estratégia dá errado (inadimplência alta, má gestão ou fraudes), o castelo de cartas desaba rápido.

O Banco Master aparentemente seguiu esse modelo de crescimento agressivo, captando bilhões em CDBs e letras financeiras com remunerações muito acima da média do mercado, o que atraiu milhares de investidores em busca de rentabilidade maior. O resultado é esse que conhecemos.

Como evitar cair em situações parecidas no futuro?

Aqui vão 4 dicas práticas e objetivas:

1. Respeite o limite do FGC

Nunca concentre mais de R$ 250 mil em títulos de dívida de um único banco ou conglomerado financeiro de menor porte (pequeno ou médio), mesmo que pague um retorno maior do que o mercado. O FGC é o seu seguro, use-o com inteligência. Se o título não contar com FGC, redobre os cuidados.

2. Desconfie de rentabilidades muito acima da média

Se está “bom demais” por tempo prolongado, geralmente tem um risco que não está claro.

3. Pesquise antes de investir

Tenha uma carteira diversificada que esteja de acordo com o seu perfil de risco.

4. Conte com profissionais certificados

Busque profissionais certificados e de confiança para as indicações de produtos de investimento.

Conclusão

O caso do Banco Master é mais um lembrete de que rentabilidade maior quase sempre vem acompanhada de risco maior.

Se você tem investimentos em CDBs do banco, baixe o app do FGC e siga as instruções.

O mais importante é aprender a lição: olhar os retornos sem avaliar os riscos pode ser muito perigoso. Pense nisso antes de montar sua carteira de investimentos.

Se tiver alguma dúvida, deixe nos comentários que a gente responde.

Qual Certificação Financeira Você Realmente Precisa para Crescer na Carreira?

Você está perdido no labirinto das certificações financeiras? Não sabe se precisa de CPA, C-Pro, CFP®, ou se deveria mirar direto no CFA®?

Milhares de profissionais começam no mercado financeiro sem entender qual caminho seguir. O resultado? Perdem tempo, dinheiro e oportunidades valiosas de carreira.

A boa notícia? Você está prestes a descobrir exatamente qual certificação precisa para o seu momento profissional atual, além de entender qual será o próximo passo estratégico.

O Que São as Certificações da ANBIMA?

A ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) é o autorregulador do mercado financeiro brasileiro. Ela reúne centenas de instituições, como bancos, gestoras e corretoras, com um objetivo claro: elevar o padrão dos profissionais do setor.

As certificações ANBIMA não são “um diferencial”. Elas são obrigatórias para você trabalhar legalmente em diversos cargos. Tanto o Banco Central quanto a CVM reconhecem e exigem essas certificações.

Certificações para Trabalhar em Bancos

Se você trabalha ou quer trabalhar na área comercial de bancos, precisará de uma das três certificações de distribuição da ANBIMA: CPA, C-Pro R ou C-Pro I.

A nova trilha de certificações possui um modelo em Y, com uma base comum e dois caminhos distintos de especialização.

CPA: O Primeiro Degrau

Quem precisa: profissionais que estão iniciando na área comercial e precisam da base técnica geral do mercado financeiro.

O Certificado Profissional ANBIMA (CPA) é a porta de entrada para agências bancárias convencionais. Se você é assistente comercial, está começando no relacionamento com clientes ou quer construir uma base sólida, essa é sua certificação obrigatória.

A CPA concentra a formação técnica essencial para entender produtos financeiros, regulação e ética profissional.

 

C-Pro R: Para Relacionamento com Clientes

Quem precisa: profissionais que atuam diretamente no atendimento e relacionamento comercial com clientes.

O Certificado Profissional ANBIMA de Relacionamento (C-Pro R) aprofunda os conhecimentos sobre como alinhar os produtos de investimento ao perfil e necessidades do cliente e qualifica você para atender clientes com portfólios mais robustos.

Esta certificação é focada na atuação comercial e no relacionamento qualificado, preparando você para orientar clientes em suas decisões de investimento.

 

C-Pro I: Certificado Profissional de Investimento 

Voltada a profissionais de perfil técnico, essa certificação prepara o especialista em produtos de investimento para atuação estratégica, como:  

• elaboração de carteiras recomendadas; 

• apoio a gerentes de relacionamento; 

• assessoria sobre classes específicas de ativos. 

A C-Pro I exige conhecimentos aprofundados e domínio técnico, sendo ideal para quem deseja se posicionar como referência em investimentos. 

Certificações para Gestão de Recursos

Se seu objetivo é gerir dinheiro, incluindo fundos de investimento e carteiras administradas, você precisa de outro conjunto de certificações.

CFG: O Portão de Entrada

O CFG (Certificação de Fundamentos da Gestão) é o pré-requisito absoluto. Ela sozinha não te habilita a atuar como gestor, mas sem ela você não consegue tirar as outras. A estrutura funciona em Y: primeiro o CFG, depois você escolhe entre CGA, CGE ou ambas.

 

CGA: Gestão de Fundos Tradicionais

Quem precisa: gestores de fundos de renda fixa, ações, multimercado e cambial.

Com o CGA, você está habilitado a tomar decisões de investimento nos fundos mais tradicionais do mercado.

 

CGE: Gestão de Fundos Estruturados

Quem precisa: gestores de fundos alternativos e estruturados.

O CGE é para quem trabalha com investimentos menos tradicionais: FIDC, fundos imobiliários (FII), fundos de investimento em participações (FIP), Fiagro e Fundos de Índice.

 

Dica: se você quer trabalhar em gestora de grande porte, considere tirar ambas (CGA + CGE) para máxima flexibilidade.

Com essas certificações obtidas você pode requerer seu registro na CVM para atuar profissionalmente com gestão de recursos de terceiros, o que é obrigatório.

Como se Tornar Assessor de Investimentos

Quer trabalhar em assessoria de investimentos, em escritórios independentes conectados às corretoras? O caminho é diferente.

Certificação ANCORD

Quem emite: ANCORD (Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras)

Para atuar legalmente como assessor de investimentos:

1. Faça o exame da ANCORD;

2. Junte a documentação necessária;

3. Solicite registro na CVM.

Depois de aprovado, você pode trabalhar em escritórios vinculados a corretoras, orientando clientes sobre os produtos para suas carteiras de investimento.

Certificações que Te Diferenciam no Mercado

Ter a certificação obrigatória é o básico, mas em um mercado cada vez mais profissionalizado, o básico não é suficiente.

CFP®: O Passaporte para Private Banking

O CFP® (Certified Financial Planner) é a certificação internacional mais reconhecida para planejamento financeiro.

Por que importa:

• Visão holística: vai além dos investimentos — orçamento, seguros, previdência, sucessão patrimonial e planejamento tributário.

• Obrigatório no Private: a ANBIMA exige que no mínimo 75% dos profissionais de private banking tenham CFP® (na prática, chega a 100%).

• Diferenciação: te coloca como consultor estratégico, não apenas vendedor de produtos.

CNPI: Para Analistas de Investimentos

Se você ama análises profundas, valuation e relatórios técnicos, o CNPI é obrigatório para dois registros na CVM:

1. Analista de Valores Mobiliários: produz relatórios com recomendações.

2. Consultor de Valores Mobiliários: orienta clientes na análise de carteiras.

Alternativa: C-Pro I e CFP® também servem como comprovação técnica para registro de consultor na CVM.

Certificações Internacionais: Jogando na Liga dos Grandes

CFA®: O Topo da Pirâmide

O CFA® (Chartered Financial Analyst) é reconhecido globalmente como o topo para profissionais de investimentos.

Estrutura: 3 níveis | Duração: 2,5 a 4 anos | Idioma: Inglês

O que você ganha:

• Reconhecimento global absoluto;

• Dispensa do exame de CGA pela ANBIMA;

• Networking com mais de 190 mil profissionais certificados.

Seja realista: O CFA® é extremamente difícil. Não é para iniciantes, portanto, construa sua base primeiro.

 

CAIA®: Especialização em Alternativos

CAIA® (Chartered Alternative Investment Analyst) é voltada para investimentos alternativos: private equity, venture capital, hedge funds, real estate e commodities.

Vantagens:

• Mercado em crescimento exponencial;

• Dispensa do CFG pela ANBIMA;

• Pouquíssimos profissionais no Brasil têm CAIA®.

 

FRM®: Especialista em Riscos

FRM® (Financial Risk Manager) é focado em gestão de riscos financeiros.

Para quem: analistas de risco em bancos/gestoras, profissionais de compliance, gestores que trabalham com derivativos.

Diferencial: profissionais raríssimos no Brasil, extremamente valorizados.

Qual Caminho Seguir?

O Erro Que Pode Destruir Sua Carreira

Há dois erros opostos:

Erro #1: Acomodação

“Já tenho o básico, vou ficar por aqui.”

Enquanto você para na CPA, seus colegas fazem C-Pro R, C-Pro I, CFP®. Em dois anos, quem será promovido?

Erro #2: Aceleração Irreal

“Acabei de tirar minha CPA, agora vou fazer o CFA®!”

Sem base adequada, a frustração é devastadora. Resultado: desistência.

A Solução: Progressão Estratégica

Pense na carreira como uma escada. Suba degrau por degrau.

CPA → CFA® (pulo grande demais)
CPA → C-Pro R → C-Pro I → CFP® → CFA® (progressão natural)

Seu Próximo Passo Começa Agora

Você sabe qual certificação é obrigatória para cada cargo, qual caminho seguir e como evitar os erros mais comuns.

A pergunta que fica é: qual vai ser seu primeiro passo?

O mercado financeiro não espera. Enquanto você adia, seus concorrentes estão estudando, se certificando e conquistando as oportunidades que poderiam ser suas.

Na FK Partners, temos os conteúdos mais atualizados, a melhor equipe de professores que trabalham ativamente no mercado e uma comunidade para networking de verdade.

Não deixe para depois. Dê seu próximo passo profissional agora mesmo.

Ficou com dúvidas sobre qual certificação é ideal para você?

Converse agora com um especialista.

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Educação financeira na Black Friday: o investimento que realmente traz retorno

A Black Friday chegou e, com ela, milhões de ofertas tentadoras. Mas, em 2025, o comportamento do consumidor mudou: menos impulso, mais estratégia. Quando o assunto é educação financeira, esse novo perfil faz toda a diferença.

De acordo com um estudo da Conversion, 73,5% dos brasileiros planejaram seus gastos com antecedência e 54,6% pretendem usar Inteligência Artificial para comparar preços nesta Black Friday. Isso mostra um consumidor mais racional, que entende que o verdadeiro desconto é aquele que traz retorno.

O novo consumo inteligente: menos gasto, mais retorno

Comprar um curso não é uma despesa, é um investimento.

Enquanto produtos perdem valor com o tempo, o conhecimento só se multiplica.

Na FK Partners, há mais de 20 anos ajudando profissionais do mercado financeiro, o aprendizado vem acompanhado de retorno concreto:

• Mais de 200 mil alunos formados;

• Nota 4,5 no Google, acima da média nacional; e

• Milhares de profissionais que hoje atuam com certificações reconhecidas globalmente.

Essa é a diferença entre aproveitar um desconto e aproveitar uma oportunidade.

Por que a educação financeira é o melhor investimento da Black Friday

A educação financeira vai muito além de aprender sobre finanças, é sobre tomar decisões melhores.

Decisões que impactam sua carreira, sua renda e sua independência.

Ao aproveitar a Black Friday para investir em certificações e cursos de finanças, você está garantindo o retorno mais seguro possível: o do conhecimento.

Black das Blacks FK Partners: até 80% OFF para investir em você

Em 2025, a Black das Blacks FK Partners chega com algo diferente: descontos reais de até 80% em cursos e formações que transformam conhecimento em resultado.

São programas voltados para quem quer:

• avançar na carreira financeira;

• conquistar certificações internacionais;

• desenvolver visão estratégica e técnica de investimentos.

Além dos descontos, a FK Partners oferece pagamento facilitado via PIX, acesso rápido e suporte dedicado, tudo pensado para quem quer crescer com propósito.

Conclusão: o melhor desconto é o que gera resultado

A Black Friday passa. O conhecimento fica.

Em um mercado cada vez mais competitivo, educação é o investimento que mais rende, e a FK Partners é referência em entregar resultados reais.

Aproveite a Black das Blacks FK Partners e transforme seu aprendizado no melhor investimento do seu futuro.


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COP30, finanças verdes e certificações: o guia para alavancar sua carreira em sustentabilidade

O Brasil está no centro das atenções globais com a realização da COP30, em Belém (PA), um marco nas discussões sobre sustentabilidade e transição climática.

O evento redefine o papel das finanças verdes no mundo e abre novas oportunidades para profissionais do mercado financeiro que desejam alinhar carreira e propósito.

Sustentabilidade deixou de ser um diferencial e passou a ser uma competência estratégica e entender como ela se conecta às certificações financeiras pode ser o que vai diferenciar você nos próximos anos.

O cenário global e os números que importam

Segundo o relatório Climate Policy Initiative, o financiamento climático global atingiu US$ 1,9 trilhão em 2023, e há indicação de que ultrapassou US$ 2 trilhões em 2024. Entre 2021 e 2023, os investimentos cresceram em média 26% ao ano, frente a apenas 8% entre 2018 e 2020.

No universo dos investimentos ESG (ambientais, sociais e de governança), os ativos sob gestão já ultrapassaram US$ 41 trilhões em 2022, com estimativa de superar US$ 50 trilhões até 2025.

Esses números dizem algo muito claro: a transição para modelos de negócio e investimentos alinhados à sustentabilidade não é “uma moda”, é um movimento estrutural que gera oportunidades e exige preparo.

Por que a COP30 altera o “jogo” do mercado financeiro

A COP30 vai além de meros compromissos políticos — ela será o palco de decisões que moldarão a estrutura regulatória, os fluxos de capital e os produtos financeiros voltados à sustentabilidade. Por exemplo:

• Países negociam a meta de financiamento climático para além dos US$ 1 trilhão anuais para países em desenvolvimento.

• Vão surgir exigências mais rígidas de divulgação de riscos climáticos, mensuração de impacto ESG e integração dessas variáveis ao core das decisões de investimento.

• Isso significa que instituições financeiras, fundos, bancos e gestores terão de se adaptar — e quem estiver preparado já sai na frente.

De “saberes técnicos” para “habilidades estratégicas”

Então, o que isso significa para você que atua (ou deseja atuar) no mercado financeiro?
A palavra-chave “sustentabilidade” aqui serve como fio condutor: quem domina esse tema se posiciona como especialista em uma demanda em crescimento acelerado.

Profissões e certificações reconhecidas no mercado, como CFA, CFP® e CGA, começam a incorporar cada vez mais competências ligadas à sustentabilidade, responsabilidade social, análise de risco climático e produtos financeiros verdes. E para ir além, é necessário:

• Compreender os indicadores e métricas ESG, como pegada de carbono, adaptação a eventos climáticos, transição energética.

• Saber interpretar relatórios, regulamentos e normativos que nascem ou vão nascer em função da COP30.

• Integrar essa visão ao atendimento ao cliente, ao planejamento financeiro e à estruturação de portfólios.

Como usar esse contexto para se destacar

Aqui vão estratégias concretas para que a COP30 e o tema da sustentabilidade funcionem a seu favor: 

a) Antecipe o tema: mostre-se conhecedor: cite que o financiamento climático global está em aceleração recorde, que o tema ESG já não é nicho. Isso transmite autoridade.
b) Escolha certificações com visão ampliada: não basta saber finanças tradicionais. A certificação que você busca deve estar alinhada com produtos de impacto, fundos verdes e análise de risco ESG.
c) Construa-se como “consultor sustentável”: no atendimento ao cliente pessoa física ou pessoa de alta renda, você pode entrar com vantagem se perguntar: “Como esse portfólio se comporta frente à transição para net zero? Como está exposto a riscos físicos e de transição climática?”. Isso diferencia você.
 d) Use a COP30 como narrativa de marketing pessoal: você pode posicionar-se como “profissional preparado para o novo paradigma pós-COP30”. Esse storytelling conecta conhecimento e demanda de mercado.

O impacto prático no seu dia a dia profissional

Vamos tomar dois exemplos práticos:

• Você que vai se certificar em CFP® e trabalha com planejamento financeiro: imagine que seu cliente é dono de empresa ou investidor que quer alocar parte do portfólio em “finanças verdes” ou “títulos de impacto”. Se você domina a métrica ESG, entende os riscos climáticos, consegue estruturar e explicar essas opções — você entrega um valor maior do que o “planejador tradicional”.

• Você que se prepara para CGA e trabalha em banco ou corretora: os produtos institucionais começam a exigir relatórios e justificativas de sustentabilidade. Se você conhece o tema, consegue estar no front de lançamento desses produtos — e isso pode impactar sua visibilidade interna e oportunidades de carreira.

Checklist rápido para colocar em prática agora

• Estude relatórios recentes de finanças climáticas (“global climate finance 2025”).

• Atualize-se sobre os “assets sob gestão ESG” e o crescimento estimado.

• Verifique o edital ou programa da sua certificação escolhida: onde “sustentabilidade”, “ESG” e “finanças verdes” aparecem?

• Prepare-se para usar no seu currículo, LinkedIn e entrevistas a frase: “Capaz de integrar critérios de sustentabilidade ao planejamento e gestão financeira”.

• Pense em um miniprojeto ou simulado de atendimento com foco em sustentabilidade — isso diferencia você.

Quer se antecipar e construir uma carreira financeira preparada para a economia sustentável?
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Conclusão

A COP30 é um convite à ação — não apenas para governos e empresas, mas também para profissionais que querem fazer parte da transformação.
Este é o momento ideal para fortalecer seu conhecimento, atualizar suas competências e mostrar que você entende o rumo que o mercado está tomando.

Na FK Partners, você encontra cursos de certificação que conectam técnica e propósito, ajudando você a construir uma carreira sólida e relevante nesse novo cenário.

Explore as oportunidades, prepare-se e esteja pronto para conduzir o futuro das finanças com consciência e impacto.

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