5 aplicativos para investidores e para quem atua no mercado financeiro

O mundo está se tornando mais tecnológico a cada dia que se passa. Anos atrás, quem desejasse investir na Bolsa de Valores precisava se deslocar até Wall Street, a BOVESPA ou ir ao local onde funcionava a bolsa de seu país para realizar as transações.

Aquelas cenas famosas de pessoas negociando ações em 3 ou 4 telefones, ao mesmo tempo, é coisa do passado — ou dos filmes. Hoje, é possível realizar todo tipo de movimentação financeira pela internet e por meio da utilização de aplicativos.

É possível dizer que os smartphones vieram para ajudar a vida dos profissionais do mercado financeiro e, também, de quem deseja investir o seu próprio dinheiro. Por isso, neste texto, listamos 5 aplicativos para investidores e para quem atua no mercado financeiro. Confira!

 

 

1. HP 12C

Uma calculadora simples não é suficiente para o volume e a complexidade de contas que um investidor precisa fazer. Muitas pessoas optam por utilizar o Excel, mas a opção mais prática e comum é a HP 12C.

O aplicativo tem as mesmas funções que a calculadora real, mas apresenta um preço inferior. O aparelho custa algumas centenas de reais, enquanto a aquisição do aplicativo custa apenas R$25,00.

A grande vantagem do uso do app, além do custo de aquisição, é poder realizar os cálculos financeiros na palma de sua mão, sempre que for necessário.

 

2. Bolsa de Valores App

O Bolsa de Valores App é um dos melhores aplicativos para investidores. O app tem como função mostrar informações atualizadas sobre o dia a dia da B3 (novo nome da BMF&BOVESPA). As informações encontradas vão desde notícias até o preço de ações, cotações e alguns índices.

É possível, ainda, criar um widget no formato de um quadro, com as cotações brasileiras que você desejar.

 

3. Moni

O  Moni é um aplicativo que permite ao usuário o controle seus gastos e do saldo financeiro em sua conta. O grande diferencial desse app é que é possível cadastrar quantas contas você quiser e, ainda, controlá-las individualmente.

Esse aplicativo é completamente intuitivo, sendo extremamente fácil de usar e cadastrar as despesas. Além disso, o app tem um bom design e é gratuito. Vale a pena conhecer e testar!

 

4. Bloomberg

O Bloomberg é perfeito para você acompanhar o mercado financeiro de perto. O app oferece informações de quase todos os ativos negociados no mundo inteiro. É possível verificar as ações negociadas na B3, a compra de moedas, commodities e, inclusive, as taxas de juros.

Assim como outras opções, o Bloomberg permite que o usuário fique por dentro das principais notícias que estão impactando os mercados. O seu diferencial é permitir a visualização das informações de companhias negociadas e a possibilidade de cadastrar um portfólio.

 

5. Órama

A Órama é um aplicativo que oferece alguns fundos que, antes, eram exclusivos dos grandes investidores. O investimento inicial deveria ser superior a R$300.000,00, mas a plataforma conseguiu reduzir o valor mínimo para R$1.000,00.

Além disso, é possível acompanhar e analisar os gráficos de rentabilidade. Mesmo que você não deseje se tornar um investidor dos fundos oferecidos pela Órama, é válido ter esse aplicativo. É possível realizar a comparação dos fundos de investimento da Órama com as opções fornecidas pelo gerente de seu banco, por exemplo.

Não pense que os aplicativos para investidores são as únicas maneiras que você tem para obter o sucesso em seus investimentos. É preciso buscar novos conhecimentos por meio de cursos e treinamentos. Já existem até empresas especializadas em preparar pessoas que buscam certificações para o mercado financeiro. Vale a pena conhecer!

E aí, gostou do nosso artigo? O que achou dos aplicativos para investidores? Então, compartilhe nas suas redes sociais e ajude outras pessoas a conhecerem um pouco mais sobre o mercado financeiro!

 

Publicado em 30/06/2017

Gerenciamento de risco financeiro: como atua o profissional da área?

 

O mercado financeiro é um setor que se mantém aquecido no decorrer dos anos. Novos conceitos e especializações surgem, permitindo um aprimoramento ainda mais detalhado aos profissionais da área.

O gerenciamento de risco financeiro é uma dessas atividades que vêm ganhando cada vez mais espaço. Embora o nome da função seja autoexplicativo, a especialidade requer um conjunto complexo de habilidades e conhecimentos.

Continue lendo o artigo para conhecê-los mais a fundo e entender a atuação desse tipo de especialista.

 

 

Avaliando os riscos com precisão

 

Quando se pensa em “gerenciamento”, logo vem a ideia de “análise” e “planejamento“. Afinal, quem é responsável por gerenciar algo está em constante contato com a organização das metas e a necessidade de analisar os processos, a fim de otimizá-los para se chegar aos melhores resultados.

Pois é exatamente assim que um gestor de risco financeiro trabalha: acompanhando atentamente o mercado para saber como lidar com determinados setores de investimento. Munindo-se de boas ferramentas, ele pode fazer cálculos e previsões precisas sobre o risco de uma determinada ação.

Ter alguém que cuida do gerenciamento de risco financeiro por perto é uma necessidade, principalmente em momentos econômicos de recessão e alta imprevisibilidade.

Colaborando na estratégia utilizada

 

Um risco pode ter diversas naturezas: operacional, de crédito, de mercado e também de liquidez. Uma empresa ou corretora também pode atuar em setores específicos, lidando mais com um ou outro fator de modelagem financeira.

Nesse sentido, a colaboração de alguém que gerencia os riscos é imprescindível, já que ele é uma peça que faz essa engrenagem funcionar devidamente. Entre tantas outras funções, pode-se destacar:

  • a estruturação de medidas de retorno pensando no risco previsto;
  • melhor planejamento nas operações de trading;
  • integração da gestão de risco aos outros ambientes: estratégico, negócios, tecnológico etc;
  • o desenvolvimento de relatórios, políticas e procedimentos perante cada tipo de risco;
  • capacidade de definir o “apetite” de retorno versus as possibilidades em torno do risco;
  • gestão e otimização do capital de forma geral.

 

Exercendo suas responsabilidades e conhecimentos

 

Um profissional devidamente atualizado está apto a gerir qualquer instituição, financeira ou não, e ser responsável por suas finanças. Além disso, ele também cuidará das tomadas de decisão frente ao mercado no qual está a atuação de sua empresa. Cabe a ele, inclusive, a procura por outros mercados promissores, se for o caso.

Por isso, surge a necessidade de obter uma certificação de FRM (Financial Risk Manager). Ela qualifica o profissional e fornece uma real capacitação para quem deseja se especializar na área. Além disso, fornece todo subsídio técnico para exercer as grandes responsabilidades inerentes ao cargo.

Correndo menos riscos, uma organização se aproxima de uma melhor rentabilidade perante os investimentos. A longo prazo, isso significa uma margem de lucro progressiva.

Quem lida com o controle daquilo que se investe também se responsabiliza por monitorar analiticamente os investimentos e implementar melhorias na conduta da empresa em termos financeiros.

Sendo assim, é possível notar a crescente importância do gerenciamento de risco financeiro em diversos segmentos.

Ficou interessado pelo tema? Gostaria de saber mais informações? Então entre em contato conosco! Será um prazer ajudá-lo!

 

Publicado 13/09/2017

4 carreiras de sucesso no mercado financeiro

O mercado financeiro costuma proporcionar uma variedade de carreiras promissoras. Em meio a uma conjuntura econômica marcada pela insegurança financeira, algumas carreiras no mercado financeiro ganham ainda mais evidência.

Dentre essas profissões, podemos considerar 4 cargos de destaque: gestor de compliance, trader, analista de investimentos, e gestor de M&A. Quer conhecer os detalhes de cada uma dessas carreiras? Continue a leitura e descubra qual é a melhor especialização para o seu perfil!

 

 

1. Gestor de compliance

O gestor de compliance é o responsável por fazer com que a empresa siga as normas vigentes e implantadas pelos órgãos reguladores. Um dos objetivos é diminuir o risco de fraudes.

Para tanto, você deve efetuar um amplo diagnóstico, a fim de identificar possíveis falhas nos processos adotados pela empresa em questão. Em seguida, é necessário aprimorar a execução desses processos por meio da adoção de novas políticas.

Essas novas políticas tendem a gerar mais burocracia. O grande desafio é fazer com que os processos fiquem mais transparentes, mas sem comprometer muito a flexibilidade da empresa.

A gestão de compliance exige um conhecimento detalhado do mercado financeiro e do nicho de atuação no qual a empresa estiver inserida.

 

2. Trader

O papel do trader consiste em garimpar o mercado à procura das melhores oportunidades de aplicação financeira no decorrer daquele dia.

As operações do trader são realizadas com os recursos financeiros de um único investidor ou de um grupo de investidores (que formam os fundos de investimentos). O profissional também pode trabalhar com o dinheiro de bancos, por exemplo.

Para se tornar um trader, você deve estar disposto a mergulhar na volatilidade diária do mercado financeiro.

 

3. Analista de investimentos

Como a própria expressão sugere, o analista de investimentos é aquele profissional encarregado de analisar o mercado e indicar as melhores oportunidades de aplicação financeira.

Tudo isso é feito com base em um diagnóstico prévio da carteira atual de investimentos do cliente. As orientações também levam em conta o perfil de cada investidor naquele momento.

Mesmo que você seja graduado e já atue no mercado financeiro, a função de analista de investimentos exige a obtenção de um certificado, como o CEA — a certificação de especialista de investimentos emitida pela Anbima.

 

4. Gestor de M&A

O gestor de M&A (Merger and Acquisition) controla os processos inerentes às fusões e aquisições. Para executar bem essa função, é necessário que você tenha pleno domínio sobre os processos de valuation.

Se você tiver um perfil assertivo e estiver habituado a apresentar road shows atrativos para investidores, talvez essa carreira seja uma boa escolha.

Como o trato com investidores estrangeiros é constante, a fluência em outras línguas (pelo menos o inglês) é necessária. Também é recomendável fazer um curso de modelagem e valuation. Quanto ao certificado, considere a certificação CFA como a ideal, ok?

Você conferiu 4 ótimas carreiras no mercado financeiro. Já escolheu qual caminho trilhar? Não se esqueça de se preparar adequadamente para a obtenção dos certificados de especialização. Afinal, eles oferecem uma valiosa credibilidade!

 

Gostou das carreiras sugeridas? Compartilhe agora mesmo essas orientações com seus amigos do Facebook e contatos do Linkedin!

 

Publicado em 14/08/2017

MBA em empreendedorismo no exterior: quais as melhores instituições?

Um MBA em empreendedorismo é o curso ideal para quem pensa em abrir um novo negócio e buscar inovação no mercado de trabalho. Além disso, essa é a direção certa para ficar atualizado em relação a tudo o que acontece em administração e gestão.

Em um MBA, você terá a oportunidade de conhecer outras pessoas, aprimorar seus conhecimentos e aumentar as suas chances de sucesso na carreira.

Stanford, MIT, Universidade de São Diego, Babson College e tantas outras. A verdade é que escolas de negócios e administração estão espalhadas pelo mundo inteiro. Mas, afinal, como saber em qual delas realmente vale a pena investir?

Neste post, selecionamos as melhores opções de instituições no exterior que oferecem MBA em empreendedorismo. Porém, antes de conhecê-las, vamos conferir algumas das vantagens de fazer esse tipo de curso.

Por que fazer um MBA em empreendedorismo?

Seja nos Estados Unidos, no Reino Unido, no Japão ou no Chile, fazer um MBA em empreendedorismo é a maneira mais eficaz de ganhar novos conhecimentos, independentemente da sua formação inicial.

Não é mais segredo que, para garantir o sucesso na carreira e obter mais oportunidades no mercado de trabalho, ou até mesmo para abrir o próprio negócio, fazer um MBA deixa você à frente da concorrência.

Se especializar no exterior é a chance de ter contato real com novas culturas, com idiomas diferentes, com outras maneiras de pensar os negócios, e, principalmente, com pessoas que farão parte de suas conexões com o mundo.

Onde estudar MBA em empreendedorismo fora do Brasil?

Conheça agora algumas das melhores universidades, nos Estados Unidos e no Reino Unido, que podem ser boas opções para você realizar o seu MBA em empreendedorismo.

Babson College

A faculdade mais buscada por visionários e inovadores prepara seus alunos para enfrentarem os desafios do mundo dos negócios. No nordeste americano, em Massachusetts, a Babson se destaca quando o assunto é empreendedorismo, que é o foco do ensino por lá.

Stanford University

A Stanford Graduate School of Business é considerada, pelo ranking de 2017, a melhor universidade de empreendedorismo do mundo. O número de estudantes que abriram o próprio negócio — mais de 30% deles — depois de estudarem em Stanford, é um fator que chama a atenção de quem pretende tentar uma vaga.

MIT-Sloan School

Fazer um MBA em empreendedorismo no Massachusetts Institute of Technology (MIT), também é uma boa escolha para quem quer abrir seu próprio negócio.

O que o deixa em segundo lugar no ranking das melhores é o fato de ter um pouco menos de resultados positivos quanto a financiamentos. Mas, ainda assim, é alto o número de ex-alunos que conseguem dinheiro para abrirem o próprio negócio.

University of San Diego — School of Bussines Administration

Fazendo parte do ranking dos últimos anos, a escola de negócios e administração da Universidade de São Diego é mais uma ótima opção.

Para quem quer estudar em um lugar onde os maiores líderes aprendem, na teoria e na prática, certamente essa é uma possibilidade que não deixa a desejar.

University of Oxford — Saïd Business School

No Reino Unido você encontrará uma escola de negócios que se destaca entre as dez melhores há alguns anos.

Com centros de empreendedorismo e a presença de especialistas londrinos, a universidade de Oxford é destaque quando o assunto é MBA em empreendedorismo.

Quando fazer um curso de MBA no exterior?

Um curso de MBA no exterior vai garantir mais que o sucesso na sua carreira. Pessoas que buscam por esse tipo de especialização se mostram mais propícias à liderança, pois lidam com o que há de mais atual no meio da administração e dos negócios. Estudar em outro país deve ser parte dos planos de quem pensa em crescer e ter bons resultados com seus negócios.

Se você sonha em abrir seu próprio negócio ou quer melhorar as condições da sua carreira, fazer um MBA em empreendedorismo no exterior pode ser a porta para essas conquistas.

Executivos de todo o mundo buscam, nesse tipo de curso, o aprimoramento de suas habilidades e, consequentemente, passam a ganhar melhores salários e destaque entre seus colegas.

Você já pensou em fazer um MBA em empreendedorismo no exterior? Conte para a gente aqui nos comentários!

 

Publicado 23/11/2017

Certificação CFP: entenda como funciona e por que ela é importante

A certificação CFP® (Certified Financial Planner) é fundamental para quem deseja trabalhar como planejador financeiro. Além disso, ela também pode ser útil para profissionais de finanças que lidam com outras áreas de atuação mas desejam expandir suas possibilidades perante o mercado de trabalho.

Levando isso em consideração, surgem algumas questões pertinentes. Como ela funciona? Qual é a importância dela para a sua carreira? Como é o exame necessário para obtê-la? Como se preparar para essa prova? Leia o texto para saber mais!

 

Qual é o conceito e a importância da certificação CFP®?

Em termo resumidos, ela nada mais é do que o principal certificado para quem pretende atuar como planejador financeiro pessoal. Foi criada nos Estados Unidos e trazida para o Brasil pelo antigo Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros (IBCPF), que atualmente é conhecido como Planejar— Associação Brasileira de Planejadores Financeiros.

Mundialmente reconhecida, ela se constitui como um dos documentos mais importantes para aqueles que almejam exercer as atribuições comuns ao planejamento financeiro.

Embora seu nome original em inglês tenha se mantido, assim como ocorre em outros países, ela foi adaptada — sob licença da instituição responsável, a Certified Financial Planner Board of Standards — à realidade brasileira.

 

Quais são os requisitos e as particularidades do exame?

Para tentar a aprovação na prova e assim conquistar o seu CFP®, não basta esperar as inscrições abrirem e fazer uma boa preparação. Alguns requisitos são imprescindíveis. Veja logo abaixo quais são eles:

  • ter no mínimo 3 anos de experiência comprovada com atividades relacionadas a clientes pessoas físicas envolvendo planejamento financeiro, fiscal, sucessório ou de aposentadoria — seguros e investimentos também são válidos;
  • possuir e comprovar um curso superior completo e reconhecido pelo MEC.

De acordo com a Planejar, algumas exceções em relação ao tempo de experiência podem ficar sujeitas à análise.

O exame ainda pode ser modular ou feito de uma só vez. Desta maneira, tem uma duração total de 7 horas e 5 minutos, com um intervalo de 1 hora e 30 minutos, sendo que o seu formato é composto por 140 questões de múltipla escolha com 4 alternativas de respostas.

 

Como se preparar para a prova?

Seguir essa carreira, ser aprovado e obter o certificado requer uma preparação bem-feita, que seja capaz de instruir o candidato sobre todos os módulos que são pedidos no exame. São eles:

  • Planejamento Financeiro e Ética;
  • Gestão de Ativos e Investimentos;
  • Planejamento de Aposentadoria;
  • Gestão de Riscos e Seguros;
  • Planejamento Fiscal;
  • Planejamento Sucessório.

 

Por isso, é recomendável fazer bons cursos preparatórios, sejam eles presenciais, sejam em formato de e-learning. Fazendo-os, você se qualifica e aumenta suas chances de obter um desempenho satisfatório na prova, a fim de conseguir a certificação.

Além de impactar sua presença no mercado, ela também servirá para que você se mantenha profissionalmente atualizado, ficando apto a exercer as funções de um planejador financeiro com excelência.

Sendo assim, a certificação CFP®, apesar de demandar experiência e uma preparação completa, é fortemente indicada para alavancar sua carreira e fazer com que você se torne um profissional mais reconhecido.

 

Se você gostou deste texto ou ficou com alguma dúvida, manifeste-se nos comentários. Nós queremos saber a sua opinião!

 

Publicado em 05/04/2018

Carreira horizontal e vertical: quais as diferenças entre elas?

 

O sucesso pode ser encontrado nas mais diferentes trajetórias profissionais — independentemente de área de atuação, é preciso se atentar à forma como elas são construídas. Por isso, há a necessidade de entender os conceitos de carreira horizontal e vertical.

No entanto, você consegue reconhecer quais são as diferenças entre elas ou qual perfil de profissional se adapta melhor a cada uma? Pensando nisso, elaboramos este post com o intuito de esclarecer as dúvidas mais recorrentes sobre esse tema. Leia o texto até o final para saber mais!

 

Carreira horizontal e vertical: no que consistem?

Carreira horizontal

Planejar-se para trilhar um caminho horizontal na carreira é o mesmo que se interessar por diferentes atribuições cotidianas. Se você trabalha em uma empresa e pretende continuar nela, a horizontalização será notada em suas funções: você mudará de departamento e até mesmo de função com alguma periodicidade.

Aos poucos, a ideia é que você reúna diferentes competências para exercer cargos que, embora sejam afins a partir de uma perspectiva abrangente, têm obrigações distintas na prática. No mercado financeiro, por exemplo, você pode atuar com análise de investimentos, gerenciamento de riscos e assim por diante.

 

Carreira vertical

A verticalização, por sua vez, é análoga a uma escada: é fundamental subir um degrau por vez para se chegar ao topo. Portanto, se você atua como analista financeiro, a ideia é se especializar cada vez mais nessa função e dominar todas as especialidades que ela requer para ser praticada com excelência.

Nesse caso, você deve focar no contínuo gesto de se aprofundar em um mesmo campo de conhecimento, a fim de ser uma referência em determinado assunto e assumir cargos de chefia ou gerência.

 

Quais são os perfis que se adaptam melhor a cada uma?

Em linhas gerais, pode-se dizer que a carreira vertical combina mais com aqueles que têm um interesse específico e pretendem desenvolvê-lo com afinco.

A horizontal, por sua vez, tende a ser melhor aproveitada por pessoas que gostam de desafios constantes e sentem preferência por especializações variadas, que permitam diferentes possibilidades de atuação.

 

Como se preparar para elas?

Horizontal

Se você gosta de variar o que faz no cotidiano de trabalho, precisa encontrar variações no estudo. Na área financeira, por exemplo, invista em cursos técnicos e profissionalizantes, além, é claro, das certificações mais importantes ligadas a esse mercado. A modelagem financeira é um campo que pode abrir muitas portas. Outras dicas são:

 

Vertical

Para incrementar suas chances em uma trajetória vertical, considere investir no CFA ou em um MBA. Pós-graduações, em geral, também são bem-vindas, desde que se relacionem com o restante de sua formação e sejam condizentes com seus objetivos. Dessa forma, programe-se para fazer um mestrado no exterior e tente se especializar o máximo que puder.

Refletir sobre carreira horizontal e vertical é uma maneira de construir o seu futuro. Afinal, elas possuem especificidades que demandam planejamentos bastante distintos entre si. As preparações para cada uma delas também são divergentes e merecem atenção.

 

Se você gostou deste conteúdo, compartilhe-o em suas redes sociais e aproveite para marcar seus colegas de profissão!

 

Publicado em 12/12/2017

Como conseguir uma bolsa de estudos para faculdade nos EUA?

São muitas as oportunidades de se conseguir uma bolsa de estudos nos EUA. Com currículos flexíveis e grande engajamento com o mercado de trabalho, o número de brasileiros estudando nos Estados Unidos aumentou nos últimos anos.

As bolsas podem ser para grandes universidades — como o MIT, Harvard e Stanford — ou para instituições menos conhecidas, porém, não menos conceituadas, como a Babson College.

Diferentes institutos, como o Education USA e Fundação Estudar, auxiliam nas buscas e na conquista de bolsas para quem quer se graduar fora do Brasil, chegando a cobrir quase 100% das despesas com os estudos.

Neste post, listamos os principais requisitos para se obter uma bolsa de estudos nos Estados Unidos, incluindo documentação exigida e avaliações necessárias. Esperamos que ao final do texto você se sinta seguro para escolher a instituição mais adequada e que consiga estudar fora como sempre quis. Vamos lá?

Verifique os requisitos básicos para obter uma bolsa

As bolsas são oferecidas para diferentes modalidades de estudos, envolvendo desde cursos de inglês até os últimos níveis de pós-graduação. Para cada candidatura de bolsa, um nível de conhecimento da língua inglesa e de domínio da área poderá ser solicitado.

Algumas instituições abrem processos de seleção de bolsas para músicos, esportistas e pessoas com baixa renda. Outras vezes, porém, conseguir uma bolsa dependerá do mérito do candidato, ou seja, das suas avaliações acadêmicas anteriores ao processo seletivo.

Organize os documentos necessários para estudar nos EUA

Ao se candidatar a uma bolsa de estudos nos EUA, normalmente, o candidato precisa comprovar seu bom desempenho como estudante e atividades extras escolares. Além disso, são pedidas cartas de recomendação que comprovem suas atividades durante o período escolar.

Redações de temas sobre sua vida estudantil ou sobre conhecimentos da sua área de atuação e/ou cartas de apresentação pessoal também podem ser solicitadas. Isso sem falar que, durante o processo de aceitação do candidato, documentos pessoais devem ser providenciados, como visto e passaporte.

Entre as avaliações exigidas, destacamos o SAT — Scholastic Aptitude Test —, conhecido como a versão americana do ENEM e, portanto, um exame para medir a aptidão escolar do estudante de maneira mais ampla.

Explore as possibilidades de bolsas de estudos nos EUA

Existem diferentes instituições apoiadoras de quem quer estudar fora do país. Entre elas, destacamos a EducationUSA e a Fundação Estudar, mencionadas no início deste post.

EducationUSA

A EducationUSA é a instituição mais indicada para começar a sua busca. Com o programa Oportunidades Acadêmicas, eles selecionam candidatos e os ajudam financeiramente durante o processo de seleção, cobrindo custos com testes e traduções necessárias.

Fundação Estudar

Com diferentes programas, as oportunidades são abrangentes para quem procura o apoio da Fundação Estudar. Os financiamentos variam entre 5% e 95% dos custos dos estudos. Para a preparação do candidato, eles têm o programa Prep Course, em que os selecionados recebem apoio psicológico, administrativo e financeiro no processo de seleção.

Conheça pessoas que estudaram ou estudam nos Estados Unidos

Para você não ter a sensação de que está dando tiros no escuro, antes de tomar a decisão sobre onde estudar, procure por pessoas que já fizeram ou ainda fazem faculdade nos EUA. Se você não conhece ninguém, uma dica válida é buscar vídeos no YouTube ou blogs de pessoas que contam suas experiências.

Se você quer ficar de olho em oportunidades de ter uma bolsa de estudos nos EUA, indicamos fontes confiáveis como o blog Estudarfora.org — ligado ao EducationUSA, o site da Fundação Estudar, do Partiu Intercâmbio, da Fullbright e as páginas das próprias universidades. Lá você encontrará datas e prazos para inscrições nos processos, além de mais dicas sobre como estudar nos EUA.

Então, já está pronto para encontrar o curso ideal? Deixe sua opinião nos comentários e conte para a gente como este post lhe ajudou!

 

Publicado 12/12/2017

Descubra aqui o que faz o profissional de relações com investidores

 

No Brasil, ainda são consideradas poucas as empresas que atuam em um modelo de capital aberto. No entanto, esse cenário está mudando e a perspectiva é de que cada vez mais empresas adotem este sistema. Assim, o profissional de relações com investidores, também chamado de RI, encontra pela frente um campo fértil de possibilidades.

Considerada uma profissão nova, o RI aparece como uma aposta em um mercado financeiro cada vez mais maduro e competitivo. Antes, as informações a respeito das empresas eram repassadas ao público por seus presidentes ou gestores. No entanto, com a crescente demanda, foi necessário estipular um profissional específico para essa função.

Quer saber mais sobre essa profissão, quais são suas competências e se ela é um bom caminho a seguir? Acompanhe este post!

 

O que é um profissional de relações com investidores?

Esse profissional atua como uma ponte entre a empresa e seus potenciais investidores. Ele congrega os esforços dos setores de marketing, financeiro e de comunicação com o intuito de concentrar informações a respeito da saúde da empresa e divulgar o seu potencial de investimento.

Ele atua também repassando ao mercado financeiro as informações sobre a empresa, possibilitando, dessa forma, que ela possa influenciar nos valores determinados para suas ações. Isso pode fazer com que a empresa seja mais valorizada no mercado, transparecendo credibilidade e segurança para receber investimentos.

O caminho inverso também é de responsabilidade do RI, que deve levar para a empresa o feedback do mercado, de forma a traçar estratégias para que se possam resolver eventuais problemas ou demandas.

 

De que forma atua esse profissional?

O profissional de relações com investidores atua dentro de empresas de capital aberto, representando essa empresa perante os investidores e o mercado financeiro e promovendo uma aproximação mais eficaz por meio da troca de informações especializadas.

O RI participa de eventos, realiza reuniões com investidores em potencial e com acionistas, prestando contas. Ele administra informações que vão além dos releases obrigatórios — como o relatório anual —, tornando-se o porta-voz da empresa perante o mercado e também do mercado perante a empresa.

É função dele, em contato com os outros departamentos da empresa, traçar estratégias de comunicação e posicionamento da empresa, avaliando quais informações deverão ir a público.

O RI atua buscando novos investidores e desbravando mercados ainda não explorados pela empresa — diferentes perfis de acionistas ou mesmo regiões nacionais e internacionais. Além disso, trabalha percebendo alterações na saúde financeira da empresa; neste caso, é seu papel investigar e informar os setores responsáveis a respeito dessas mudanças, quando indesejadas.

 

Que características deve ter o RI?

O profissional de relações com investidores possui acesso a informações privilegiadas e que, nem sempre, devem ser informadas ao público. Portanto, este é considerado um cargo de confiança.

Em função disso, o bom RI deve ser discreto e ter bom jogo de cintura. As suas habilidades de comunicação devem ser excepcionais, uma vez que ele passará boa parte do tempo dialogando com executivos ou se expondo em veículos de comunicação. Falar outras línguas é imprescindível.

Deve conhecer profundamente o mercado financeiro e saber identificar oportunidades ou momentos de retração. Principalmente, deve ser o grande especialista sobre a empresa que representa, conhecendo, inclusive, seu histórico financeiro, para que possa elucidar questões a respeito de épocas em que não trabalhava nela.

O trabalho do profissional de Relações com Investidores é fundamental para o real crescimento da empresa de capital aberto. Com uma demanda cada vez maior no mercado, o investimento nesta área de atuação se torna estratégico. Hoje, existem diversos cursos disponíveis para prepará-lo para o mercado financeiro.

Sente-se pronto para se tornar um profissional de relações com investidores? Quer saber mais sobre o assunto? Para receber mais conteúdos como esse, siga-nos no Facebook e no LinkedIn e veja tudo em primeira mão!

 

Publicado 29/06/2017

Por que devo saber mais sobre produtos financeiros de tesouraria?

Profissionais de finanças precisam manter-se atualizados em relação ao mercado em que atuam — o que pressupõe cursos e especializações. No atual mercado, é importante manter o controle de fluxo e gerenciar os riscos comercializados para empresas, pois dessa ação depende parte da segurança dos investimentos da companhia.

A tesouraria, por exemplo, visa buscar as melhores soluções no quesito financeiro, gerar lucro operacional e proteger o patrimônio da empresa. Um bom profissional de finanças sabe de tudo isso e entende sobre as estratégias necessárias para fazê-lo.

Os cursos de produtos financeiros de tesouraria, então, podem ser muito úteis para os profissionais da área. Quer saber mais sobre o assunto? Confira este post!

Boa leitura!

Quais são os principais conceitos que envolvem o assunto?

O primeiro passo de um curso de produtos financeiros de tesouraria é conscientizar o profissional a respeito dos principais conceitos desse mercado. Para que você entenda melhor, listamos abaixo alguns deles. Veja!

Hedge

Trata-se de uma espécie de proteção às variações de investimentos. Ele garante segurança no preço, protegendo o ativo ou passivo de taxas e variações. Isso reduz as chances de perda devido às oscilações do mercado em produtos de tesouraria.

Swap

Trata-se de uma espécie de troca de riscos com um outro investidor. Essa troca se dá sobre índices que podem ser de preço, taxas de câmbio ou juros. Duas empresas que negociam em dólar, por exemplo, podem se beneficiar do swap. É bom lembrar apenas que essas trocas devem fornecer vantagem a ambas as partes envolvidas.

Termo de moedas

Também vantajoso em transações com moeda estrangeira, trata-se de um derivativo que permite a negociação, sem que haja variações na taxa de câmbio.

Em caso de pagamento de obrigações após decorrido um período, essa medida garante que a empresa não terá de pagar um valor maior que o negociado devido às variações cambiais. O câmbio é estabelecido no momento de celebração do contrato.

Combinação de derivativos

São bons produtos para serem usados em casos bem específicos e variam de acordo com o perfil dos clientes envolvidos. Para isso, antes de aplicar essa medida, o banco solicita que o investidor preencha um formulário para avaliar seu perfil. De acordo com o resultado, a melhor solução será oferecida.

Os perfis normalmente são agrupados da seguinte forma:

  • conservador: são aqueles que fogem de qualquer risco que pressuponha perdas financeiras;
  • moderado: até aceitam assumir pequenos riscos, se as possibilidades de rentabilidade forem atrativas;
  • agressivo: acreditam que, quanto maiores os riscos, maiores as possibilidades de ganhos.

Como funciona o curso da FK Partners?

Se você ficou interessado em fazer um curso para especializar-se ainda mais na área de finanças, conheça as opções da FK Partners. Nossas aulas costumam envolver teoria e prática e, nelas, os alunos são expostos a situações comuns ao dia a dia do setor.

Os alunos aprenderão a identificar qual é o produto certo para a necessidade da empresa. Essas necessidades variam conforme a disponibilidade de caixa, o pagamento de impostos e o horizonte de investimento. Além disso, elas definem qual é o melhor derivativo a ser utilizado para a proteção ou a troca de indexador.

Com um enfoque prático, os participantes aprenderão a precificar vários derivativos e faremos exemplos de cálculo do MtM desses produtos.

Finalmente, o curso também enfoca o olhar de crédito, a exposição gerada pelos produtos e como minimizá-la.

Além disso, oferecemos preparatórios para certificações financeiras, além de cursos ministrados totalmente em inglês por professores americanos. Eles preparam o aluno para exames das principais universidades do exterior.

Se você quer conhecer um pouco mais sobre nossos cursos de produtos financeiros de tesouraria, assine agora mesmo a nossa newsletter e fique por dentro das novidades!

 

Publicado 25/04/2018

Vale a pena fazer curso para exame de proficiência?

O exame de proficiência é uma ferramenta requerida por grande parte das universidades internacionais. Ele serve para atestar as habilidades de um aluno estrangeiro no idioma utilizado em determinado curso superior ou especialização. Nas instituições de ensino que têm o inglês como língua oficial, por exemplo, a necessidade de comprovar é cada vez mais recorrente.

Mais do que isso, a comprovação também funciona como uma forma efetiva e oficial de afirmar o conhecimento idiomático, facilitando a construção de uma carreira no exterior e possibilitando a busca por uma bolsa de estudos.

Como se preparar para um exame de proficiência?

Antes de tudo, é preciso que você delimite seus objetivos. Sabendo exatamente qual dos exames você precisa para atingir aquela vaga tão sonhada ou o ingresso em uma boa universidade, tudo fica mais fácil.

É importante frisar que cada língua tem diferentes meios de certificação. Os mais populares no inglês são o TOEFL iBT e o IELTS, ao passo que o espanhol dispõe do DELE, do SIELE, por exemplo.

Cada uma das provas tem um formato específico e uma metodologia distinta utilizada na hora de testar os candidatos. A estrutura varia muito de uma avaliação para outra, pois algum aspecto, como leitura acadêmica ou conversação, pode ser privilegiado em detrimento de outros.

É evidente que não há uma receita pronta para se sair bem em nenhum deles, mas as chances aumentam significativamente quando se conhece mais a fundo a estruturação do exame que se pretende fazer.

Estudar sozinho ou fazer um curso especializado?

Um período preparatório para o exame de proficiência deverá começar com autocrítica. É preciso deixar tanto a modéstia quanto a vaidade e de lado e responder para si mesmo como está seu nível de conhecimento.

É inegável o quanto avançamos em termos de acesso ao conhecimento na era da informação. Ser autodidata, no entanto, não é um mar de rosas. A flexibilidade e a economia podem ser atraentes, mas não solidificam o aprendizado a partir da motivação e da qualificação que um curso especializado pode trazer.

Sendo assim, por mais avançado que você se considere em um idioma, é importante se dedicar com afinco à preparação para evitar dificuldades posteriores.

Como escolher um bom curso preparatório?

Para fazer uma análise precisa, é necessário olhar atentamente para dois aspectos fundamentais: os professores e os materiais que compõem o curso.

Dê preferência às instituições que contam com docentes nativos e experientes no ensino de idiomas para estrangeiros. Um material completo, original e que seja totalmente pensado para o exame em questão também é essencial.

Ter um suporte personalizado, que se proponha a personalizar o plano de estudos e sanar as dúvidas prontamente, é importantíssimo. Testes, simulados e exercícios práticos também são requisitos a serem analisados na hora de escolher. Afinal, eles permitem formular uma real perspectiva sobre a sua evolução.

Sendo assim, estudando intensamente e se dedicando a fazer uma preparação sólida, você conseguirá obter uma boa avaliação no exame de proficiência e atingir os objetivos que planeja para sua carreira.

Gostou das dicas? Entre em contato conosco para te ajudarmos ainda mais!

 

Publicado 29/06/2017